<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974</id><updated>2011-10-11T20:41:28.829+01:00</updated><title type='text'>Archivos da paixão</title><subtitle type='html'>Blogue de apoio a [paixão da educação] e [as minhas leituras], para memória futura</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>49</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-111918578902409436</id><published>2005-06-19T13:54:00.000+01:00</published><updated>2005-08-26T22:47:30.743+01:00</updated><title type='text'>Leituras em dia [5]</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img src="http://images.americanas.com.br/produtos/item/173/3/173326g.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;História da Beleza, direcção de Umberto Eco, Difel&lt;/strong&gt;, tradução de António Maia da Rocha, lisboa, Setembro de 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;""Belo" - juntamente com "gracioso", "bonito", ou até "sublime", "maravilhoso", "soberbo" e expressões semelhantes - é um adejectivo ue usamos frequentemente para indicar alguma coisa que nos agrada. Parece que neste sentido, o que é belo é igual a bom; de facto, em diversas épocas históricas estabeleceu-se uma ligação estreita entre o Belo e o Bom. Mas, se julgarmos tendo por base a nossa experiência diária, tenderemos a definir como bom aquilo que não somente nos agrada, mas que também gostaríamos de possuir. São incontáveis as coisas que julgamos boas: um amor correspondido, uma riqueza honesta, um petisco delicisoso... em todos estes casos desejarímaos possuir esse bem." &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;(p.8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Em todo o caso, apresentamos aqui uma história da Beleza e não uma história da Arte (ou da Literatura ou da Música); para citarmos depois as ieias que foram sendo expressas sobre a Arte, mas apenas quando relacionam Arte e Beleza. Há uma pergunta previsível: Então porque é que esta história da Beleza é somente documentada com obras de arte? Porque foram os artistas, os poetas, os romancistas que nos contaram através dos séculos o que consideravem belo e nos deixaram exemplos disso."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (p. 10/12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Por estas razões, este livro apenas se ocupa da ideia de beleza na cultura ocidental. para os povos primitivos temos achados artísticos como máscaras, desenhos, esculturas, mas não dispomos de textos teóricos que nos digam se eles se destinavam à contemplação, á celebração ritual ou simplesmente ao uso diário."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (p. 12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Dissemos que usaremos, de preferência, documentos que provêm do mundo da arte. Mas, á medida que nos aproximamos da modernidade, poderemos dispor também de documentos que não têm fins artísticos, de mero entretenimento, de promoção comercial ou de satisfação de pulsões eróticas, como imagens que nos chegam do cinema de massas, da televisão e da publicidade. Em princípio, grandes obras de arte e documentos de escasso valor estético terão para nós o mesmo valor, desde que nos ajudem a captar e compreender qual foi o ideal de beleza num determinado momento."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (p. 12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Dito isto, o nosso livro poderá ser acusado de relativismo, como se se quisesse dizer que o que se considera belo depende da época e das culturas. Pois é exactamente o que se pretende dizer. Há uma passagem célebre de Xenófanes de Cólofon, um dos filósofos pré-socráticos que diz: "Mas se os bois e os cavalos e os leões tivessem mãos ou pudessem desenhar com as mãos e fazer obras como a dos homens, o cavalo representaria os deuses semelhantes aos cavalos, o boi, semelhantes aos bois, e fariam corpos como os que cada um deles tem" (Clemente, Stromata, V, 110)."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (p.14)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-111918578902409436?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/111918578902409436/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=111918578902409436' title='48 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/111918578902409436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/111918578902409436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2005/06/leituras-em-dia-5.html' title='Leituras em dia [5]'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>48</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-111910315770159498</id><published>2005-06-18T14:57:00.000+01:00</published><updated>2005-06-18T14:59:17.710+01:00</updated><title type='text'>EM DESTAQUE [4]</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;CONFERÊNCIA:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Las Alfabetizaciones Digitales"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prof. Doutor José Luis Rodríguez&lt;/strong&gt; - Univ. de Barcelona&lt;br /&gt;Anf. Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação&lt;br /&gt;Universidade de Lisboa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 de janeiro de 2005, 11 horas [inscrição obrigatória] &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-111910315770159498?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/111910315770159498/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=111910315770159498' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/111910315770159498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/111910315770159498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2005/06/em-destaque-4.html' title='EM DESTAQUE [4]'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-111910281366667019</id><published>2005-06-18T14:37:00.000+01:00</published><updated>2005-06-18T15:01:20.766+01:00</updated><title type='text'>FRASES [6]</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Este universo já se designa por "blogosfera" e o seu poder de atracção advém de dar voz a milhões de desconhecidos e a outros tantos que os comentam mesmo que em pequenos ou micro-segmentos de público (alguns falam de nano audiências), numa dimensão jamais vista na história dos media. Para alguns analistas, este tipo de media tornou-se prisioneiro de um excesso de verborreia - "blogorreia", diz Fernanda Bertini Viégas, uma especialista brasileira a trabalhar no MIT Media Lab."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jorge Nascimento Rodrigues, Expresso&lt;/strong&gt;, 31 Dez 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;* * *&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"A demografia dos "blogs" é dominada por 53% de "bloggers" entre os 10 e os 20 anos e a maioria (56%) são escritos no feminino como meio de "divagação pessoal", segundo os estudos da Perseus. O impacto desta revolução social é motivo de estudo por parte de muitos investigadores, como Fernanda Viégas, uma carioca de 30 anos que trabalha há seis no Media Lab."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jorge Nascimento Rodrigues&lt;/strong&gt;, Expresso, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Os trabalhadores portugueses com menor escolaridade obtêm um retorno salarial das acções de formação profissional entre 14% e 21% superior aos dos trabalhadores com formação superior. Este é um dos resultados em destaque do último estudo de Pedro Telhado Pereira e Santiago Budría, ambos docentes na Universidade da Madeira."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ruben Eiras, Expresso&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Segundo a explicação dos autores, este resultado está relacionado com a valorização da experiência profissional nas empresas portuguesas em detrimento do nível de escolaridade. Com efeito, as conclusões do referido estudo indicam que os empregados com maior grau de experiênia profissional e menor escolaridade atingem taxas de retorno salarial na ordem dos 17%, enquanto que os de fraca "tarimba" no mundo laboral praticamente não obtém qualquer retorno."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ruben Eiras, Expresso&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Outra descoberta do estudo é que a administração pública nacional não premeia a educação superior [...] [De acordo com os investigadores] "Este é um indicador de que, para as altas categorias profissionais, o sector público revela-se insensível aos investimentos adicionais em capital humano."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ruben Eiras, Expresso&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"O interesse crescente que a problemática da violência na escola tem vindo a despertar está concerteza associado às mudanças que se têm verificado no interior da própria escola, mas também se prende com a realidade social que a envolve. Hoje a vida social com toda a sua diversidade entra pela escola dentro e cada vez mais os problemas sociais que atravessam transversalmente a sociedade em geral passam também pela escola."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Isabel Freire, "A violência na escola - um fenómeno social", in Escola Informação [SPGL]&lt;/strong&gt;, Nov./ Dez. 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"A violência na escola pode ser vista a diferentes níveis, nomeadamente a violência da escola, a violência na escola e a violência contra a escola. A escola enquanto instituição totalitária exerce uma violência de carácter simbólico sobre os alunos e em particular sobre aqueles cuja cultura de origem se afasta daquela que a escola veicula. É através da imposição de currículos desadequados, de regulamentos unilateriais, de processos de avaliação estigmatizantes que se expressa no quotidiano das escolas esta forma de violência. Mas, a escola também está, ela própria, sujeita a situações de vandalismo ou outras, por parte de sujeitos que lhe são estranhos e, por isso, podemos falar de violência contra a escola."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Isabel Freire, "A violência na escola - um fenómeno social"&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"A maior parte das situações de violência que ocorrem na escola passam-se entre alunos. É, contudo, um pequeno grupo de entre eles que as desencadeia. Johnson &amp;amp; Johnson (1995:64) verificaram nos seus estudos que menos de 5% dos estudantes estão relacionados com mais de um terço dos incidentes violentos de uma escola. Apesar disso, muitas crianças e adolescentes vêem-se confrontados frequentemente no seu quotidiano escolar com situações de agressividade (na qualidade de vítimas ou de observadores, para além de agressores), com as quais não sabem lidar e que, por vezes, afectam decisivamente o seu percurso escolar, o seu processo de desenvolvimento pessoal e social."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Isabel Freire, "A violência na escola - um fenómeno social"&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Muitas crianças e adolescentes convivem diariamente nas suas famílias em simultâneo, com a negligência e a indulgência excessiva e não são apoiados no sentido da preocupação com os outros. Esta dura realidade exige obviamente respostas de âmbito nacional e comunitário no âmbito da educação familiar e não só, mas coloca também importantes desafios às escolas."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Isabel Freire, "A violência na escola - um fenómeno social"&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"A construção de um clima de escola baseado na colaboração entre os diferentes profisionais (professores e não só) e numa liderança forte e reconhecida pela comunidade educativa parecem ser estratégias decisivas na construção do bem-estar e de sentimentos de segurança numa escola. Também a participação dos alunos na vida escolar e a aposta na qualidade do ensino e da aprendizagem desenvolve sentimentos de pertença, de auto-confiança e de auto-estima que geram relações interpessoais positivas."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Isabel Freire, "A violência na escola - um fenómeno social"&lt;/strong&gt; , Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Face à realidade que é hoje o quotidiano das escolas, com uma população estudantil heterogénea nas suas múltiplas dimensões, estas, para além da sua função de instrução, não podem deixar de sentir comprometidas com a função de formar para a cidadania e para a paz."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Isabel Freire, "A violência na escola - um fenómeno social"&lt;/strong&gt;, Ibidem &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-111910281366667019?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/111910281366667019/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=111910281366667019' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/111910281366667019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/111910281366667019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2005/06/frases-6.html' title='FRASES [6]'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-110486303150568876</id><published>2005-01-04T18:21:00.000Z</published><updated>2005-01-04T18:31:08.856Z</updated><title type='text'>Leituras em dia [4]</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img height="201" src="http://loja.campo-letras.pt/products/livrodebolsoweblog.jpg" width="149" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Livro de Bolso do Weblogue - Conselhos práticos para criar e manter o seu blogue, Rebecca Blood,&lt;/strong&gt; col. Campo da Actualidade, Edit. Campo das Letras, Porto, 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Um weblogue é uma conversa de café vertida em texto, com referências, como se exige."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (p.15)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"O que têm em comum [o weblogue] é o formato: uma página da Internet com novas entradas localizadas no topo, actualizadas frequentemente, em alguns casos, várias vezes ao dia. É normal surgir, num dos lados da página, uma lista de ligações que conduzem a sítios semelhantes. Alguns sítios são cosntituídos apenas por um weblogue, outros incluem o weblogue como parte integrante de um sítio mais alargado. São mais do que uma lista de ligações, todavia são menores do que uma revista amadora completa; os weblogues são difíceis de descrever, contudo, fáceis de identificar."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (p.15)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"O que torna bons os weblogues? Alguns fazem uma cobertura tão extensa do assunto seleccionado que se tornam fontes principais desse campo (...) Em suma, a qualidade de um weblogue baseia-se essencialmente na autenticidade da sua voz."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (p.73)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"O rescaldo do 11 de Setembro demonstrou o poder do relato de histórias não mediadas, na medida em que os sobreviventes partilharam relatos presenciais desta grande tragédia nos weblogues. (...) O 11 de setembro também desencadeou uma geração de "blogues de guerra" warblogs, sítios de estilo agressivo, principalmente centrados na resposta dos EUA a estes ataques terroristas. Os "blogues de guerra" também trouxeram um contingente de vozes conservadoras e libertárias para o meio da comunidade tendencialmente de esquerda."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (p.170)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Na web um bloguista independente nunca poderá ter a certeza de ter um público alargado. A única recompensa reside no facto de receber visitas deliberadas. Estes micropúblicos crescem muito lentamente, mas são dedicados. este erro de raciocínio relativo ao público é perdoável dado que é preciso tempo e experiência para percebermos as características de um novo meio de comunicação."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (p.168/169)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Partilhamos tantas coisas, vamos recorrer aos nossos weblogues para nos definirmos individualmente à medida que avançamos juntos, rumo à comunidade, ligados pelo nosso compromisso partilhado da expressão pessoal, da livre expressão e da troca vigorosa de ideias."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (p.178)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-110486303150568876?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/110486303150568876/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=110486303150568876' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110486303150568876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110486303150568876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2005/01/leituras-em-dia-4.html' title='Leituras em dia [4]'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-110476553575952380</id><published>2005-01-03T15:12:00.000Z</published><updated>2005-01-03T15:49:50.593Z</updated><title type='text'>FRASES [5]</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"O afastamento das elites profissionais (e também das elites culturais) da vida político-partidária, ao contribuir para a deterioração da qualidade dos agentes políticos, prejudica a credibilidade das instituições democráticas e a ética de serviço público, aumenta os erros dos decisores políticos face aos objectivos de bem-estar social definidos e favorece os comportamentos políticos em função de interesses particulares ou partidários, em lugar do interesse nacional."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aníbal Cavaco Silva, Expresso&lt;/strong&gt;, 27 Nov 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Nesse sentido, interessaria desenvolver acções visando o reforço da transparência e democraticidade na actividade partidária, o aprofundamento da educação para a cidadania activa e a melhoria da informação sobre a actuação dos agentes políticos."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aníbal Cavaco Silva&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Face aos sinais preocupantes que têm vindo a emergir nos mais variados domínios, do sistema educativo ao sistema de justiça, da administração pública à economia, penso que é chegado o momento de difundir na sociedade portuguesa um grito de alarme sobre as consequências da tendência para a degradação da qualidade dos agentes políticos, de modo a que os portugueses adoptem uma atitude mais participativa e exigente nas suas escolhas eleitorias."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Anibal Cavaco Silva&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Vamos alterar as prioridades de colocação [de professores], apertar a fiscalização aos destacamentos. E vamos tornar a candidatura exclusivamente electrónica."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Maria do Carmo Seabra, Diário de Notícias&lt;/strong&gt;, 29 Nov 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"O Ministério da Educação contrata professores sem qualquer capacidade de controlo das suas aptidões. [...] Mas todos temos conhecimento de professores que escrevem com erros. O nível de formação a Português dos professores do 1.º ciclo é deficiente, inferior ao mínimo indispensável. Claro que estes exames não podem ser aplicados a quem já está no sistema, mas temos que dar um sinal de que isto vai mudar, mostrar ao sistema de formação de professores que as pessoas vão ter de mostrar o domínio das suas capacidades antes de serem contratadas."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Maria do Carmo Seabra&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"A acumulação de créditos vai ficar dependente da formação ser relevante para a carreira do professor. Sem formação pedagógica ou cientificamente relevante não haverá progressão na carreira."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Maria do Carmo Seabra&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Estamos a desenvolver um sistema integrado de informação. O roteiro das escolas que publicámos o ano passado vai ter mais indicadores de gestão, como os números de aulas previstas e aulas dadas. São dados úteis num contexto em que os pais podem escolher a escola dos filhos, pois assim podem pressionar a escola a melhorar e o ministério a criar alternativas. [...] Vamos apostar em instrumentos de avaliação qualitativa. Há um grupo do ministério a fazer esse trabalho."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Maria do Carmo Seabra&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Não me passa pela cabeça especializar completamente as escolas. A introdução do profissional numa escola não significará que ela fique sem ensino regular. É uma via alternativa. Porque a outra experiência parecida, que é o ensino tecnológico, está a funcionar muito mal, tem uma taxa de insucesso muito superior à do ensino regular."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Maria do Carmo Seabra&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-110476553575952380?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/110476553575952380/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=110476553575952380' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110476553575952380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110476553575952380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2005/01/frases-5.html' title='FRASES [5]'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-110476489356958697</id><published>2005-01-03T15:06:00.000Z</published><updated>2005-01-03T15:08:13.570Z</updated><title type='text'>EM DESTAQUE [3]</title><content type='html'>&lt;strong&gt;ESTAÇÃO do Livro 2004&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Até 3 de Dez nas escolas do concelho do Seixal&lt;br /&gt;TEMA: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Ciência: uma experiência de leitura"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Actividades na João de Barros:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Feira do Livro&lt;br /&gt;Animação de leitura: Com as jovens escritoras Ana Eduarda Santos e Inês Botelho&lt;br /&gt;"Faz Fanzines"- Tiago Gomes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-110476489356958697?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/110476489356958697/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=110476489356958697' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110476489356958697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110476489356958697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2005/01/em-destaque-3.html' title='EM DESTAQUE [3]'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-110226846153554095</id><published>2004-12-05T17:38:00.000Z</published><updated>2004-12-05T17:41:01.536Z</updated><title type='text'>“Os acontecimentos políticos e sociais persuadem à escrita nos blogues.”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;[PdE] A sua investigação levou-a a entrar pessoalmente no mundo dos blogues ou o seu interesse permaneceu apenas pelo nível meramente teórico?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; Penso que para realizar este estudo era essencial acompanhar a dinâmica dos blogues de forma a conhecer o campo que estava a estudar. Já tinha a noção do que se tratava, mas adquiri novos conhecimentos a nível teórico e obviamente nova informação em termos práticos (números resultantes da análise de dados). Depois, no final, achei pertinente publicar o meu próprio blog com a tese, uma vez que para além de fazer sentido, alguns dos meus inquiridos tinham demonstrado interesse em conhecer as conclusões da investigação. A criação de um blog pessoal tem sido um projecto adiado, mas nunca é tarde!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Que avaliação faz do estado da blogosfera em Portugal, hoje em dia? Considera que a relativa agitação política que se vive hoje é um factor que favoreça a escrita de blogues?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Penso que a dinâmica da blogosfera está relativamente mais calma do que na altura em que fiz o estudo.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Acho que o "nucleo duro" dos blogues (os mais antigos e mais conhecidos) mantém a sua actividade, mas muitos outros vão escrevendo com menos frequência. No entanto, considero que os acontecimentos políticos e sociais, que são alvo da atenção dos media, persuadem à escrita nos blogs. Por exemplo, a questão da dissolução do parlamento e a convocatória de &lt;strong&gt;Sampaio&lt;/strong&gt; para eleições antecipadas é um assunto referido e aprofundado em inúmeros blogs, principalmente nos que pertencem a personalidades ligadas ao meio político (não só por parte dos membros da oposição ao actual governo de coligação, como também por parte de pessoas ligadas ao próprio PSD).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Considera que os blogues são uma moda passageira?&lt;br /&gt;[JB]&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Penso que os blogues se vão manter por mais algum tempo até aparecer um novo modelo semelhante (tal como, ao longo do tempo o messenger foi substituindo o mirc em termos de chat). Até lá, considero que estas páginas vão continuar a ter importância e que cada vez mais se vão poder distinguir os bons blogs dos menos bons&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (conforme a audiência). Afinal, já chegamos ao ponto de ter uma peça televisiva cujo conteúdo se baseava num comentário que &lt;strong&gt;José Pacheco Pereira&lt;/strong&gt; fez no seu &lt;strong&gt;&lt;a href="http://abrupto.blogspot.com/"&gt;Abrupto&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; (sobre a metáfora da incubadora feita por &lt;strong&gt;Santana Lopes&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[Quest.: José Gustavo Teixeira]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-110226846153554095?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/110226846153554095/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=110226846153554095' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110226846153554095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110226846153554095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/12/os-acontecimentos-polticos-e-sociais.html' title='“Os acontecimentos políticos e sociais persuadem à escrita nos blogues.”'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-110226804079023891</id><published>2004-12-05T17:23:00.000Z</published><updated>2004-12-05T17:34:00.790Z</updated><title type='text'>"Esta proposta de Tese foi imediatamente aceite."</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Qual foi a reacção dos seus professores ou orientadores a uma escolha de um assunto tão pouco conhecido ainda? Dada a novidade do assunto, considera que teve o apoio de que necessitava para a tese?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Esta segunda proposta de tema foi imediatamente aceite. A reacção da minha orientadora foi muito positiva e penso que tive o apoio necessário.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; De facto era um tema novo, mas penso que isso também nos deu liberdade para usar alguma criatividade e criar procedimentos metodológicos adequados a este tema. Sendo um estudo pioneiro, tornou-se um desafio reunir as condições necessárias para o realizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Refere-se na sua tese a falta de bibliografia de apoio. Como ultrapassou o problema?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; De facto, em Portugal, existem (ou existiam na altura) apenas dois livros directamente relacionados com os blogs. Para além destes livros, consultei obras da área da comunicação, pesquisa na internet e os próprios blogues. É ainda de referir que acompanhei sempre que possível as peças transmitidas e publicadas pelos meios de comunicação social e jornalismo online.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Todo o seu trabalho foi realizado no âmbito da net? Os contactos, a recolha de informação, o aconselhamento, o envio da tese para o professor ou respectivos professores orientadores, a sua divulgação, etc...&lt;br /&gt;[JB]&lt;/strong&gt; A net foi de facto um instrumento privilegiado no decorrer da informação. Os contactos com os inquiridos foram estabelecidos através de e-mail (envio e retorno de questionários). Quanto à orientação comecei, tal como os meus colegas, por ter algumas aulas desta cadeira (Seminário de Investigação) e depois fui alternando o contacto com a professora entre atendimento pessoal e mails. Quanto à divulgação, a tese está apenas acessível no blog que consultou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] A que período de tempo se refere o trabalho? Ou de outro modo, quando decorreu a investigação que realizou junto dos animadores de blogues?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; No seu todo, esta investigação foi realizada entre Outubro de 2003 e Setembro de 2004. Era para estar concluida em Julho de 2004, mas foi feita em simultâneo com o último ano do curso, que incluia um protocolo com o &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.cenjor.pt/"&gt;Cenjor&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; para formação em Televisão, Rádio e Imprensa e Seminários da parte da manhã, tinha aulas à tarde e estive entre Janeiro e Julho a estagiar na &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.rr.pt/"&gt;Rádio Renascença&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; no turno da noite. Como vê, sobrava pouco tempo para me dedicar à tese. Como queria fazer um bom trabalho adiei a entrega para Setembro. Mas o contacto com os animadores foi das primeiras coisas que fiz pois este era um ponto essencial para a concretização do estudo. Assim, enviei os questionários (130) assim que foram aprovados pela orientadora e recebi 50 respostas entre 14 de Maio e 4 de Julho de 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Porque é que valoriza tanto na sua tese a questão do anonimato na escrita de blogues?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; Penso que valorizo esta questão na mesma medida das outras questões analisadas. No entanto, creio que se trata de uma questão bastante pertinente pois os blogs são um instrumento privilegiado no que concerne à divulgação da comunicação personalizada. Um dos meus objectivos baseou-se em apurar até que ponto era importante para os administradores, o facto de poderem manter o seu anonimato (se assim o entendessem) e publicarem determinados conteúdos ocultando a sua identidade pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[Quest.: José Gustavo Teixeira]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-110226804079023891?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/110226804079023891/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=110226804079023891' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110226804079023891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110226804079023891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/12/esta-proposta-de-tese-foi.html' title='&quot;Esta proposta de Tese foi imediatamente aceite.&quot;'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-110226531606968631</id><published>2004-12-05T16:38:00.000Z</published><updated>2004-12-05T17:38:07.553Z</updated><title type='text'>"Blogues são instrumento privilegiado da comunicação personalizada." [continuação]</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tese de licenciatura sobre o Fenómeno em Portugal&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;“Esta proposta de Tese foi imediatamente aceite.”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Qual foi a reacção dos seus professores ou orientadores a uma escolha de um assunto tão pouco conhecido ainda? Dada a novidade do assunto, considera que teve o apoio de que necessitava para a tese?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; Esta segunda proposta de tema foi imediatamente aceite. A reacção da minha orientadora foi muito positiva e penso que tive o apoio necessário. De facto era um tema novo, mas penso que isso também nos deu liberdade para usar alguma criatividade e criar procedimentos metodológicos adequados a este tema. Sendo um estudo pioneiro, tornou-se um desafio reunir as condições necessárias para o realizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Refere-se na sua tese a falta de bibliografia de apoio. Como ultrapassou o problema?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; De facto, em Portugal, existem (ou existiam na altura) apenas dois livros directamente relacionados com os blogs. Para além destes livros, consultei obras da área da comunicação, pesquisa na internet e os próprios blogues. É ainda de referir que acompanhei sempre que possível as peças transmitidas e publicadas pelos meios de comunicação social e jornalismo online.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Todo o seu trabalho foi realizado no âmbito da net? Os contactos, a recolha de informação, o aconselhamento, o envio da tese para o professor ou respectivos professores orientadores, a sua divulgação, etc...&lt;br /&gt;[JB]&lt;/strong&gt; A net foi de facto um instrumento privilegiado no decorrer da informação. Os contactos com os inquiridos foram estabelecidos através de e-mail (envio e retorno de questionários). Quanto à orientação comecei, tal como os meus colegas, por ter algumas aulas desta cadeira (Seminário de Investigação) e depois fui alternando o contacto com a professora entre atendimento pessoal e mails. Quanto à divulgação, a tese está apenas acessível no blog que consultou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] A que período de tempo se refere o trabalho? Ou de outro modo, quando decorreu a investigação que realizou junto dos animadores de blogues?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; No seu todo, esta investigação foi realizada entre Outubro de 2003 e Setembro de 2004. Era para estar concluida em Julho de 2004, mas foi feita em simultâneo com o último ano do curso, que incluia um protocolo com o &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.cenjor.pt/"&gt;Cenjor&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; para formação em Televisão, Rádio e Imprensa e Seminários da parte da manhã, tinha aulas à tarde e estive entre Janeiro e Julho a estagiar na &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.rr.pt/"&gt;Rádio Renascença&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; no turno da noite. Como vê, sobrava pouco tempo para me dedicar à tese. Como queria fazer um bom trabalho adiei a entrega para Setembro. Mas o contacto com os animadores foi das primeiras coisas que fiz pois este era um ponto essencial para a concretização do estudo. Assim, enviei os questionários (130) assim que foram aprovados pela orientadora e recebi 50 respostas entre 14 de Maio e 4 de Julho de 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Porque é que valoriza tanto na sua tese a questão do anonimato na escrita de blogues?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; Penso que valorizo esta questão na mesma medida das outras questões analisadas. No entanto, creio que se trata de uma questão bastante pertinente pois os blogs são um instrumento privilegiado no que concerne à divulgação da comunicação personalizada. Um dos meus objectivos baseou-se em apurar até que ponto era importante para os administradores, o facto de poderem manter o seu anonimato (se assim o entendessem) e publicarem determinados conteúdos ocultando a sua identidade pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“Os acontecimentos políticos e sociais persuadem à escrita nos blogues.”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] A sua investigação levou-a a entrar pessoalmente no mundo dos blogues ou o seu interesse permaneceu apenas pelo nível meramente teórico?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; Penso que para realizar este estudo era essencial acompanhar a dinâmica dos blogues de forma a conhecer o campo que estava a estudar. Já tinha a noção do que se tratava, mas adquiri novos conhecimentos a nível teórico e obviamente nova informação em termos práticos (números resultantes da análise de dados). Depois, no final, achei pertinente publicar o meu próprio blog com a tese, uma vez que para além de fazer sentido, alguns dos meus inquiridos tinham demonstrado interesse em conhecer as conclusões da investigação. A criação de um blog pessoal tem sido um projecto adiado, mas nunca é tarde!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Que avaliação faz do estado da blogosfera em Portugal, hoje em dia? Considera que a relativa agitação política que se vive hoje é um factor que favoreça a escrita de blogues?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; Penso que a dinâmica da blogosfera está relativamente mais calma do que na altura em que fiz o estudo. Acho que o "nucleo duro" dos blogues (os mais antigos e mais conhecidos) mantém a sua actividade, mas muitos outros vão escrevendo com menos frequência. No entanto, considero que os acontecimentos políticos e sociais, que são alvo da atenção dos media, persuadem à escrita nos blogs. Por exemplo, a questão da dissolução do parlamento e a convocatória de &lt;strong&gt;Sampaio&lt;/strong&gt; para eleições antecipadas é um assunto referido e aprofundado em inúmeros blogs, principalmente nos que pertencem a personalidades ligadas ao meio político (não só por parte dos membros da oposição ao actual governo de coligação, como também por parte de pessoas ligadas ao próprio PSD).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Considera que os blogues são uma moda passageira?&lt;br /&gt;[JB]&lt;/strong&gt; Penso que os blogues se vão manter por mais algum tempo até aparecer um novo modelo semelhante (tal como, ao longo do tempo o messenger foi substituindo o mirc em termos de chat). Até lá, considero que estas páginas vão continuar a ter importância e que cada vez mais se vão poder distinguir os bons blogs dos menos bons (conforme a audiência). Afinal, já chegamos ao ponto de ter uma peça televisiva cujo conteúdo se baseava num comentário que &lt;strong&gt;José Pacheco Pereira&lt;/strong&gt; fez no seu &lt;strong&gt;&lt;a href="http://abrupto.blogspot.com/"&gt;Abrupto&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; (sobre a metáfora da incubadora feita por &lt;strong&gt;Santana Lopes&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;DESTAQUES:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Penso que é importante a utilização, por parte dos professores, não só dos blogues mas também da Internet em geral. Isto porque estas ferramentas estão implementadas na nossa sociedade e cada vez mais cedo as crianças e jovens devem tomar contacto com elas.” &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Refiro ainda que os mais novos deveriam ter aulas de informática desde cedo, pois cada vez mais têm acesso à Internet em casa, mas muitas vezes não a utilizam de forma correcta.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“O mais importante seria ter a garantia de que todos os alunos têm acesso à rede.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“[A] segunda proposta de tema [de Tese] foi imediatamente aceite. A reacção da minha orientadora foi muito positiva e penso que tive o apoio necessário.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Os blogs são um instrumento privilegiado no que concerne à divulgação da comunicação personalizada.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Penso que a dinâmica da blogosfera está relativamente mais calma do que na altura em que fiz o estudo.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Penso que os blogues se vão manter por mais algum tempo até aparecer um novo modelo semelhante (tal como, ao longo do tempo o Messenger foi substituindo o mIRC em termos de chat). Até lá, considero que estas páginas vão continuar a ter importância e que cada vez mais se vão poder distinguir os bons blogs dos menos bons.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[Quest.: José Gustavo Teixeira]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-110226531606968631?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/110226531606968631/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=110226531606968631' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110226531606968631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110226531606968631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/12/blogues-so-instrumento-privilegiado-da_05.html' title='&quot;Blogues são instrumento privilegiado da comunicação personalizada.&quot; [continuação]'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-110226099680440397</id><published>2004-12-05T15:28:00.000Z</published><updated>2004-12-05T17:18:30.056Z</updated><title type='text'>"Blogues são instrumento privilegiado da comunicação personalizada."</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tese de licenciatura sobre o fenómeno em Portugal&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Joana Baptista&lt;/strong&gt; terminou recentemente o Curso de &lt;strong&gt;Comunicação Social&lt;/strong&gt; pelo &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.iscsp.utl.pt/"&gt;Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e frequenta neste momento uma pós-graduação em &lt;strong&gt;Comunicação Estratégica e Assessoria Mediática&lt;/strong&gt;. Entre Outubro de 2003 e Setembro passado realizou um trabalho sobre blogues portugueses que apresentaria como tese de licenciatura. Enquanto prosseguia o estudo estagiava no turno da noite da &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.rr.pt/"&gt;Rádio Renascença&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e fazia formação pelo &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.cenjor.pt/"&gt;Cenjor&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; na área da Televisão, Rádio e Imprensa. Começou por enviar 130 inquéritos a autores de blogues portugueses; recebeu 50 respostas entre os dias 14 de Maio e 4 de Julho. A sua tese refere-se aos dados dos inquéritos e à leitura regular de blogues de autores portugueses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://www.ibm.com/fr/images/fr_blog0803.gif" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No preâmbulo do seu trabalho, em que define o problema apresenta hipóteses, &lt;strong&gt;Joana Baptista&lt;/strong&gt; explica que &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"pretende aprofundar o fenómeno dos weblogs, visando o objectivo de perceber quais as razões que fomentam a criação e a procura destas páginas virtuais em Portugal, assim como estabelecer um breve perfil dos utilizadores."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E adianta, de seguida, os seguintes objectivos: (1) Esclarecer quais as razões que fomentam a criação e a dinâmica dos blogues; (2) Saber se os autores se dedicam à leitura de outros blogues, quais e porquê; (3) Verificar se os blogues funcionam como alternativa aos órgãos de comunicação social convencionais; (4) Abordar a questão da durabilidade dos blogues no tempo; (5) Verificar a pertinência da possibilidade de anonimato nos blogues para os seus utilizadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 25 de setembro passado criou um weblog com o nome da tese - &lt;a href="http://seminarioinvestigacao.blogspot.com/"&gt;O Fenómeno dos Blogues em Portugal&lt;/a&gt; - e publicou aí o seu estudo. Para saber um pouco mais acerca dos seus ojectivos enviamos a &lt;strong&gt;Joana Baptista&lt;/strong&gt; um pequeno conjunto de perguntas. Aqui vão as respostas. Obrigado à autora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[paixão da educação] Refere-se no Prefácio da sua tese a "investigações futuras"; tem já em projecto trabalhos nesta mesma área?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[Joana Baptista]&lt;/strong&gt; Não, não tenho projectos para futuras investigações. Esta ideia surgiu no âmbito da minha tese de licenciatura e quando me refiro a investigações futuras não seriam necessariamente da minha responsabilidade. No entanto continuo ligada à área da comunicação. Neste momento estou a frequentar uma pós-graduação em &lt;strong&gt;Comunicação Estratégica e Assessoria Mediática&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Desde quando conhece blogues e se interessa pelo fenómeno de comunicação que eles representam? Em que momento decidiu dedicar a sua tese a este tema?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; Conheci os blogs há cerca de dois anos através de um amigo que criou o &lt;strong&gt;&lt;a href="http://batataquente.blogspot.com/"&gt;Batata Quente&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;&lt;a href="http://artigo37.blogspot.com/"&gt;Artigo 37&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; (que entretanto já encerrou). Curiosamente, esta não foi a primeira proposta de tema que entreguei para desenvolver a tese. Uma semana depois, em conversa com esse mesmo amigo, conclui que era não só possível como também interessante descobrir uma área nova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“Os alunos muitas vezes não utilizam a Internet de forma correcta.”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Atribui algum significado ao facto de muitos dos seus inquiridos serem professores? Como avalia hoje a presença da escola - em termos gerais - na blogosfera?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; Sim. Penso que é importante a utilização, por parte dos professores, não só dos blogues mas também da internet em geral. Isto porque estas ferramentas estão implementadas na nossa sociedade e cada vez mais cedo as crianças e jovens devem tomar contacto com elas, de forma a acompanharem o desenvolvimento e a actualidade da informação. Como os professores são também educadores, ao terem experiência nesta área torna-se mais fácil e eficaz a transmissão de novos conhecimentos aos alunos. Assim, também as escolas evoluem no sentido da tecnologia de informação e disponibilizam aos seus alunos programas adaptados à realidade actual. Refiro ainda que os mais novos deveriam ter aulas de informática desde cedo, pois cada vez mais têm acesso à internet em casa, mas muitas vezes não a utilizam de forma correcta, ou de outro modo, não potenciam devidamente a sua utilização, quando poderiam aprender e adquirir novos conhecimentos nas mais diversas áreas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] De que modo pensa que a escola, os professores, inclusive os alunos mais novos, deveriam utilizar o blogue como ferramenta de trabalho?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; Esta é uma questão sobre a qual não me debrucei, mas como disse anteriormente, a internet pode ser uma boa ferramenta de ensino. Poderia ser eficaz um professor colocar no blogue textos de apoio (histórias, curiosidades, etc), exercícios ou outro tipo de conteúdos relacionados coma matéria. Ou, por outro lado, colocar material produzido pelos alunos. Seria uma forma de persuadi-los ao contacto com a dinâmica da internet. No entanto, penso que o mais importante seria ter a garantia de que todos os alunos têm acesso à rede para não criar divergências na turma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“Esta proposta de Tese foi imediatamente aceite.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Qual foi a reacção dos seus professores ou orientadores a uma escolha de um assunto tão pouco conhecido ainda? Dada a novidade do assunto, considera que teve o apoio de que necessitava para a tese?&lt;br /&gt;[JB]&lt;/strong&gt; Esta segunda proposta de tema foi imediatamente aceite. A reacção da minha orientadora foi muito positiva e penso que tive o apoio necessário. De facto era um tema novo, mas penso que isso também nos deu liberdade para usar alguma criatividade e criar procedimentos metodológicos adequados a este tema. Sendo um estudo pioneiro, tornou-se um desafio reunir as condições necessárias para o realizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Refere-se na sua tese a falta de bibliografia de apoio. Como ultrapassou o problema?&lt;br /&gt;[JB]&lt;/strong&gt; De facto, em Portugal, existem (ou existiam na altura) apenas dois livros directamente relacionados com os blogs. Para além destes livros, consultei obras da área da comunicação, pesquisa na internet e os próprios blogues. É ainda de referir que acompanhei sempre que possível as peças transmitidas e publicadas pelos meios de comunicação social e jornalismo online.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Todo o seu trabalho foi realizado no âmbito da net? Os contactos, a recolha de informação, o aconselhamento, o envio da tese para o professor ou respectivos professores orientadores, a sua divulgação, etc...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; A net foi de facto um instrumento privilegiado no decorrer da informação. Os contactos com os inquiridos foram estabelecidos através de e-mail (envio e retorno de questionários). Quanto à orientação comecei, tal como os meus colegas, por ter algumas aulas desta cadeira (Seminário de Investigação) e depois fui alternando o contacto com a professora entre atendimento pessoal e mails. Quanto à divulgação, a tese está apenas acessível no blog que consultou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] A que período de tempo se refere o trabalho? Ou de outro modo, quando decorreu a investigação que realizou junto dos animadores de blogues?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; No seu todo, esta investigação foi realizada entre Outubro de 2003 e Setembro de 2004. Era para estar concluida em Julho de 2004, mas foi feita em simultâneo com o último ano do curso, que incluia um protocolo com o &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.cenjor.pt/"&gt;Cenjor&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; para formação em Televisão, Rádio e Imprensa e Seminários da parte da manhã, tinha aulas à tarde e estive entre Janeiro e Julho a estagiar na &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.rr.pt/"&gt;Rádio Renascença&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; no turno da noite. Como vê, sobrava pouco tempo para me dedicar à tese. Como queria fazer um bom trabalho adiei a entrega para Setembro. Mas o contacto com os animadores foi das primeiras coisas que fiz pois este era um ponto essencial para a concretização do estudo. Assim, enviei os questionários (130) assim que foram aprovados pela orientadora e recebi 50 respostas entre 14 de Maio e 4 de Julho de 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Porque é que valoriza tanto na sua tese a questão do anonimato na escrita de blogues?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; Penso que valorizo esta questão na mesma medida das outras questões analisadas. No entanto, creio que se trata de uma questão bastante pertinente pois os blogs são um instrumento privilegiado no que concerne à divulgação da comunicação personalizada. Um dos meus objectivos baseou-se em apurar até que ponto era importante para os administradores, o facto de poderem manter o seu anonimato (se assim o entendessem) e publicarem determinados conteúdos ocultando a sua identidade pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“Os acontecimentos políticos e sociais persuadem à escrita nos blogues.”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] A sua investigação levou-a a entrar pessoalmente no mundo dos blogues ou o seu interesse permaneceu apenas pelo nível meramente teórico?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; Penso que para realizar este estudo era essencial acompanhar a dinâmica dos blogues de forma a conhecer o campo que estava a estudar. Já tinha a noção do que se tratava, mas adquiri novos conhecimentos a nível teórico e obviamente nova informação em termos práticos (números resultantes da análise de dados). Depois, no final, achei pertinente publicar o meu próprio blog com a tese, uma vez que para além de fazer sentido, alguns dos meus inquiridos tinham demonstrado interesse em conhecer as conclusões da investigação. A criação de um blog pessoal tem sido um projecto adiado, mas nunca é tarde!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Que avaliação faz do estado da blogosfera em Portugal, hoje em dia? Considera que a relativa agitação política que se vive hoje é um factor que favoreça a escrita de blogues?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JB]&lt;/strong&gt; Penso que a dinâmica da blogosfera está relativamente mais calma do que na altura em que fiz o estudo. Acho que o "nucleo duro" dos blogues (os mais antigos e mais conhecidos) mantém a sua actividade, mas muitos outros vão escrevendo com menos frequência. No entanto, considero que os acontecimentos políticos e sociais, que são alvo da atenção dos media, persuadem à escrita nos blogs. Por exemplo, a questão da dissolução do parlamento e a convocatória de &lt;strong&gt;Sampaio&lt;/strong&gt; para eleições antecipadas é um assunto referido e aprofundado em inúmeros blogs, principalmente nos que pertencem a personalidades ligadas ao meio político (não só por parte dos membros da oposição ao actual governo de coligação, como também por parte de pessoas ligadas ao próprio PSD).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Considera que os blogues são uma moda passageira?&lt;br /&gt;[JB]&lt;/strong&gt; Penso que os blogues se vão manter por mais algum tempo até aparecer um novo modelo semelhante (tal como, ao longo do tempo o messenger foi substituindo o mirc em termos de chat). Até lá, considero que estas páginas vão continuar a ter importância e que cada vez mais se vão poder distinguir os bons blogs dos menos bons (conforme a audiência). Afinal, já chegamos ao ponto de ter uma peça televisiva cujo conteúdo se baseava num comentário que &lt;strong&gt;José Pacheco Pereira&lt;/strong&gt; fez no seu &lt;strong&gt;&lt;a href="http://abrupto.blogspot.com/"&gt;Abrupto&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; (sobre a metáfora da incubadora feita por &lt;strong&gt;Santana Lopes&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;DESTAQUES:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Penso que é importante a utilização, por parte dos professores, não só dos blogues mas também da Internet em geral. Isto porque estas ferramentas estão implementadas na nossa sociedade e cada vez mais cedo as crianças e jovens devem tomar contacto com elas.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Refiro ainda que os mais novos deveriam ter aulas de informática desde cedo, pois cada vez mais têm acesso à Internet em casa, mas muitas vezes não a utilizam de forma correcta.” &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“O mais importante seria ter a garantia de que todos os alunos têm acesso à rede.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“[A] segunda proposta de tema [de Tese] foi imediatamente aceite. A reacção da minha orientadora foi muito positiva e penso que tive o apoio necessário.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Os blogs são um instrumento privilegiado no que concerne à divulgação da comunicação personalizada.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Penso que a dinâmica da blogosfera está relativamente mais calma do que na altura em que fiz o estudo.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Penso que os blogues se vão manter por mais algum tempo até aparecer um novo modelo semelhante (tal como, ao longo do tempo o Messenger foi substituindo o mIRC em termos de chat). Até lá, considero que estas páginas vão continuar a ter importância e que cada vez mais se vão poder distinguir os bons blogs dos menos bons.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[Quest.: José Gustavo Teixeira]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-110226099680440397?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/110226099680440397/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=110226099680440397' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110226099680440397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110226099680440397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/12/blogues-so-instrumento-privilegiado-da.html' title='&quot;Blogues são instrumento privilegiado da comunicação personalizada.&quot;'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-110203118801607162</id><published>2004-12-02T23:44:00.000Z</published><updated>2004-12-03T00:28:59.506Z</updated><title type='text'>Leituras em dia [3]</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img height="221" src="http://www.gradiva.pt/capas/100130.jpg" width="156" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Choque das Civilizações e a Mudança na Ordem Mundial, Samuel P. Huntington,&lt;/strong&gt; Editorial Gradiva, Lisboa, 2ª edição, Novembro de 2001&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"O tema central deste livro consiste em que a cultura e as identidades culturais, que, a um nível mais elevado, são identidades civilizacionais, estão a modelar os padrões de coesão, de desintegração e de conflito no período pós-guerra fria."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (p.20)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Neste novo mundo os conflitos mais generalizados, mais importantes e mais perigosos não ocorrerão entre classes sociais, entre ricos e pobres ou outros grupos economicamente definidos, mas entre povos pertencentes a entidades culturais diferentes. As guerras tribais e os conflitos étnicos terão lugar dentro das civilizações. No entanto, a violência entre Estados e grupos de civilizações diferentes transportará consigo o potencial de uma escalada se outros Estados e grupos dessas civilizações se juntarem para apoiarem os "países irmãos."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (p.29)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"O Ocidente é e continuará a ser durante anos, a civilização mais poderosa. Contudo, o seu poder relativo face a outras civilizações está a diminuir."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (p.30)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Em resumo, o mundo pós-guerra fria é um mundo de sete ou oito civilizações maiores. As afinidades e diferenças culturais moldam os interesses, os antagonismos e as associações de Estados. Maioritariamente, os países mais importantes do mundo são produto de civilizações diferentes. Os conflitos locais que, muito provavelmente, podem escalar até guerras mais vastas são entre grupos e Estados de civilizações diferentes. Os padrões predominantes do desenvolvimento político e económico diferem de civilização para civilização. As questões cruciais da agenda internacional envolvem diferenças entre civilizações. O poder está a deslocar-se do Ocidente, que há muito predomina, para civilizações não ocidentais. A política global está a tornar-se multipolar e multicivilizacional."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (p.30) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-110203118801607162?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/110203118801607162/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=110203118801607162' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110203118801607162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110203118801607162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/12/leituras-em-dia-3.html' title='Leituras em dia [3]'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-110194532952876259</id><published>2004-12-01T23:53:00.000Z</published><updated>2004-12-01T23:57:37.696Z</updated><title type='text'>EM DESTAQUE [2]</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;COLÓQUIO INTERNACIONAL KANT2004 - Posteridade e Actualidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;25 - 27 de Novembro de 2004&lt;br /&gt;Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa/ Universidade de Évora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Informações: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa &lt;br /&gt;Tel/Fax: +351 - 21 792 00 91 &lt;br /&gt;email: cful@centrofilosofia.org&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-110194532952876259?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/110194532952876259/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=110194532952876259' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110194532952876259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110194532952876259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/12/em-destaque-2.html' title='EM DESTAQUE [2]'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-110183774495684115</id><published>2004-11-30T17:55:00.000Z</published><updated>2004-11-30T18:02:24.956Z</updated><title type='text'>FRASES [4]</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Como habitualmente, os primeiros lugares [do ranking] são ocupados por escolas do ensino particular e cooperativo, seguidas por escolas secundárias públicas, alternando umas e outras no lugar que ocupam, ano após ano. Entre as primeiras 10 destes "rankings", três escolas privadas apresentam resultados de 9, 18 e 21 alunos e a pública refere-se a 733 alunos.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Augusto Pascoal&lt;/strong&gt;, Expresso, 6 Nov 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Já se percebeu que algumas escolas privadas têm propinas muito elevadas, condições excepcionais de funcionamento, estruturas de apoio que correspondem às necessidades, corpo docente qualificado e estável, sequencialidade de estudos, actividades curriculares e extracurriculares diversificadas, muitas vezes à medida das possibilidades que as famílias dos alunos têm para lhes corresponder."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Augusto Pascoal&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Se se fizerem estatísticas rigorosas, é até bem possível que se descubra que o superior público talvez seja maioritariamente frequentado por jovens que vieram do particular e cooperativo e que as famílias que pouparam no secundário, estão agora a assumir propinas elevadas no superior particular e cooperativo."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Augusto Pascoal&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Muitas famílias acreditam predominantemente no ensino público, independentemente das suas possibilidades financeiras, atendendo à sua reconhecida qualidade."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Augusto Pascoal&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Todas as escolas são diferentes. Cada escola é uma realidade própria, única, complexa e irrepetível, até de ano para ano. Cada uma tem a sua idiossincrasia, vive na intimidade e no esoterismo do seu funcionamento, relaciona-se e interage de forma diferente com os agentes educativos, culturais e socioeconómicos envolventes. Por este motivo, não é possível comparar o que é manifestamente incomparável, mas interessa conhecer e perceber o que fazem e as boas práticas que desenvolvem no privado e no público e centrar o debate na vertente pedagógica e nas condições que viabilizam melhores resultados, muitas vezes não mensuráveis pelas classificações obtidas pelos seus alunos nos exames de acesso ao ensino superior."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Augusto Pascoal&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Neste contexto, os "rankings" podem consituir um bom desafio e um óptimo pretexto para, sem reservas de nenhum tipo, tudo fazermos para que o nosso sistema educativo evolua segura e rapidamente e se encontre finalmente com o país que deve servir. O debate pedagógico poderá finalmente ocupar o lugar a que tem direito."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Augusto Pascoal&lt;/strong&gt;, Ibidem &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-110183774495684115?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/110183774495684115/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=110183774495684115' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110183774495684115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110183774495684115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/11/frases-4.html' title='FRASES [4]'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-110100107910991582</id><published>2004-11-21T01:35:00.000Z</published><updated>2004-11-21T01:57:25.573Z</updated><title type='text'>"Queremos que os alunos encontrem na escola outros espaços, além do curricular. Isso os enriquece demais."</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;img height="200" src="http://cultural.colband.com.br/jornal/images/noticias/mauro.jpg" width="310" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mauro de Salles Aguiar&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[Jornal do Band] Num cenário cada vez mais competitivo - e estamos falando de vestibulandos -, qual o papel que cabe a uma instituição como o &lt;a href="http://www.colband.com.br/"&gt;Colégio Bandeirantes&lt;/a&gt;?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[Mauro de Salles Aguiar]&lt;/strong&gt; Nós temos uma missão bastante clara: colocar nossos alunos nas melhores instituições de ensino superior do país. Os números mostram que temos atingido nosso objetivo. Nossos alunos obtêm os mais altos índices de aprovação nos principais vestibulares. Em 2001, por exemplo, obtivemos 15% das vagas de Medicina na USP, 14% das cadeiras na &lt;strong&gt;Escola Paulista de Medicina&lt;/strong&gt;, 13% das vagas de Administração de Empresas da &lt;strong&gt;Fundação Getúlio Vargas&lt;/strong&gt;. Sessenta e três alunos nossos foram aprovados, em 2001, na &lt;strong&gt;Escola Politécnica&lt;/strong&gt;. Uma outra escola, cujos alunos conseguiram o segundo melhor resultado, conseguiu aprovar ali 24 alunos. E o número de candidatos da referida escola era praticamente o mesmo. Respondendo à sua pergunta, nosso papel continuará sendo o mesmo: colocar nossos alunos nas melhores instituições de ensino superior do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JdB] E qual o segredo do sucesso?&lt;br /&gt;[MdSA]&lt;/strong&gt; Não há segredo. Mantemos programas de capacitação de professores, incluindo mestrado e doutorado no exterior, projetos especiais, programas culturais, laboratórios e biblioteca de alto padrão, trabalhos sistematizados de apoio emocional aos adolescentes e uma das mais altas médias salariais do mercado. Além disso, somos líderes em Tecnologia Aplicada à Educação. Os resultados dos investimentos que fazemos, em todos os sentidos, não se manifestam apenas nos exames vestibulares. No Exame Nacional do Ensino Médio, de 2000, 79,23% de nossos alunos tiveram avaliação entre bom e excelente. Nenhum deles teve desempenho insuficiente. Por meio de vários projetos, procuramos atender as diferentes demandas dos alunos. Oferecemos a eles opções para que se desenvolvam plenamente. Queremos que eles encontrem na escola outros espaços, além do curricular. Isso os enriquece demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JdB] Esta é a 50.a edição do &lt;a href="http://cultural.colband.com.br/jornal/"&gt;Band&lt;/a&gt;. Qual sua avaliação do jornal?&lt;br /&gt;[MdSA]&lt;/strong&gt; O &lt;a href="http://cultural.colband.com.br/jornal/"&gt;Band&lt;/a&gt; é o principal instrumento de comunicação do &lt;a href="http://www.colband.com.br/"&gt;Colégio&lt;/a&gt;com sua comunidade. Nesse sentido ele tem sido bastante eficiente. Temos mantido esses vínculos. E é preciso entender que essa comunicação não se dá apenas com atuais alunos e seus pais, mas também com os que passaram por aqui. O jornal tem ainda um outro papel importantíssimo, que é o contato com os formadores de opinião: empresários, políticos, artistas, jornalistas. É preciso que o trabalho realizado no &lt;strong&gt;Bandeirantes&lt;/strong&gt; seja conhecido além de suas fronteiras, alcançando outros públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JdB] O Band tem cumprido seu papel?&lt;br /&gt;[MdSA]&lt;/strong&gt; Sim. Embora com outro nome - &lt;strong&gt;Educação Ilimitada&lt;/strong&gt; -, o &lt;a href="http://cultural.colband.com.br/jornal/"&gt;Band&lt;/a&gt; nasceu com uma vontade muito grande de não ser aquele, sem querer ser pejorativo, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"jornalzinho"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; de escola que fala apenas de pequenos acontecimentos internos. Claro que tais acontecimentos são importantes para os alunos que deles participam. Mas a idéia sempre foi discutir comportamento, fatos importantes para a sociedade. O objetivo sempre foi o de publicar matérias de interesse dos alunos, dos pais, de uma forma mais ampla. Algumas matérias funcionam como material didático para a própria escola. É o caso, por exemplo, da entrevista com Alberto Pfeifer. Foi um material didático importante sobre &lt;strong&gt;globalização&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Alca&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Mercosul&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;União Européia&lt;/strong&gt;, blocos econômicos, relacionamento entre os países, posicionamento do &lt;strong&gt;Brasil&lt;/strong&gt; sobre acordos comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[JdB] E a relação com os ex-alunos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[MdSA]&lt;/strong&gt; Em todos lugares que vou, encontro ex-alunos bem-sucedidos. Sempre lhes peço um cartão e os passo aos responsáveis pelo jornal, para que eles sejam entrevistados, contem suas experiências. É importante que a atual comunidade que freqüenta o &lt;strong&gt;Bandeirantes&lt;/strong&gt; conheça exemplos práticos do esforço que tem feito o &lt;a href="http://www.colband.com.br/"&gt;Colégio&lt;/a&gt; para que eles freqüentem uma universidade de primeira linha. É interessante perceber que as manifestações de apreço desses ex-alunos pelo &lt;a href="http://www.colband.com.br/"&gt;Colégio&lt;/a&gt; não têm nada de forçado. Isso é fantástico. É bom encontrar cidadãos felizes, profissionais realizados nos diferentes campos de atuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;a href="http://cultural.colband.com.br/jornal/"&gt;Jornal do Band&lt;/a&gt;] &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-110100107910991582?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/110100107910991582/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=110100107910991582' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110100107910991582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110100107910991582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/11/queremos-que-os-alunos-encontrem-na.html' title='&quot;Queremos que os alunos encontrem na escola outros espaços, além do curricular. Isso os enriquece demais.&quot;'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-110035905687301850</id><published>2004-11-13T15:16:00.000Z</published><updated>2004-11-13T15:17:36.873Z</updated><title type='text'>“Medidas de acalmia de tráfego tiveram um carácter piloto”</title><content type='html'>&lt;strong&gt;[PdE] As duas faixas da estrada nacional 10, pelo menos entre a Cova da Piedade e Corroios, separadas por traço contínuo, não serão susceptíveis de provocar problemas na fluidez do tráfego? Dificultando a passagem de veículos prioritários e, por maioria de razão, a circulação em bicicleta?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; A velha Estrada Nacional 10 será requalificada de forma a se tornar num arruamento urbano que encoraje a vivência do espaço público, a vitalidade dos espaços comerciais e protecção ambiental dos residentes (baixando o nível de tráfego e consequentemente o ruído e poluição atmosférica). Neste sentido o tráfego de atravessamento que actualmente utiliza este eixo, terá que ser desviado para a Variante da EN10. Simultaneamente a implementação de um modo de transporte rápido e fluído é expectável que encorajará a transferência de utilizadores do transporte individual para o Metro. Tendo estes objectivos em vista, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;o futuro arruamento urbano entre Corroios e a Cova da Piedade foi desenhado de forma a baixar as velocidades e fazer os atravessamentos pedonais mais confortáveis&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (evitando por isso mesmo as ultrapassagens). A circulação das bicicletas será assegurada pelos percursos cicláveis já referidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] As medidas para a acalmia do trânsito, tão amigáveis da circulação em bicicleta, vão repercutir em que troços das freguesias da Cova da Piedade e do Laranjeiro, onde habito?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; As medidas de acalmia de tráfego implementadas no âmbito do Plano de Mobilidade: Acessibilidades 21 a que se refere, tiveram um carácter piloto e outras medidas do mesmo tipo serão implementadas noutras zonas da cidade que o Plano assinalou como perigosas ou próximas de movimentos pedonais sensíveis (como por exemplo escolas, Centros de Dia, paragens de transporte rodoviário). Para mais detalhes sobre quais são as zonas previstas para a implementação deste tipo de medidas poderá consultar o Plano de Mobilidade na Ecoteca ou nos Serviços Técnicos da Câmara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Que outras medidas a CMA preconiza para estimular a utilização de outros meios de transporte alternativos ao automóvel e sobretudo para incentivar a utilização da bicicleta?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; O Plano de Mobilidade, actualmente em implementação, teve como princípio fundamental, de forma inovadora, ter uma metodologia que deu atenção a todos os modos de transporte e a integração entre eles. Para alem do Plano de Mobilidade, a CMA esta a implementar o Plano Almada Ciclavel, que estenderá o conceito de percursos de bicicleta ao resto do Concelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[Quest.: José Gustavo Teixeira]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-110035905687301850?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/110035905687301850/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=110035905687301850' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110035905687301850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110035905687301850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/11/medidas-de-acalmia-de-trfego-tiveram.html' title='“Medidas de acalmia de tráfego tiveram um carácter piloto”'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-110035898818923834</id><published>2004-11-13T14:58:00.000Z</published><updated>2004-11-13T15:20:54.090Z</updated><title type='text'>“A CMA defende o transporte de bicicletas no futuro Metro.”</title><content type='html'>&lt;strong&gt;[PdE] De que modo o espaço canal vai ser, em geral, qualificado para os ciclistas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; Sempre que há espaço disponível e a velocidade e quantidade de tráfego o justifique, o Projecto de Requalificação do Espaço Canal prevê a construção de espaços dedicados à circulação da bicicleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] A utilização da bicicleta vai ser mais facilitada, mesmo nas vias de circulação do MST?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; Como foi referido na resposta 1, e por razões de segurança, a plataforma do Metro é exclusiva à circulação das composições do metro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Vão ser construídas ciclovias em parte do percurso do MST? Em que partes?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Entre o terminal de Corroios e o centro do Laranjeiro, haverá no Espaço Canal a requalificar uma ciclovia adjacente à plataforma do Metro.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; O Plano de Mobilidade propôs a implementação de um percurso ciclável entre o Laranjeiro – Parque da Paz – Cova da Piedade – Cacilhas. No troço da Universidade haverá uma ciclovia no espaço a requalificar pelo projecto do Metro entre a Ramalha – Viaduto sobre a A2 – Terminal do Pragal e entre a Fomega e a Universidade. Entre estes dois pontos o percurso ciclável utilizará o Jardim Filipa d´Água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] O transporte de bicicleta no interior das carruagens será objecto de tarifa própria?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Câmara Municipal de Almada defende que seja permitido o transporte de bicicletas no futuro metro.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; No entanto, o Caderno de Encargos do concurso Internacional que escolheu a futura concessionária não exigia que tal aconteça. De momento nada está decidido em relação ao assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[Quest.: José Gustavo Teixeira]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-110035898818923834?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/110035898818923834/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=110035898818923834' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110035898818923834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110035898818923834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/11/cma-defende-o-transporte-de-bicicletas.html' title='“A CMA defende o transporte de bicicletas no futuro Metro.”'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-110031012185397057</id><published>2004-11-13T01:37:00.000Z</published><updated>2004-11-13T15:20:13.330Z</updated><title type='text'>AlmadaInforma esclarece dúvidas e perplexidades sobre opções do traçado do metropolitano de superfície [cont.]</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"Entre Corroios e Laranjeiro haverá uma ciclovia adjacente à plataforma do Metro."&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“A CMA defende o transporte de bicicletas no futuro Metro.”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] De que modo o espaço canal vai ser, em geral, qualificado para os ciclistas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; Sempre que há espaço disponível e a velocidade e quantidade de tráfego o justifique, o Projecto de Requalificação do Espaço Canal prevê a construção de espaços dedicados à circulação da bicicleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] A utilização da bicicleta vai ser mais facilitada, mesmo nas vias de circulação do MST?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; Como foi referido na resposta 1, e por razões de segurança, a plataforma do Metro é exclusiva à circulação das composições do metro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Vão ser construídas ciclovias em parte do percurso do MST? Em que partes?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; Entre o terminal de Corroios e o centro do Laranjeiro, haverá no Espaço Canal a requalificar uma ciclovia adjacente à plataforma do Metro. O Plano de Mobilidade propôs a implementação de um percurso ciclável entre o Laranjeiro – Parque da Paz – Cova da Piedade – Cacilhas. No troço da Universidade haverá uma ciclovia no espaço a requalificar pelo projecto do Metro entre a Ramalha – Viaduto sobre a A2 – Terminal do Pragal e entre a Fomega e a Universidade. Entre estes dois pontos o percurso ciclável utilizará o Jardim Filipa d´Água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] O transporte de bicicleta no interior das carruagens será objecto de tarifa própria?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; A Câmara Municipal de Almada defende que seja permitido o transporte de bicicletas no futuro metro. No entanto, o Caderno de Encargos do concurso Internacional que escolheu a futura concessionária não exigia que tal aconteça. De momento nada está decidido em relação ao assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“Medidas de acalmia de tráfego tiveram um carácter piloto”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] As duas faixas da estrada nacional 10, pelo menos entre a Cova da Piedade e Corroios, separadas por traço contínuo, não serão susceptíveis de provocar problemas na fluidez do tráfego? Dificultando a passagem de veículos prioritários e, por maioria de razão, a circulação em bicicleta?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; A velha Estrada Nacional 10 será requalificada de forma a se tornar num arruamento urbano que encoraje a vivência do espaço público, a vitalidade dos espaços comerciais e protecção ambiental dos residentes (baixando o nível de tráfego e consequentemente o ruído e poluição atmosférica). Neste sentido o tráfego de atravessamento que actualmente utiliza este eixo, terá que ser desviado para a Variante da EN10. Simultaneamente a implementação de um modo de transporte rápido e fluído é expectável que encorajará a transferência de utilizadores do transporte individual para o Metro. Tendo estes objectivos em vista, o futuro arruamento urbano entre Corroios e a Cova da Piedade foi desenhado de forma a baixar as velocidades e fazer os atravessamentos pedonais mais confortáveis (evitando por isso mesmo as ultrapassagens). A circulação das bicicletas será assegurada pelos percursos cicláveis já referidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] As medidas para a acalmia do trânsito, tão amigáveis da circulação em bicicleta, vão repercutir em que troços das freguesias da Cova da Piedade e do Laranjeiro, onde habito?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; As medidas de acalmia de tráfego implementadas no âmbito do Plano de Mobilidade: Acessibilidades 21 a que se refere, tiveram um carácter piloto e outras medidas do mesmo tipo serão implementadas noutras zonas da cidade que o Plano assinalou como perigosas ou próximas de movimentos pedonais sensíveis (como por exemplo escolas, Centros de Dia, paragens de transporte rodoviário). Para mais detalhes sobre quais são as zonas previstas para a implementação deste tipo de medidas poderá consultar o Plano de Mobilidade na Ecoteca ou nos Serviços Técnicos da Câmara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Que outras medidas a CMA preconiza para estimular a utilização de outros meios de transporte alternativos ao automóvel e sobretudo para incentivar a utilização da bicicleta?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; O Plano de Mobilidade, actualmente em implementação, teve como princípio fundamental, de forma inovadora, ter uma metodologia que deu atenção a todos os modos de transporte e a integração entre eles. Para alem do Plano de Mobilidade, a CMA esta a implementar o Plano Almada Ciclavel, que estenderá o conceito de percursos de bicicleta ao resto do Concelho. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;[Quest.: José Gustavo Teixeira]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-110031012185397057?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/110031012185397057/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=110031012185397057' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110031012185397057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110031012185397057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/11/almadainforma-esclarece-dvidas-e_13.html' title='AlmadaInforma esclarece dúvidas e perplexidades sobre opções do traçado do metropolitano de superfície [cont.]'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-110030888253615535</id><published>2004-11-13T01:14:00.000Z</published><updated>2004-11-13T16:01:58.643Z</updated><title type='text'>AlmadaInforma esclarece dúvidas e perplexidades sobre opções do traçado do metropolitano de superfície</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Entre Corroios e Laranjeiro haverá uma ciclovia adjacente à plataforma do Metro."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Durante meses utilizei a bicicleta nas minhas deslocações entre a casa e a escola. Apesar das dificuldades de circulação, do tráfego intenso e da ausência completa de ciclovias nos meus percursos, a opção por uma alternativa de duas rodas com pedais... pareceu-me interessante e viável. Depois as obras no espaço canal para a circulação do Metropolitano de Superfície vieram desregular tudo. A estrada nacional 10 tornou-se um percurso a evitar. Um ano mais tarde a obra continua – não sem alguns acidentes de percurso e derrapagens no tempo de execução dos trabalhos – e só muito lentamente se começa a vislumbrar alguma coisa do que será, lá para o final de 2005, a rede do MST (Metropolitano Sul do Tejo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os documentos publicados no &lt;a href="http://www.m-almada.pt/website/index.php"&gt;sítio da Câmara Municipal de Almada&lt;/a&gt; os principais objectivos do &lt;a href="http://www.m-almada.pt/mst/index.php"&gt;MST&lt;/a&gt; são três: a articulação com as redes pesadas de transportes colectivos, a articulação com a rede de transporte individual e a captação de utentes nas zonas mais densamente povoadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para esclarecer algumas dúvidas e perplexidades acerca do traçado do metropolitano e da sua compatibilidade com outros meios de transporte individual – nomeadamente a bicicleta – escrevi um breve questionário que enviei por correio electrónico para o Grupo de Missão e para o boletim AlmadaInforma, depois de ter lido um editorial do vereador António Matos. Recebi alguns dias depois a resposta, sem referência de autoria, proveniente daquela publicação autárquica. Aqui ficam as respostas, na íntegra. E o meu agradecimento aos serviços da Câmara Municipal de Almada por terem esclarecido um munícipe perplexo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[paixão da educação] A linha de passagem do MST pode ser utilizada, nalguma circunstância, por outros veículos? Quais e em que circunstâncias?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AlmadaInforma]&lt;/strong&gt; Com base na experiência recolhida em projectos de metros de superfície em meio urbano noutras cidades europeias, conclui-se que a única forma de um metro ter uma fluidez e velocidade de forma a atrair utentes do Transporte Individual, é a sua circulação em Sítio Próprio. Tal significa que a plataforma do Metro em Almada, e a exemplo de outros metros modernos, é afecta à exclusiva circulação do Metro. Excepção será naturalmente nos pontos de atravessamento perpendicular em que a rede viária actual cruza a plataforma. Nesta situação haverá semaforização e o metro terá prioridade absoluta em relação ao tráfego viário. Em situações de emergência e muito esporádicas, se houver necessidade a circulação do metro será temporariamente interrompida e a plataforma poderá ser usada por veículos de emergência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“A CMA defende o transporte de bicicletas no futuro Metro.”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] De que modo o espaço canal vai ser, em geral, qualificado para os ciclistas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; Sempre que há espaço disponível e a velocidade e quantidade de tráfego o justifique, o Projecto de Requalificação do Espaço Canal prevê a construção de espaços dedicados à circulação da bicicleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] A utilização da bicicleta vai ser mais facilitada, mesmo nas vias de circulação do MST?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; Como foi referido na resposta 1, e por razões de segurança, a plataforma do Metro é exclusiva à circulação das composições do metro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Vão ser construídas ciclovias em parte do percurso do MST? Em que partes?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; Entre o terminal de Corroios e o centro do Laranjeiro, haverá no Espaço Canal a requalificar uma ciclovia adjacente à plataforma do Metro. O Plano de Mobilidade propôs a implementação de um percurso ciclável entre o Laranjeiro – Parque da Paz – Cova da Piedade – Cacilhas. No troço da Universidade haverá uma ciclovia no espaço a requalificar pelo projecto do Metro entre a Ramalha – Viaduto sobre a A2 – Terminal do Pragal e entre a Fomega e a Universidade. Entre estes dois pontos o percurso ciclável utilizará o Jardim Filipa d´Água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] O transporte de bicicleta no interior das carruagens será objecto de tarifa própria?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; A Câmara Municipal de Almada defende que seja permitido o transporte de bicicletas no futuro metro. No entanto, o Caderno de Encargos do concurso Internacional que escolheu a futura concessionária não exigia que tal aconteça. De momento nada está decidido em relação ao assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“Medidas de acalmia de tráfego tiveram um carácter piloto.”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] As duas faixas da estrada nacional 10, pelo menos entre a Cova da Piedade e Corroios, separadas por traço contínuo, não serão susceptíveis de provocar problemas na fluidez do tráfego? Dificultando a passagem de veículos prioritários e, por maioria de razão, a circulação em bicicleta?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; A velha Estrada Nacional 10 será requalificada de forma a se tornar num arruamento urbano que encoraje a vivência do espaço público, a vitalidade dos espaços comerciais e protecção ambiental dos residentes (baixando o nível de tráfego e consequentemente o ruído e poluição atmosférica). Neste sentido o tráfego de atravessamento que actualmente utiliza este eixo, terá que ser desviado para a Variante da EN10. Simultaneamente a implementação de um modo de transporte rápido e fluído é expectável que encorajará a transferência de utilizadores do transporte individual para o Metro. Tendo estes objectivos em vista, o futuro arruamento urbano entre Corroios e a Cova da Piedade foi desenhado de forma a baixar as velocidades e fazer os atravessamentos pedonais mais confortáveis (evitando por isso mesmo as ultrapassagens). A circulação das bicicletas será assegurada pelos percursos cicláveis já referidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] As medidas para a acalmia do trânsito, tão amigáveis da circulação em bicicleta, vão repercutir em que troços das freguesias da Cova da Piedade e do Laranjeiro, onde habito?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; As medidas de acalmia de tráfego implementadas no âmbito do Plano de Mobilidade: Acessibilidades 21 a que se refere, tiveram um carácter piloto e outras medidas do mesmo tipo serão implementadas noutras zonas da cidade que o Plano assinalou como perigosas ou próximas de movimentos pedonais sensíveis (como por exemplo escolas, Centros de Dia, paragens de transporte rodoviário). Para mais detalhes sobre quais são as zonas previstas para a implementação deste tipo de medidas poderá consultar o Plano de Mobilidade na Ecoteca ou nos Serviços Técnicos da Câmara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Que outras medidas a CMA preconiza para estimular a utilização de outros meios de transporte alternativos ao automóvel e sobretudo para incentivar a utilização da bicicleta?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[AInf]&lt;/strong&gt; O Plano de Mobilidade, actualmente em implementação, teve como princípio fundamental, de forma inovadora, ter uma metodologia que deu atenção a todos os modos de transporte e a integração entre eles. Para alem do Plano de Mobilidade, a CMA esta a implementar o Plano Almada Ciclavel, que estenderá o conceito de percursos de bicicleta ao resto do Concelho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;DESTAQUES:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"A única forma de um metro ter uma fluidez e velocidade de forma a atrair utentes do Transporte Individual, é a sua circulação em Sítio Próprio."&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"O metro terá prioridade absoluta em relação ao tráfego viário."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Entre o terminal de Corroios e o centro do Laranjeiro, haverá no Espaço Canal a requalificar uma ciclovia adjacente à plataforma do Metro."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Câmara Municipal de Almada defende que seja permitido o transporte de bicicletas no futuro metro."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O futuro arruamento urbano entre Corroios e a Cova da Piedade foi desenhado de forma a baixar as velocidades e fazer os atravessamentos pedonais mais confortáveis."&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[Quest.: José Gustavo Teixeira]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-110030888253615535?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/110030888253615535/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=110030888253615535' title='55 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110030888253615535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/110030888253615535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/11/almadainforma-esclarece-dvidas-e.html' title='AlmadaInforma esclarece dúvidas e perplexidades sobre opções do traçado do metropolitano de superfície'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>55</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109992695711164522</id><published>2004-11-08T15:12:00.000Z</published><updated>2004-11-08T15:20:07.550Z</updated><title type='text'>Leituras em dia (2)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img src="http://www.gailivro.pt/images/capas/c445.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Criança e a vida&lt;/strong&gt;, Maria Rosa Colaço, Edições Gailivro, 43ª edição&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"A escola que me deram não era um desses poéticos lugares, brancos e cheios de flores, com que sonhamos no fim do curso: era um velho primeiro andar, de uma rua suja de sal, pregões e humidade.&lt;br /&gt;(...) Os rapazes que me deram também não tinham nada de comum com esses meninos de bata branca, normais nos primeiros dias de aula e que as mãezinhas nos entregam como se fossem porcelana."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109992695711164522?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109992695711164522/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109992695711164522' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109992695711164522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109992695711164522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/11/leituras-em-dia-2.html' title='Leituras em dia (2)'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109991194318726317</id><published>2004-11-08T10:55:00.000Z</published><updated>2004-11-08T11:10:08.123Z</updated><title type='text'>EM DESTAQUE (1): </title><content type='html'>&lt;strong&gt;I Colóquio de Sociologia da Educação e Administração Educacional 30 Anos de Governo Democrático das Escolas em Portugal Universidade do Minho - Braga&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DIA 5 DE NOVEMBRO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9h00m&lt;/strong&gt; Sessão de abertura&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9h30m&lt;/strong&gt; Conferência: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Gestão democrática das escolas: Da Revolução à Reforma"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Licínio C. Lima (Universidade do Minho) - Moderador: Fátima Antunes&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11h00m&lt;/strong&gt; Pausa para café&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11h15m&lt;/strong&gt; Painel &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Experiências de gestão democrática - entre o "velho" e o "novo" modelo de gestão: continuidades e rupturas"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Professores com diferentes experiências de "gestão democrática"; Membros de associações de pais/pais; Membros de associações de estudantes/alunos - Comentador: Almerindo Janela Afonso&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12h30m&lt;/strong&gt; Intervalo para almoço&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;14h00m&lt;/strong&gt; Conferência: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"A construção do projecto educativo da escola: traços de um percurso debilmente articulado"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;J. A. Costa (Universidade de Aveiro) - Moderador: Carlos Gomes&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;15h30m&lt;/strong&gt; Pausa para café&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;15h45m&lt;/strong&gt; Painel &lt;strong&gt;"Democracia e participação na organização escolar"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Escola pública: gestão democrática, colegialidade e individualismo"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;António Neto Mendes&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Os espaços e os tempos do associativismo estudantil: reabrindo os arquivos de uma investigação na escola secundária portuguesa"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;José Augusto Palhares&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Configurações culturais e o processo de construção da "gestão democrática" numa escola secundária (1974-2000)"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Leonor Torres&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Políticas neo-liberais e neo-conservadoras e o poder de participação dos pais"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Virgínio Sá - Comentador: Natércio Afonso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DIA 6 DE NOVEMBRO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9h00m&lt;/strong&gt; Painel: &lt;strong&gt;"Políticas e Processos de Gestão Democrática: As Portas que Abril Abriu"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;António Teodoro, Carlos Vilar Estêvão, Fátima C. Sanches, Stephen Stoer - Comentador: Eugénio Silva&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10h30m&lt;/strong&gt; Pausa para café&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11h00m&lt;/strong&gt; Conferência: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"A autonomia das escolas oito anos depois"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;João Barroso (Universidade de Lisboa) - Moderador: Custódia Rocha&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12h30m&lt;/strong&gt; Momento cultural&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12h45m&lt;/strong&gt; Sessão de encerramento&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109991194318726317?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109991194318726317/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109991194318726317' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109991194318726317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109991194318726317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/11/em-destaque-1.html' title='EM DESTAQUE (1): '/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109991086653408150</id><published>2004-11-08T10:43:00.000Z</published><updated>2004-11-08T10:52:21.926Z</updated><title type='text'>FRASES (3)</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"[Se eu fosse Presidente] mandava fazer um livro branco sobre a Justiça e promovia a entrega da gestão das escolas às autarquias."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;António Barreto&lt;/strong&gt; ao Público, 1 Nov 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"A divulgação do ranking tem reforçado a visão apocalíptica da escola portuguesa actual, retrato que contrasta com o de um passado idílico, paraíso perdido onde os professores verdadeiramente exigiam e ensinavam - e os alunos aprendiam."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ana Bela Silva&lt;/strong&gt;, Ibidem, 1 Nov 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Num deslumbramento típico de recém-chegados à literacia aritmética, cai-se no erro primário de julgar que os números falam por si e arrumam a realidade (a escola) em categorias naturalmente transparentes... Ora uma média não é um dado neutro, mas um indicador construído que sintetiza uma tendência central, resultado de operações (sempre discutíveis) de escolha. Faz parte das regras do jogo (científico) discutir a adequação dos instrumentos de medida àquilo que se quer medir, às características dos contextos em que se vão aplicar. A construção de rankings assenta implicitamente em pressupostos de partida, e nele espelham-se não só dimensões da escola-objecto-avaliado como pontos de vista dos autores-sujeitos-avaliadores..."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ana Bela Silva&lt;/strong&gt;, Ibidem, 1 Nov 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"O ranking aplana a heterogeneidade da população escolar, mais valia típica das escolas públicas que acolhem alunos com bagagens, trajectórias ou ambições escolares diversas - sinais de tempos diferentes. Da pré-modernidade: saídas e abandonos precoces, ingresso prematuro no mercado de trabalho, alunos "a tempo parcial", contextos familiares pouco escolarizados. E da modernidade: alunos "a tempo inteiro", famílias escolarizadas e mobilizadas para o sucesso escolar dos filhos."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ana Bela Silva&lt;/strong&gt;, Ibidem, 1 Nov 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Os alunos não são marionetas passivas do sistema de ensino; podem usar competentemente as regras do jogo e gerir, em benefício próprio e num ano difícil como o 12º, as diversas cartas do seu baralho escolar - ora para entrar no ensino superior, ora simplesmente para concluir o secundário. As notas do exame não assumem, portanto, a mesma importância em todas as disciplinas. Um exemplo. Um aluno do Agrupamento I que queira ingressar num curso de engenharia informática (específica: matemática) e possua uma média confortável do secundário, pode simplesmente desinvestir do estudo para alguns exames (ex: Química, Biologia); a nota que neles obtiver (0 ou 20) em nada afectará a sua nota da candidatura ao ensino superior. Sobre nenhum destes processos se fala ao falar do ranking das escolas..."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ana Bela Silva&lt;/strong&gt;, Ibidem, 1 Nov 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Trabalhar para o ranking" pode tornar-se um novo e perverso objectivo pedagógico das escolas: selecção subtil dos alunos que entram no 10º ano; não oferta de cursos do ensino tecnológico, onde estatisticamente se concentram os piores resultados académicos; limitação criteriosa de disciplinas de opção problemáticas, em termos dos resultados nos exames; encorajamento à reorientação de curso ou opção, à própria auto-exclusão dos alunos com maiores dificuldades escolares; acentuação de retenções no 10º ou 11º ano como forma de "selecção natural" dos melhores à frequência do 12º ano."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ana Bela Silva&lt;/strong&gt;, Ibidem, 1 Nov 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Porque se [na vida política] tudo se passa num espaço público, tudo se passa numa encenação e não numa discussão a sério, onde é necessário convencer, ser convencido, dar um passo, ceder, ganhar. Isto só se faz com alguma confidencialidade, pelo que a ideia de que na política tudo deve ser transparente é uma ideia perversa e falsa. Falsa porque quando os políticos dizem que mostram tudo é porque se reservam algures, num bar de um hotel, num sítio esconso, para terem uma conversa privada."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;António Barreto&lt;/strong&gt; ao Ibidem, 1 Nov 2004&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109991086653408150?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109991086653408150/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109991086653408150' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109991086653408150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109991086653408150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/11/frases-3.html' title='FRASES (3)'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109970290393566881</id><published>2004-11-06T01:59:00.000Z</published><updated>2004-11-06T17:14:01.993Z</updated><title type='text'>“No fim do ano poupei 6 aulas num total de sessenta”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Com que regularidade acompanhou a escrita dos alunos nos seus blogues? Que tipo de apoio lhes prestou, que tipo de trabalho faz com eles a esse nível?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Durante as aulas de AP (em Évora só nesse momento acedia à net) e nos fins-de-semana. De resto os amigos divertiam-se a acompanhar os blogs dos alunos e mandavam-me as novidades mais estridentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo no início ainda tentei um acompanhamento via sistema de comentários, mas (para além de poder parecer um metediço) o elevado número de alunos a visitar tornava tudo isto impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor acompanhamento foi feito na aula. Episodicamente fazia uma vistoria ao conjunto dos blogues para os classificar de acordo com as notas que a “disciplina” AP permitia: “Não Satisfaz”, “Satisfaz” e “Satisfaz Bem”, transmutados em “tenho um blog pobrezinho”, “tenho um blog e posso melhorar” e “o meu blog é interessante” (não seria exactamente esta a expressão, mas não andarei longe); excepcionalmente criámos uma categoria para os mais que bons, o “está a dar que falar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá para o fim do ano, a maior parte dos alunos já não me queriam por perto; gostavam de resolver sozinhos as suas dificuldades operacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Quanto tempo costumava dedicar a este trabalho de acompanhamento? Em que altura do seu dia de trabalho o realizava?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Uma vistoria completa era todo um fim-de-semana de trabalho: abrir o blog de cada um, espreitar os arquivos, ver o HTML do código fonte quando havia erros na apresentação, insistir quando teimava em não abrir, para, finalmente, actualizar todos os links no template do Geografismos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na escola acabei afastado da sala de professores: passei a maioria dos intervalos da manhã na sala de informática, mas aí, o problema da lentidão na navegação em “horas de ponta” era demolidor.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] De que modo cruzava o seu trabalho de aula com o trabalho on-line de todos os participantes, inclusive o seu? Evocava frequentemente, em ambiente de aula, o trabalho realizado on-line?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;As correcções dos testes escritos remeto-as sempre para o Geografismos (no fim do ano poupei 6 aulas num total de sessenta). Para alguns trabalhos maiores o mesmo aconteceu.&lt;br /&gt;Como a maior parte dos alunos optou por não usar os blogs para criarem conteúdos relativos às aulas, ficou para o Geografismos o papel de ligação às matérias de estudo.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Procurei dar-lhes fontes de grande qualidade (apesar da questão do Inglês): imagens de satélite das principais agências espaciais, documentos de instituições de mérito internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na aula apenas evocava os materiais on-line enquanto complemento, nunca quis usá-los como base de trabalho. Oferecia complementos. Para quem queria ir mais além oferecia, sem o intuito de ser exaustivo, links e materiais on-line. E, sobretudo, procurei dar-lhes o melhor que há na Web internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Geografismos estão disponíveis apenas 27 links referentes à Geografia que tanto servem para o terceiro ciclo como para o ensino universitário; mas são do melhor que há em termos absolutos (servem para universitários, sem dúvida, mas como todos este sites têm materiais didácticos de excelente qualidade, adequados a diferentes níveis etários, não é desajustado remeter para tais links os alunos mais afoitos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Misturar materiais mais acessíveis com outros de elevada qualidade permite-me, também, salvaguardar os alunos mais dotados: se avançar muito mais rapidamente que outros nas matérias de estudo, não terá, contudo, razões para ficar bloqueado ou saturado pelo ritmo mais lento dos restantes colegas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[Quest. Geografismos: “A cada professor, a cada aluno um blog!”]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109970290393566881?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109970290393566881/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109970290393566881' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109970290393566881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109970290393566881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/11/no-fim-do-ano-poupei-6-aulas-num-total.html' title='“No fim do ano poupei 6 aulas num total de sessenta”'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109970269462229692</id><published>2004-11-06T01:53:00.000Z</published><updated>2004-11-06T17:15:37.960Z</updated><title type='text'>"O Meu Prozac"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;[PdE]&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;A escrita regular no blog alterou de algum modo a relação dos alunos entre si, no contexto da escola e da sala de aula, e destes com o professor? – uma vez que este exercício de escrita veio introduzir uma nova dimensão de relação entre os vários intervenientes. Mudou a relação dos alunos com a disciplina?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Creio que sim. Tive revelações inesperadas do carácter e do trabalho com qualidade que um aluno de 12 anos pode dar. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fiz questão de não trazer para a Internet a relação do professor-aluno baseada na autoridade social, seria fugir desnecessariamente ao espírito da blogosfera.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em simultâneo, fui sempre organizado, exigente, duro e fraterno, claro nas acções tomadas; enquanto que, pelo lado dos alunos, havia o interesse em não ficarem excluídos das sessões de trabalho; o somatório final reflectiu-se na sala de aula: queria um ambiente de equipa, de trabalho, mandava neles através do exemplo, impunha-me pelo conhecimento e experiência. Lá para o fim já não era necessário mandar, cada um sabia o seu papel. Ganhámos imenso tempo de trabalho com este espírito de grupo. Em Geografia, já sem PC’s, o ambiente continuava. (É claro que foram situações de aula pouco comuns e não podem servir de exemplo, mas trata-se do meu ideal de liderança de grupos e tento, actualmente, recriá-lo na nova escola – uma pena ter de recomeçar tudo, todos os anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] De que modo considera que estes novos recursos podem ser utilizados mais extensamente pelas escolas? Considera que as escolas, e nomeadamente os professores, estão a explorar estes recursos devidamente com os seus alunos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Basta ter mais PC’s e boas ligações de banda larga. Mais cedo ou mais tarde surgirá alguém com vontade de usar estas ferramentas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda parte da vossa questão leva-nos à dificuldade da sub-exploração dos recursos, do desinteresse generalizado que não sei como podemos alterar; mas será irrelevante dar conselhos de como alguém deve proceder ou mudar de hábitos de trabalho, procedo eu, mudo eu e, ainda assim, já é o que é…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] O projecto para este ano lectivo mantém as premissas iniciais? Apenas mudam os protagonistas? Ou a eventualidade de mudar de escola, como deixa implícito no blog, obriga-o a partir do zero?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Mais ou menos. Estou mais afinado, posso ser mais eficaz. Veremos. Acabei por mudar de escola, comecei as aulas apenas a 11 de Outubro, pelo que ainda é cedo para perceber o rumo de tudo isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As novas dificuldades: as condições materiais. De escola para escola as condições físicas e os hábitos de trabalho são tão distintos que pequenos nadas tornam-se grandes obstáculos. Este ano, por exemplo, tenho de encontrar um servidor exclusivamente meu. A sala de informática está inoperacional, sendo o melhor espaço de trabalho uma secção da biblioteca com 10 PC’s ultra lentos e com os quais apenas podemos contar duas vezes ao longo do mês de Novembro e outras duas no mês de Dezembro. Também a quantidade de alunos é 3 vezes menos (porque só lecciona AP quem é DT).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As novas facilidades: os alunos e professores. Talvez haja mais gente interessada, alunos muito dedicados (é o que me parece por agora): já fizeram blogs apesar de termos tido uma única aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desafio-me a encontrar uma solução à prova das oscilações conjunturais. Não será o melhor, mas, provavelmente, passará por centrar o trabalho na minha pessoa, depender de mim próprio. Irei inventando algumas respostas em prol da continuidade. Quem sabe o Geografismos não se venha a transformar no meu Prozac para estes dias de confusão educacional…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[Quest. Geografismos: "A cada professor, a cada aluno um blog!"] &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109970269462229692?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109970269462229692/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109970269462229692' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109970269462229692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109970269462229692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/11/o-meu-prozac.html' title='&quot;O Meu Prozac&quot;'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109970517884404597</id><published>2004-11-06T01:35:00.000Z</published><updated>2004-11-06T01:39:38.843Z</updated><title type='text'>CAIXA: "O Geografismos nasceu para dar o exemplo de como se faz."</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Pedia-lhe uma síntese descritiva do projecto Geografismos, a anteceder as respostas ao questionário que se segue.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Geografismos foi feito para ensinar alunos do 7º ano de Área de Projecto [AP] a criarem os seus próprios blogs individuais. Rapidamente passou a servir-lhes de ligação, suportando, também, materiais para as aulas de Geografia e contactos com os encarregados de educação ou público em geral. Aqui se publicitam as notas, trabalhos, matérias de estudo ou informações ligadas de uma forma ou outra à Geografia e ciência em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os primórdios:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Foi decisivo ser o professor de AP em 3 turmas de sétimo de ano.&lt;/strong&gt; Não tinha par pedagógico e estava livre para inventar algo que desconhecia se teria ou não viabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pude contar com a reserva da sala de informática para o ano lectivo inteiro.&lt;/strong&gt; Informara-me dos limites às requisições e seus critérios, como contrapartida sugeri que cederia a sala sempre que preciso, bastando um aviso informal do colega interessado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Visto a maioria dos alunos não contar com Internet em casa&lt;/strong&gt; comecei com os rudimentos: criar contas de correio, usar programas básicos como o Paint, Internet Explorer e Explorador do Windows e algumas habilidades como o ctrl+z ou ctrl+c.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A simplicidade dos blogs permite que cada aluno tenha o seu,&lt;/strong&gt; contudo é necessário um acompanhamento e conhecimentos mínimos: algum HTML, enviar ficheiros para servidores, criar e editar blogs. Nunca construíra um site, pelo que comecei do zero absoluto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Geografismos nasceu para dar o exemplo de como se faz.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[Quest. Geografismos: “A cada professor, a cada aluno um blog!”] &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109970517884404597?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109970517884404597/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109970517884404597' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109970517884404597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109970517884404597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/11/caixa-o-geografismos-nasceu-para-dar-o.html' title='CAIXA: &quot;O Geografismos nasceu para dar o exemplo de como se faz.&quot;'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109970481278567794</id><published>2004-11-06T01:20:00.000Z</published><updated>2004-11-06T17:42:00.180Z</updated><title type='text'>Geografismos: uma experiência pedagógica entre a divulgação científica e o jornal de parede</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;“A cada professor, a cada aluno um blog!”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O geografismos - diário de campo on-line para alunos de Geografia – é o blog de Luís Palma de Jesus. Mas neste caso quem diz blog também diz projecto pedagógico concebido para jovens de 12 a 13 anos, com uma grande variedade de sugestões de trabalho no âmbito daquela disciplina. O geografismos “foi feito para ensinar alunos do 7º ano de Área de Projecto a criarem os seus blogs individuais”. Em pouco tempo o geografismos, “que nasceu para dar o exemplo de como se faz”, ajudaria os alunos de três turmas da escola EB 2,3 de Santa Clara, Évora, a criar e manter um total de 71 blogs. Em condições muito precárias de acesso, sem grandes incentivos, à sua conta. Do ano lectivo passado para este o diário de campo acompanhou a itinerância do professor que o criou e mantém actualizado quase diariamente. Hoje a experiência da descoberta renova-se. São outros alunos, é outra escola, outros problemas... a mesma dificuldade de acesso. Pedimos ao Luís Palma de Jesus que respondesse a um questionário que lhe enviámos por correio electrónico. Aqui ficam, na íntegra, as respostas às perguntas. Recomenda-se vivamente uma visita demorada ao geografismos. Tem muito para explorar e esteticamente é um primor.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[paixão da educação] Geografismos é um projecto pessoal, de trabalho conjunto com alunos, ou uma iniciativa partilhada com outros intervenientes da escola, num âmbito mais alargado?&lt;br /&gt;[Luís Palma de Jesus]&lt;/strong&gt; É trabalho pessoal e assim deve continuar. Uma ferramenta que cada Director de Turma [DT], cada professor pode ter para linkar-se aos seus alunos. A cada professor um blog, a cada aluno um blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Lendo os primeiros posts pareceu-nos que Geografismos começou por ser, sobretudo, uma plataforma de comunicação com os seus alunos, no âmbito da disciplina, e de apoio às aulas. E que depois evoluiu para um sítio com cruzamentos interdisciplinares e com conteúdos mais variados. Teve colaborações de outras áreas do saber, nomeadamente de outras disciplinas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; O crescimento fez-se por tentativa e erro. A expansão para temas associados à Geografia não teve outra justificação que não a de “interesses pessoais”. Desejei evoluir para um blog de “divulgação científica para alunos dos onze aos treze anos de idade” em simultâneo com o lado mais prático de um “jornal de parede”. Por circunstâncias casuais as colaborações foram demasiado raras e exteriores ao circuito do professorado, tratou-se de cedências de fotografias, jogos e outros materiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As melhores trocas vieram de outros blogs, ficando a questão interdisciplinar confinada a um papel residual. Enfim, tenho uma concepção do termo um tanto restrita e raramente o uso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“Postar pelo menos duas vezes por semana”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Qual a atitude dos seus alunos quando começou a desenvolver este projecto? Aceitaram a ideia como um desafio? Não teve recusas por parte deles? E como reagiram os pais?&lt;br /&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Obviamente impus-lhes os blogs. Na primeira aula pressenti-lhes a já clássica expectativa de trabalhar em grupo um tema escolhido por todos; forcei-os a aceitar a minha proposta, aliciando-os com dois argumentos: computadores e Internet. Tinha de ser assim, visto nenhum deles saber o que era um blog, ou como criar um site pessoal. Só a hipótese de termos a sala de informática por nossa conta levou a uma reacção entusiástica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os convencer definitivamente apresentei-lhes o Geografismos e acrescentei uma selecção de meia dúzia de blogs que reuniam uma excelente qualidade escrita e gráfica e que sabia, à partida, agradar aos moços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de criarmos blogs treinámos algumas competências informáticas. Depois, foi só trabalhar com casos reais e claros. Mesmo quando desconhecia o que ia fazer no momento seguinte, dei sempre o exemplo. Creio que ajudou trabalharmos com objectivos muito simples: guardar e redimensionar imagens, criar uma conta de correio electrónico, inserir texto ou escrever tags HTML. Em momento algum deixei os alunos baralhados ou sem saber o que andavam para ali a fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado havia o entusiasmo das novas tecnologias. A sala de informática é um sucesso em qualquer escola (sobretudo pela possibilidade do Messenger, jogos e correio electrónico…) e, com um trabalho deste género, eles tinham para si, durante 90 minutos semanais, o objecto de desejo mais cobiçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Que critérios foram sugeridos aos alunos para a concepção dos seus blogues particulares? – Fazemos esta pergunta ao verificarmos a grande variedade de opções temáticas e alguma diferença nos produtos finais.&lt;br /&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Pretendia sugerir-lhes o mínimo possível de critérios. Mas para desencadear o trabalho arrolei uma série de procedimentos técnicos a dominar. Depois, já o blog estava feito, registei hesitações: não sabiam como postar, nem o que escrever; parecia a famosa síndrome do escritor defronte da folha branca, alargado a um grupo de vinte e tantos alunos. Assim, e por uma única vez, ditei o que deveriam escrever: apresentarem-se ao público referindo a sua condição de alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por vezes esqueci que tinha perante mim alunos sem hábitos informáticos e senti-me defraudado com o tempo perdido em assuntos triviais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas hesitei quando reparei na calamidade do português escrito da maioria destes jovens bloguistas. Deveria intervir e corrigi-los? Felizmente o elevado número de alunos (71) impôs-me alguma sensatez. Era humanamente impossível corrigir tudo. Sei, agora, que uma intervenção de tipo policial é desmobilizadora; sei, agora, que os próprios tendem a autocorrigir-se e, por vezes, a corrigir os outros via sistema de comentários (uma questão de não passarem vergonhas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a conteúdos nada sugeri. Tínhamos a seguinte regra: postar pelo menos duas vezes por semana (tarefa difícil, pois os 90 minutos de computação por turma, apesar de garantidos, estavam reduzidos a metade pela partilha dos pc’s por pares, pela lentidão do acesso à net ou pela inoperacionalidade dos servidores que alojavam os blogues).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitei ainda o facto dos alunos escreverem sistematicamente, em Formação Cívica, críticas e autocríticas sobre a semana de aulas (uma excelente sugestão do Paulo Leal, DT de uma das turmas envolvidas). Deviam postar os seus “Relatórios Críticos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à “liberdade de expressão” criei um limite: Não usar o blog para difamar professores ou alunos. Como os códigos do blog eram conhecidos unicamente pelo aluno, caso não respeitassem esta regra o link do blog seria retirado do Geografismos, o seu autor avaliado negativamente e remetido para outros trabalhos. Devo dizer que nunca, nem de perto, nem de longe, houve algum reparo a fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“O gosto pelas TIC não era dominante na escola”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Um projecto inovador como este, que envolveu não só a sua disciplina, mas também áreas curriculares não disciplinares, foi acompanhado com interesse pela escola, nomeadamente pelos colegas de trabalho mais directamente envolvidos com as turmas que participam?&lt;br /&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Não muito. Julgo que por mero acaso o gosto pelas TIC não era dominante na escola. Ao nível das turmas aconteceu que nenhum dos professores se sentia à vontade com as novas tecnologias. O assunto “blogs” era, ao momento, desconhecido, sendo, inclusive, o uso da informática em AP muito residual (normalmente, pesquisas no Google). Contudo esta aparente adversidade permitiu-me requisitar a sala de informática durante um ano inteiro sem prejudicar ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Factor explicativo, não menos importante, encontra-se no meu estatuto profissional que me leva, enquanto professor contratado, a deambular anualmente pelas mais distintas escolas. Chegar a um estabelecimento que já tem a sua “cultura de trabalho” e impor novidades, ou mudanças acentuadas, não será o mais natural. Compreendo que não haja tempo, disponibilidade e sensibilidade para calcular as consequências dum trabalho nestes moldes por parte de colegas que não me conhecem. E, de resto, será legítimo esperar que outros apreciem trabalhos on-line com a intensidade com que o faço?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Teve apoios, inclusive aconselhamento técnico, de algum tipo para manter e desenvolver este sítio?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Felizmente o Geografismos é simples do ponto de vista técnico, e qualquer um, imbuído de empenho mínimo, pode fazer igual. Não houve, nem foi necessário, ajudas externas. Aliás, a sua evolução pautou-se pela regra do “simples”: ter apenas o necessário e sem adornos. Ferramentas elaboradas ou exóticas não interessam. O ideal perseguido foi ter lá bons conteúdos e evitar complexidades técnicas. A consequência imediata foi uma simplicidade que me salvou da dependência de “oscilações laborais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ajuda que pedi, e tive, foi espaço no servidor da escola para alojar documentos e imagens. Mas este é um vínculo a não manter no futuro, pois arrisco mudanças sucessivas de escola, as equipas técnicas estão sujeitas a constantes alterações, e, quem venha, não irá perceber, por exemplo, porque há uma pasta aparentemente inútil, a ocupar 25 MB de espaço alojados, no longínquo ano de 2003, no servidor de uma escola onde não trabalho…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, mesmo que houvesse inúmeros “apoios” e “aconselhamentos técnicos” convirá não depender deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“Pessoalmente senti sucesso por todo o lado.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] O interesse dos alunos manteve-se a bom nível durante todo o ano ou sofreu flutuações e momentos baixos? Como conseguiu motivá-los para este trabalho?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Creio que o interesse foi razoável e constante. O senão era uma falta de hábitos de leitura e escrita. Se reparar escreveram pouco e, nesse pouco, sobressai o mau português. Às tantas, muitos optaram por postar imagens e frases curtas e descritivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoalmente senti sucesso por todo o lado. Quem entrava na sala de informática deparava-se com um ambiente de trabalho onde apenas se sussurrava (diga-se que para estes alunos falar alto e incidentes disciplinares era a norma). Não tive os casos de indisciplina comuns noutras ocasiões (só na minha direcção de turma fui instrutor de seis processos disciplinares graves, tendo detectado uma situação gravíssima de bullying). Nenhum aluno queria ser afastado do seu PC e isso para mim foi o suficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Quais as mais valias de aprendizagem que ele representou no contexto da disciplina, de acordo com a sua avaliação?&lt;br /&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Não estive atento, melhor, não tive como avaliar seriamente o impacto deste trabalho. Intuitivamente digo-vos que, para ter algum efeito, é necessário os alunos terem também o seu blog, estarmos nisto juntos. A recepção do Geografismos na turma que apenas tinha Geografia comigo foi muito menos intensa (coincidentemente, era a turma com maiores dificuldades de aprendizagem, menor número de PC’s em casa e menor número de idas à sala de informática).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Geografismos, para além dos comentários “fun” do professor, encontravam dicas e materiais úteis, datas de trabalhos e testes corrigidos. Imagens e textos de grande qualidade eram linkados e completados nas aulas por materiais algo exóticos e de igual qualidade (cartas militares, negativos de fotografias aéreas, ortofotomapas, cartas imagem, etc.). Creio que o conjunto final transmitia uma sensação de rigor, esforço e alguma “conexão” ao mundo real da Geografia e ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Os alunos que participaram no projecto acedem aos blogues geralmente a partir de casa ou da escola que frequentam?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Em Évora poucos tinham Internet em casa. Sei que por altura do Natal os blogs foram a desculpa ideal para exigir a net como prenda no sapato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior volume de acessos vinha da sala de informática, facto que me levou a instalar um contador baseado em “hits” e não em visitantes; houve dias que os catorze PC da escola eram visitados por mais de quarenta alunos bloguistas (ninguém tinha que abrir obrigatoriamente o blog do professor para trabalhar, pelo que fiquei muito curioso quanto ao número dos que livremente o faziam).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirando as aulas de AP havia os intervalos e furos que eram passados a postar e a pesquisar materiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No presente ano, no Pinheirinho, Almada, apesar de alguns alunos não terem acesso à Internet no seu lar, creio que o uso domiciliar de pc’s explicará uma maior facilidade na criação de blogs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Como resolveu o problema da privacidade dos alunos e da sua própria, que acabam um pouco expostas num blogue com estas características, e para mais num âmbito escolar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; A ideia foi justamente expor-nos ao olhar e avaliação dos outros. Prefiro dar aulas de porta aberta, tal como prefiro mostrar o trabalho que andamos a fazer. Assino no blog sem pseudónimo, é o meu nome, é o meu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incentivo e pratico a exposição como uma forma de responsabilização, sujeito-me a ser avaliado da mesma forma que os trabalhos dos meus alunos são sujeitos à avaliação do público em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à reserva de privacidade em relação a internautas mal intencionados exigi o óbvio: telefones, códigos, moradas e outras informações só se trocam cara a cara. Quanto ao resto são informações públicas que qualquer um pode aceder através duma pauta afixada no átrio da escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebi apenas uma intromissão não desejada: o meu mail teve um ligeiro acréscimo de lixo electrónico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Permitam-me uma observação genérica: questões de privacidade mais graves são levantadas pelos telemóveis de terceira geração, com máquina fotográfica incorporada. Permitindo a circulação anónima de imagens não consentidas na rede. Sobre eles recai o meu único zelo de professor preocupado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“Quanto aos colegas, no meu local de trabalho, a recepção é distanciada.”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Teve conhecimento de que os pais dos alunos acompanhassem esta iniciativa e acedessem ao Geografismos? Recebeu algum eco desse acompanhamento eventual dos EE?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Alguns pais fizeram-no. No ano anterior recebi publicamente elogios, sobretudo do Representante dos Encarregados de Educação que se mostrou atento e prestável em bons conselhos. Outros pais aproveitaram a existência de mail para solicitar respostas muito dirigidas aos assuntos dos seus educandos. Diga-se, contudo, que do ponto de vista parental o mail pode ser muito mais útil do que o próprio blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na nova escola suspeito que haja um acompanhamento mais numeroso devido a circunstâncias sociais distintas das do ano anterior, talvez outros hábitos culturais. Veremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] A sua experiência tem sido seguida na escola por outros colegas, ou é um caso isolado? Tem conhecimento de que outros colegas de escola utilizam este formato do weblog para as suas aulas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Dedicados a alunos conheço o &lt;a href="http://gentejovem.blogspot.com/"&gt;GENTE JOVEM&lt;/a&gt;, entretanto desactivado, o &lt;a href="http://ouguela.blogspot.com/"&gt;OUGUELA BLOG&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://netescrita.blogspot.com/"&gt;NETESCRITA&lt;/a&gt; com os quais tenho criado laços. Há depois um razoável número de blogs, com grande qualidade, dedicados a reflectir a escola e a educação em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos colegas, no meu local de trabalho, a recepção é distanciada. As TIC, e os blogs sobretudo, se conhecidos, são encarados como modismos. Repare que é fácil encontrar no professorado algum desconhecimento de software como o Word ou Excel. Seria inusitado pedir-lhes algum tipo de empatia para com a blogosfera…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Actualmente, na escola do Pinheirinho, encontro uma disponibilidade individual muito mais promissora (ando a convencer três colegas a criarem os seus weblogs, e a professora de português iniciou o seu recentemente), apesar de outras dificuldades surgirem: uma ligação de 128kb para todos os PC’s em rede torna impossível correr o Geografismos, uma sala de informática que não funciona e um cubículo com PC’s na biblioteca cujo uso é disputado por todos…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“No fim do ano poupei 6 aulas num total de sessenta”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Com que regularidade acompanhou a escrita dos alunos nos seus blogues? Que tipo de apoio lhes prestou, que tipo de trabalho faz com eles a esse nível?&lt;br /&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Durante as aulas de AP (em Évora só nesse momento acedia à net) e nos fins-de-semana. De resto os amigos divertiam-se a acompanhar os blogs dos alunos e mandavam-me as novidades mais estridentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo no início ainda tentei um acompanhamento via sistema de comentários, mas (para além de poder parecer um metediço) o elevado número de alunos a visitar tornava tudo isto impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor acompanhamento foi feito na aula. Episodicamente fazia uma vistoria ao conjunto dos blogues para os classificar de acordo com as notas que a “disciplina” AP permitia: “Não Satisfaz”, “Satisfaz” e “Satisfaz Bem”, transmutados em “tenho um blog pobrezinho”, “tenho um blog e posso melhorar” e “o meu blog é interessante” (não seria exactamente esta a expressão, mas não andarei longe); excepcionalmente criámos uma categoria para os mais que bons, o “está a dar que falar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá para o fim do ano, a maior parte dos alunos já não me queriam por perto; gostavam de resolver sozinhos as suas dificuldades operacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Quanto tempo costumava dedicar a este trabalho de acompanhamento? Em que altura do seu dia de trabalho o realizava?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Uma vistoria completa era todo um fim-de-semana de trabalho: abrir o blog de cada um, espreitar os arquivos, ver o HTML do código fonte quando havia erros na apresentação, insistir quando teimava em não abrir, para, finalmente, actualizar todos os links no template do Geografismos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na escola acabei afastado da sala de professores: passei a maioria dos intervalos da manhã na sala de informática, mas aí, o problema da lentidão na navegação em “horas de ponta” era demolidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] De que modo cruzava o seu trabalho de aula com o trabalho on-line de todos os participantes, inclusive o seu? Evocava frequentemente, em ambiente de aula, o trabalho realizado on-line?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; As correcções dos testes escritos remeto-as sempre para o Geografismos (no fim do ano poupei 6 aulas num total de sessenta). Para alguns trabalhos maiores o mesmo aconteceu.&lt;br /&gt;Como a maior parte dos alunos optou por não usar os blogs para criarem conteúdos relativos às aulas, ficou para o Geografismos o papel de ligação às matérias de estudo. Procurei dar-lhes fontes de grande qualidade (apesar da questão do Inglês): imagens de satélite das principais agências espaciais, documentos de instituições de mérito internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na aula apenas evocava os materiais on-line enquanto complemento, nunca quis usá-los como base de trabalho. Oferecia complementos. Para quem queria ir mais além oferecia, sem o intuito de ser exaustivo, links e materiais on-line. E, sobretudo, procurei dar-lhes o melhor que há na Web internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Geografismos estão disponíveis apenas 27 links referentes à Geografia que tanto servem para o terceiro ciclo como para o ensino universitário; mas são do melhor que há em termos absolutos (servem para universitários, sem dúvida, mas como todos este sites têm materiais didácticos de excelente qualidade, adequados a diferentes níveis etários, não é desajustado remeter para tais links os alunos mais afoitos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Misturar materiais mais acessíveis com outros de elevada qualidade permite-me, também, salvaguardar os alunos mais dotados: se avançar muito mais rapidamente que outros nas matérias de estudo, não terá, contudo, razões para ficar bloqueado ou saturado pelo ritmo mais lento dos restantes colegas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“O meu Prozac”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] A escrita regular no blog alterou de algum modo a relação dos alunos entre si, no contexto da escola e da sala de aula, e destes com o professor? – uma vez que este exercício de escrita veio introduzir uma nova dimensão de relação entre os vários intervenientes. Mudou a relação dos alunos com a disciplina?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Creio que sim. Tive revelações inesperadas do carácter e do trabalho com qualidade que um aluno de 12 anos pode dar. Fiz questão de não trazer para a Internet a relação do professor-aluno baseada na autoridade social, seria fugir desnecessariamente ao espírito da blogosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em simultâneo, fui sempre organizado, exigente, duro e fraterno, claro nas acções tomadas; enquanto que, pelo lado dos alunos, havia o interesse em não ficarem excluídos das sessões de trabalho; o somatório final reflectiu-se na sala de aula: queria um ambiente de equipa, de trabalho, mandava neles através do exemplo, impunha-me pelo conhecimento e experiência. Lá para o fim já não era necessário mandar, cada um sabia o seu papel. Ganhámos imenso tempo de trabalho com este espírito de grupo. Em Geografia, já sem PC’s, o ambiente continuava. (É claro que foram situações de aula pouco comuns e não podem servir de exemplo, mas trata-se do meu ideal de liderança de grupos e tento, actualmente, recriá-lo na nova escola – uma pena ter de recomeçar tudo, todos os anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] De que modo considera que estes novos recursos podem ser utilizados mais extensamente pelas escolas? Considera que as escolas, e nomeadamente os professores, estão a explorar estes recursos devidamente com os seus alunos?&lt;br /&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Basta ter mais PC’s e boas ligações de banda larga. Mais cedo ou mais tarde surgirá alguém com vontade de usar estas ferramentas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda parte da vossa questão leva-nos à dificuldade da sub-exploração dos recursos, do desinteresse generalizado que não sei como podemos alterar; mas será irrelevante dar conselhos de como alguém deve proceder ou mudar de hábitos de trabalho, procedo eu, mudo eu e, ainda assim, já é o que é…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] O projecto para este ano lectivo mantém as premissas iniciais? Apenas mudam os protagonistas? Ou a eventualidade de mudar de escola, como deixa implícito no blog, obriga-o a partir do zero?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Mais ou menos. Estou mais afinado, posso ser mais eficaz. Veremos. Acabei por mudar de escola, comecei as aulas apenas a 11 de Outubro, pelo que ainda é cedo para perceber o rumo de tudo isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As novas dificuldades: as condições materiais. De escola para escola as condições físicas e os hábitos de trabalho são tão distintos que pequenos nadas tornam-se grandes obstáculos. Este ano, por exemplo, tenho de encontrar um servidor exclusivamente meu. A sala de informática está inoperacional, sendo o melhor espaço de trabalho uma secção da biblioteca com 10 PC’s ultra lentos e com os quais apenas podemos contar duas vezes ao longo do mês de Novembro e outras duas no mês de Dezembro. Também a quantidade de alunos é 3 vezes menos (porque só lecciona AP quem é DT).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As novas facilidades: os alunos e professores. Talvez haja mais gente interessada, alunos muito dedicados (é o que me parece por agora): já fizeram blogs apesar de termos tido uma única aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desafio-me a encontrar uma solução à prova das oscilações conjunturais. Não será o melhor, mas, provavelmente, passará por centrar o trabalho na minha pessoa, depender de mim próprio. Irei inventando algumas respostas em prol da continuidade. Quem sabe o Geografismos não se venha a transformar no meu Prozac para estes dias de confusão educacional…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;DESTAQUES:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Pessoalmente senti sucesso por todo o lado. Quem entrava na sala de informática deparava-se com um ambiente de trabalho onde apenas se sussurrava (diga-se que para estes alunos falar alto e incidentes disciplinares eram a norma).”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“No Geografismos, para além dos comentários “fun” do professor, encontravam dicas e materiais úteis, datas de trabalhos e testes corrigidos. Imagens e textos de grande qualidade eram linkados e completados nas aulas por materiais algo exóticos e de igual qualidade (cartas militares, negativos de fotografias aéreas, ortofotomapas, cartas imagem, etc.).”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“As correcções dos testes escritos remeto-as sempre para o Geografismos (no fim do ano poupei 6 aulas num total de sessenta). Para alguns trabalhos maiores o mesmo aconteceu. Como a maior parte dos alunos optou por não usar os blogs para criarem conteúdos relativos às aulas, ficou para o Geografismos o papel de ligação às matérias de estudo.”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Alguns pais aproveitaram a existência de mail para solicitar respostas muito dirigidas aos assuntos dos seus educandos. Diga-se, contudo, que do ponto de vista parental o mail pode ser muito mais útil do que o próprio blog.”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Quanto aos colegas, no meu local de trabalho, a recepção é distanciada. As TIC, e os blogs (...) são encarados como modismos. Repare que é fácil encontrar no professorado algum desconhecimento de software como o Word ou Excel. Seria inusitado pedir-lhes algum tipo de empatia para com a blogosfera…”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Uma vistoria completa era todo um fim-de-semana de trabalho: abrir o blog de cada um, espreitar os arquivos, ver o HTML do código fonte quando havia erros na apresentação, insistir quando teimava em não abrir, para, finalmente, actualizar todos os links no template do Geografismos. Na escola acabei afastado da sala de professores: passei a maioria dos intervalos da manhã na sala de informática, mas aí, o problema da lentidão na navegação em “horas de ponta” era demolidor.”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Em Évora poucos tinham Internet em casa. Sei que por altura do Natal os blogs foram a desculpa ideal para exigir a net como prenda no sapato.”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Incentivo e pratico a exposição como uma forma de responsabilização, sujeito-me a ser avaliado da mesma forma que os trabalhos dos meus alunos são sujeitos à avaliação do público em geral.”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Fiz questão de não trazer para a Internet a relação do professor-aluno baseada na autoridade social; seria fugir desnecessariamente ao espírito da blogosfera.”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;[Quest.: José Gustavo Teixeira] &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109970481278567794?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109970481278567794/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109970481278567794' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109970481278567794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109970481278567794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/11/geografismos-uma-experincia-pedaggica.html' title='Geografismos: uma experiência pedagógica entre a divulgação científica e o jornal de parede'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109970402845731220</id><published>2004-11-06T01:13:00.000Z</published><updated>2004-11-06T17:40:55.306Z</updated><title type='text'>“A cada professor, a cada aluno um blog!” (continuação)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“O gosto pelas TIC não era dominante na escola”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Um projecto inovador como este, que envolveu não só a sua disciplina, mas também áreas curriculares não disciplinares, foi acompanhado com interesse pela escola, nomeadamente pelos colegas de trabalho mais directamente envolvidos com as turmas que participam?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Não muito. Julgo que por mero acaso o gosto pelas TIC não era dominante na escola. Ao nível das turmas aconteceu que nenhum dos professores se sentia à vontade com as novas tecnologias. O assunto “blogs” era, ao momento, desconhecido, sendo, inclusive, o uso da informática em AP muito residual (normalmente, pesquisas no Google). Contudo esta aparente adversidade permitiu-me requisitar a sala de informática durante um ano inteiro sem prejudicar ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Factor explicativo, não menos importante, encontra-se no meu estatuto profissional que me leva, enquanto professor contratado, a deambular anualmente pelas mais distintas escolas. Chegar a um estabelecimento que já tem a sua “cultura de trabalho” e impor novidades, ou mudanças acentuadas, não será o mais natural. Compreendo que não haja tempo, disponibilidade e sensibilidade para calcular as consequências dum trabalho nestes moldes por parte de colegas que não me conhecem. E, de resto, será legítimo esperar que outros apreciem trabalhos on-line com a intensidade com que o faço?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Teve apoios, inclusive aconselhamento técnico, de algum tipo para manter e desenvolver este sítio?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Felizmente o Geografismos é simples do ponto de vista técnico, e qualquer um, imbuído de empenho mínimo, pode fazer igual. Não houve, nem foi necessário, ajudas externas. Aliás, a sua evolução pautou-se pela regra do “simples”: ter apenas o necessário e sem adornos. Ferramentas elaboradas ou exóticas não interessam. O ideal perseguido foi ter lá bons conteúdos e evitar complexidades técnicas. A consequência imediata foi uma simplicidade que me salvou da dependência de “oscilações laborais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ajuda que pedi, e tive, foi espaço no servidor da escola para alojar documentos e imagens. Mas este é um vínculo a não manter no futuro, pois arrisco mudanças sucessivas de escola, as equipas técnicas estão sujeitas a constantes alterações, e, quem venha, não irá perceber, por exemplo, porque há uma pasta aparentemente inútil, a ocupar 25 MB de espaço alojados, no longínquo ano de 2003, no servidor de uma escola onde não trabalho…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, mesmo que houvesse inúmeros “apoios” e “aconselhamentos técnicos” convirá não depender deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“Pessoalmente senti sucesso por todo o lado.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] O interesse dos alunos manteve-se a bom nível durante todo o ano ou sofreu flutuações e momentos baixos? Como conseguiu motivá-los para este trabalho?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Creio que o interesse foi razoável e constante. O senão era uma falta de hábitos de leitura e escrita. Se reparar escreveram pouco e, nesse pouco, sobressai o mau português. Às tantas, muitos optaram por postar imagens e frases curtas e descritivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoalmente senti sucesso por todo o lado. Quem entrava na sala de informática deparava-se com um ambiente de trabalho onde apenas se sussurrava (diga-se que para estes alunos falar alto e incidentes disciplinares era a norma). Não tive os casos de indisciplina comuns noutras ocasiões (só na minha direcção de turma fui instrutor de seis processos disciplinares graves, tendo detectado uma situação gravíssima de bullying). Nenhum aluno queria ser afastado do seu PC e isso para mim foi o suficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Quais as mais valias de aprendizagem que ele representou no contexto da disciplina, de acordo com a sua avaliação?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Não estive atento, melhor, não tive como avaliar seriamente o impacto deste trabalho. Intuitivamente digo-vos que, para ter algum efeito, é necessário os alunos terem também o seu blog, estarmos nisto juntos. A recepção do Geografismos na turma que apenas tinha Geografia comigo foi muito menos intensa (coincidentemente, era a turma com maiores dificuldades de aprendizagem, menor número de PC’s em casa e menor número de idas à sala de informática).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Geografismos, para além dos comentários “fun” do professor, encontravam dicas e materiais úteis, datas de trabalhos e testes corrigidos. Imagens e textos de grande qualidade eram linkados e completados nas aulas por materiais algo exóticos e de igual qualidade (cartas militares, negativos de fotografias aéreas, ortofotomapas, cartas imagem, etc.). Creio que o conjunto final transmitia uma sensação de rigor, esforço e alguma “conexão” ao mundo real da Geografia e ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Os alunos que participaram no projecto acedem aos blogues geralmente a partir de casa ou da escola que frequentam?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Em Évora poucos tinham Internet em casa. Sei que por altura do Natal os blogs foram a desculpa ideal para exigir a net como prenda no sapato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior volume de acessos vinha da sala de informática, facto que me levou a instalar um contador baseado em “hits” e não em visitantes; houve dias que os catorze PC da escola eram visitados por mais de quarenta alunos bloguistas (ninguém tinha que abrir obrigatoriamente o blog do professor para trabalhar, pelo que fiquei muito curioso quanto ao número dos que livremente o faziam).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirando as aulas de AP havia os intervalos e furos que eram passados a postar e a pesquisar materiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No presente ano, no Pinheirinho, Almada, apesar de alguns alunos não terem acesso à Internet no seu lar, creio que o uso domiciliar de pc’s explicará uma maior facilidade na criação de blogs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Como resolveu o problema da privacidade dos alunos e da sua própria, que acabam um pouco expostas num blogue com estas características, e para mais num âmbito escolar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; A ideia foi justamente expor-nos ao olhar e avaliação dos outros. Prefiro dar aulas de porta aberta, tal como prefiro mostrar o trabalho que andamos a fazer. Assino no blog sem pseudónimo, é o meu nome, é o meu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incentivo e pratico a exposição como uma forma de responsabilização, sujeito-me a ser avaliado da mesma forma que os trabalhos dos meus alunos são sujeitos à avaliação do público em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à reserva de privacidade em relação a internautas mal intencionados exigi o óbvio: telefones, códigos, moradas e outras informações só se trocam cara a cara. Quanto ao resto são informações públicas que qualquer um pode aceder através duma pauta afixada no átrio da escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebi apenas uma intromissão não desejada: o meu mail teve um ligeiro acréscimo de lixo electrónico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Permitam-me uma observação genérica: questões de privacidade mais graves são levantadas pelos telemóveis de terceira geração, com máquina fotográfica incorporada. Permitindo a circulação anónima de imagens não consentidas na rede. Sobre eles recai o meu único zelo de professor preocupado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“Quanto aos colegas, no meu local de trabalho, a recepção é distanciada.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Teve conhecimento de que os pais dos alunos acompanhassem esta iniciativa e acedessem ao Geografismos? Recebeu algum eco desse acompanhamento eventual dos EE?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Alguns pais fizeram-no. No ano anterior recebi publicamente elogios, sobretudo do Representante dos Encarregados de Educação que se mostrou atento e prestável em bons conselhos. Outros pais aproveitaram a existência de mail para solicitar respostas muito dirigidas aos assuntos dos seus educandos. Diga-se, contudo, que do ponto de vista parental o mail pode ser muito mais útil do que o próprio blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na nova escola suspeito que haja um acompanhamento mais numeroso devido a circunstâncias sociais distintas das do ano anterior, talvez outros hábitos culturais. Veremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] A sua experiência tem sido seguida na escola por outros colegas, ou é um caso isolado? Tem conhecimento de que outros colegas de escola utilizam este formato do weblog para as suas aulas?&lt;br /&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Dedicados a alunos conheço o &lt;a href="http://gentejovem.blogspot.com/"&gt;GENTE JOVEM&lt;/a&gt;, entretanto desactivado, o &lt;a href="http://ouguela.blogspot.com/"&gt;OUGUELA BLOG&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://netescrita.blogspot.com/"&gt;NETESCRITA&lt;/a&gt; com os quais tenho criado laços. Há depois um razoável número de blogs, com grande qualidade, dedicados a reflectir a escola e a educação em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos colegas, no meu local de trabalho, a recepção é distanciada. As TIC, e os blogs sobretudo, se conhecidos, são encarados como modismos. Repare que é fácil encontrar no professorado algum desconhecimento de software como o Word ou Excel. Seria inusitado pedir-lhes algum tipo de empatia para com a blogosfera…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Actualmente, na escola do Pinheirinho, encontro uma disponibilidade individual muito mais promissora (ando a convencer três colegas a criarem os seus weblogs, e a professora de português iniciou o seu recentemente), apesar de outras dificuldades surgirem: uma ligação de 128kb para todos os PC’s em rede torna impossível correr o Geografismos, uma sala de informática que não funciona e um cubículo com PC’s na biblioteca cujo uso é disputado por todos…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“No fim do ano poupei 6 aulas num total de sessenta”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Com que regularidade acompanhou a escrita dos alunos nos seus blogues? Que tipo de apoio lhes prestou, que tipo de trabalho faz com eles a esse nível?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Durante as aulas de AP (em Évora só nesse momento acedia à net) e nos fins-de-semana. De resto os amigos divertiam-se a acompanhar os blogs dos alunos e mandavam-me as novidades mais estridentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo no início ainda tentei um acompanhamento via sistema de comentários, mas (para além de poder parecer um metediço) o elevado número de alunos a visitar tornava tudo isto impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor acompanhamento foi feito na aula. Episodicamente fazia uma vistoria ao conjunto dos blogues para os classificar de acordo com as notas que a “disciplina” AP permitia: “Não Satisfaz”, “Satisfaz” e “Satisfaz Bem”, transmutados em “tenho um blog pobrezinho”, “tenho um blog e posso melhorar” e “o meu blog é interessante” (não seria exactamente esta a expressão, mas não andarei longe); excepcionalmente criámos uma categoria para os mais que bons, o “está a dar que falar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá para o fim do ano, a maior parte dos alunos já não me queriam por perto; gostavam de resolver sozinhos as suas dificuldades operacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Quanto tempo costumava dedicar a este trabalho de acompanhamento? Em que altura do seu dia de trabalho o realizava?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Uma vistoria completa era todo um fim-de-semana de trabalho: abrir o blog de cada um, espreitar os arquivos, ver o HTML do código fonte quando havia erros na apresentação, insistir quando teimava em não abrir, para, finalmente, actualizar todos os links no template do Geografismos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na escola acabei afastado da sala de professores: passei a maioria dos intervalos da manhã na sala de informática, mas aí, o problema da lentidão na navegação em “horas de ponta” era demolidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] De que modo cruzava o seu trabalho de aula com o trabalho on-line de todos os participantes, inclusive o seu? Evocava frequentemente, em ambiente de aula, o trabalho realizado on-line?&lt;br /&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; As correcções dos testes escritos remeto-as sempre para o Geografismos (no fim do ano poupei 6 aulas num total de sessenta). Para alguns trabalhos maiores o mesmo aconteceu.&lt;br /&gt;Como a maior parte dos alunos optou por não usar os blogs para criarem conteúdos relativos às aulas, ficou para o Geografismos o papel de ligação às matérias de estudo. Procurei dar-lhes fontes de grande qualidade (apesar da questão do Inglês): imagens de satélite das principais agências espaciais, documentos de instituições de mérito internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na aula apenas evocava os materiais on-line enquanto complemento, nunca quis usá-los como base de trabalho. Oferecia complementos. Para quem queria ir mais além oferecia, sem o intuito de ser exaustivo, links e materiais on-line. E, sobretudo, procurei dar-lhes o melhor que há na Web internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Geografismos estão disponíveis apenas 27 links referentes à Geografia que tanto servem para o terceiro ciclo como para o ensino universitário; mas são do melhor que há em termos absolutos (servem para universitários, sem dúvida, mas como todos este sites têm materiais didácticos de excelente qualidade, adequados a diferentes níveis etários, não é desajustado remeter para tais links os alunos mais afoitos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Misturar materiais mais acessíveis com outros de elevada qualidade permite-me, também, salvaguardar os alunos mais dotados: se avançar muito mais rapidamente que outros nas matérias de estudo, não terá, contudo, razões para ficar bloqueado ou saturado pelo ritmo mais lento dos restantes colegas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“O meu Prozac”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] A escrita regular no blog alterou de algum modo a relação dos alunos entre si, no contexto da escola e da sala de aula, e destes com o professor? – uma vez que este exercício de escrita veio introduzir uma nova dimensão de relação entre os vários intervenientes. Mudou a relação dos alunos com a disciplina?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Creio que sim. Tive revelações inesperadas do carácter e do trabalho com qualidade que um aluno de 12 anos pode dar. Fiz questão de não trazer para a Internet a relação do professor-aluno baseada na autoridade social, seria fugir desnecessariamente ao espírito da blogosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em simultâneo, fui sempre organizado, exigente, duro e fraterno, claro nas acções tomadas; enquanto que, pelo lado dos alunos, havia o interesse em não ficarem excluídos das sessões de trabalho; o somatório final reflectiu-se na sala de aula: queria um ambiente de equipa, de trabalho, mandava neles através do exemplo, impunha-me pelo conhecimento e experiência. Lá para o fim já não era necessário mandar, cada um sabia o seu papel. Ganhámos imenso tempo de trabalho com este espírito de grupo. Em Geografia, já sem PC’s, o ambiente continuava. (É claro que foram situações de aula pouco comuns e não podem servir de exemplo, mas trata-se do meu ideal de liderança de grupos e tento, actualmente, recriá-lo na nova escola – uma pena ter de recomeçar tudo, todos os anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] De que modo considera que estes novos recursos podem ser utilizados mais extensamente pelas escolas? Considera que as escolas, e nomeadamente os professores, estão a explorar estes recursos devidamente com os seus alunos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Basta ter mais PC’s e boas ligações de banda larga. Mais cedo ou mais tarde surgirá alguém com vontade de usar estas ferramentas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda parte da vossa questão leva-nos à dificuldade da sub-exploração dos recursos, do desinteresse generalizado que não sei como podemos alterar; mas será irrelevante dar conselhos de como alguém deve proceder ou mudar de hábitos de trabalho, procedo eu, mudo eu e, ainda assim, já é o que é…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] O projecto para este ano lectivo mantém as premissas iniciais? Apenas mudam os protagonistas? Ou a eventualidade de mudar de escola, como deixa implícito no blog, obriga-o a partir do zero?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Mais ou menos. Estou mais afinado, posso ser mais eficaz. Veremos. Acabei por mudar de escola, comecei as aulas apenas a 11 de Outubro, pelo que ainda é cedo para perceber o rumo de tudo isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As novas dificuldades: as condições materiais. De escola para escola as condições físicas e os hábitos de trabalho são tão distintos que pequenos nadas tornam-se grandes obstáculos. Este ano, por exemplo, tenho de encontrar um servidor exclusivamente meu. A sala de informática está inoperacional, sendo o melhor espaço de trabalho uma secção da biblioteca com 10 PC’s ultra lentos e com os quais apenas podemos contar duas vezes ao longo do mês de Novembro e outras duas no mês de Dezembro. Também a quantidade de alunos é 3 vezes menos (porque só lecciona AP quem é DT).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As novas facilidades: os alunos e professores. Talvez haja mais gente interessada, alunos muito dedicados (é o que me parece por agora): já fizeram blogs apesar de termos tido uma única aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desafio-me a encontrar uma solução à prova das oscilações conjunturais. Não será o melhor, mas, provavelmente, passará por centrar o trabalho na minha pessoa, depender de mim próprio. Irei inventando algumas respostas em prol da continuidade. Quem sabe o Geografismos não se venha a transformar no meu Prozac para estes dias de confusão educacional…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[Quest. Geografismos: “A cada professor, a cada aluno um blog!”]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109970402845731220?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109970402845731220/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109970402845731220' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109970402845731220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109970402845731220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/11/cada-professor-cada-aluno-um-blog.html' title='“A cada professor, a cada aluno um blog!” (continuação)'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109970346744612436</id><published>2004-11-06T01:09:00.000Z</published><updated>2004-11-06T17:16:52.590Z</updated><title type='text'>“O gosto pelas TIC não era dominante na escola”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Um projecto inovador como este, que envolveu não só a sua disciplina, mas também áreas curriculares não disciplinares, foi acompanhado com interesse pela escola, nomeadamente pelos colegas de trabalho mais directamente envolvidos com as turmas que participam?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Não muito. Julgo que por mero acaso o gosto pelas TIC não era dominante na escola. Ao nível das turmas aconteceu que nenhum dos professores se sentia à vontade com as novas tecnologias. O assunto “blogs” era, ao momento, desconhecido, sendo, inclusive, o uso da informática em AP muito residual (normalmente, pesquisas no Google). Contudo esta aparente adversidade permitiu-me requisitar a sala de informática durante um ano inteiro sem prejudicar ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Factor explicativo, não menos importante, encontra-se no meu estatuto profissional que me leva, enquanto professor contratado, a deambular anualmente pelas mais distintas escolas. Chegar a um estabelecimento que já tem a sua “cultura de trabalho” e impor novidades, ou mudanças acentuadas, não será o mais natural. Compreendo que não haja tempo, disponibilidade e sensibilidade para calcular as consequências dum trabalho nestes moldes por parte de colegas que não me conhecem. E, de resto, será legítimo esperar que outros apreciem trabalhos on-line com a intensidade com que o faço?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Teve apoios, inclusive aconselhamento técnico, de algum tipo para manter e desenvolver este sítio?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Felizmente o Geografismos é simples do ponto de vista técnico, e qualquer um, imbuído de empenho mínimo, pode fazer igual. Não houve, nem foi necessário, ajudas externas. Aliás, a sua evolução pautou-se pela regra do “simples”: ter apenas o necessário e sem adornos. Ferramentas elaboradas ou exóticas não interessam. O ideal perseguido foi ter lá bons conteúdos e evitar complexidades técnicas. A consequência imediata foi uma simplicidade que me salvou da dependência de “oscilações laborais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ajuda que pedi, e tive, foi espaço no servidor da escola para alojar documentos e imagens. Mas este é um vínculo a não manter no futuro, pois arrisco mudanças sucessivas de escola, as equipas técnicas estão sujeitas a constantes alterações, e, quem venha, não irá perceber, por exemplo, porque há uma pasta aparentemente inútil, a ocupar 25 MB de espaço alojados, no longínquo ano de 2003, no servidor de uma escola onde não trabalho…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, mesmo que houvesse inúmeros “apoios” e “aconselhamentos técnicos” convirá não depender deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[Quest. Geografismos: “A cada professor, a cada aluno um blog!”]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109970346744612436?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109970346744612436/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109970346744612436' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109970346744612436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109970346744612436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/11/o-gosto-pelas-tic-no-era-dominante-na.html' title='“O gosto pelas TIC não era dominante na escola”'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109970320486679703</id><published>2004-11-06T01:05:00.000Z</published><updated>2004-11-06T17:11:46.296Z</updated><title type='text'>“Pessoalmente senti sucesso por todo o lado.”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;[PdE] O interesse dos alunos manteve-se a bom nível durante todo o ano ou sofreu flutuações e momentos baixos? Como conseguiu motivá-los para este trabalho?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Creio que o interesse foi razoável e constante. O senão era uma falta de hábitos de leitura e escrita. Se reparar escreveram pouco e, nesse pouco, sobressai o mau português. Às tantas, muitos optaram por postar imagens e frases curtas e descritivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Pessoalmente senti sucesso por todo o lado. Quem entrava na sala de informática deparava-se com um ambiente de trabalho onde apenas se sussurrava (diga-se que para estes alunos falar alto e incidentes disciplinares era a norma).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Não tive os casos de indisciplina comuns noutras ocasiões (só na minha direcção de turma fui instrutor de seis processos disciplinares graves, tendo detectado uma situação gravíssima de bullying). Nenhum aluno queria ser afastado do seu PC e isso para mim foi o suficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Quais as mais valias de aprendizagem que ele representou no contexto da disciplina, de acordo com a sua avaliação?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Não estive atento, melhor, não tive como avaliar seriamente o impacto deste trabalho. Intuitivamente digo-vos que, para ter algum efeito, é necessário os alunos terem também o seu blog, estarmos nisto juntos. A recepção do Geografismos na turma que apenas tinha Geografia comigo foi muito menos intensa (coincidentemente, era a turma com maiores dificuldades de aprendizagem, menor número de PC’s em casa e menor número de idas à sala de informática).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;No Geografismos, para além dos comentários “fun” do professor, encontravam dicas e materiais úteis, datas de trabalhos e testes corrigidos. Imagens e textos de grande qualidade eram linkados e completados nas aulas por materiais algo exóticos e de igual qualidade (cartas militares, negativos de fotografias aéreas, ortofotomapas, cartas imagem, etc.).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Creio que o conjunto final transmitia uma sensação de rigor, esforço e alguma “conexão” ao mundo real da Geografia e ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Os alunos que participaram no projecto acedem aos blogues geralmente a partir de casa ou da escola que frequentam?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Em Évora poucos tinham Internet em casa. Sei que por altura do Natal os blogs foram a desculpa ideal para exigir a net como prenda no sapato.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior volume de acessos vinha da sala de informática, facto que me levou a instalar um contador baseado em “hits” e não em visitantes; houve dias que os catorze PC da escola eram visitados por mais de quarenta alunos bloguistas (ninguém tinha que abrir obrigatoriamente o blog do professor para trabalhar, pelo que fiquei muito curioso quanto ao número dos que livremente o faziam).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirando as aulas de AP havia os intervalos e furos que eram passados a postar e a pesquisar materiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No presente ano, no Pinheirinho, Almada, apesar de alguns alunos não terem acesso à Internet no seu lar, creio que o uso domiciliar de pc’s explicará uma maior facilidade na criação de blogs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Como resolveu o problema da privacidade dos alunos e da sua própria, que acabam um pouco expostas num blogue com estas características, e para mais num âmbito escolar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; A ideia foi justamente expor-nos ao olhar e avaliação dos outros. Prefiro dar aulas de porta aberta, tal como prefiro mostrar o trabalho que andamos a fazer. Assino no blog sem pseudónimo, é o meu nome, é o meu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Incentivo e pratico a exposição como uma forma de responsabilização, sujeito-me a ser avaliado da mesma forma que os trabalhos dos meus alunos são sujeitos à avaliação do público em geral.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à reserva de privacidade em relação a internautas mal intencionados exigi o óbvio: telefones, códigos, moradas e outras informações só se trocam cara a cara. Quanto ao resto são informações públicas que qualquer um pode aceder através duma pauta afixada no átrio da escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebi apenas uma intromissão não desejada: o meu mail teve um ligeiro acréscimo de lixo electrónico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Permitam-me uma observação genérica: questões de privacidade mais graves são levantadas pelos telemóveis de terceira geração, com máquina fotográfica incorporada. Permitindo a circulação anónima de imagens não consentidas na rede. Sobre eles recai o meu único zelo de professor preocupado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[Quest. Geografismos: “A cada professor, a cada aluno um blog!”]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109970320486679703?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109970320486679703/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109970320486679703' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109970320486679703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109970320486679703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/11/pessoalmente-senti-sucesso-por-todo-o.html' title='“Pessoalmente senti sucesso por todo o lado.”'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109970309496852090</id><published>2004-11-06T01:03:00.000Z</published><updated>2004-11-06T17:39:54.963Z</updated><title type='text'>“Quanto aos colegas, no meu local de trabalho, a recepção é distanciada.”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;[PdE] Teve conhecimento de que os pais dos alunos acompanhassem esta iniciativa e acedessem ao Geografismos? Recebeu algum eco desse acompanhamento eventual dos EE? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Alguns pais fizeram-no. No ano anterior recebi publicamente elogios, sobretudo do Representante dos Encarregados de Educação que se mostrou atento e prestável em bons conselhos. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Outros pais aproveitaram a existência de mail para solicitar respostas muito dirigidas aos assuntos dos seus educandos. Diga-se, contudo, que do ponto de vista parental o mail pode ser muito mais útil do que o próprio blog.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na nova escola suspeito que haja um acompanhamento mais numeroso devido a circunstâncias sociais distintas das do ano anterior, talvez outros hábitos culturais. Veremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[PdE] A sua experiência tem sido seguida na escola por outros colegas, ou é um caso isolado? Tem conhecimento de que outros colegas de escola utilizam este formato do weblog para as suas aulas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[LPJ]&lt;/strong&gt; Dedicados a alunos conheço o &lt;a href="http://gentejovem.blogspot.com/"&gt;GENTE JOVEM&lt;/a&gt;, entretanto desactivado, o &lt;a href="http://ouguela.blogspot.com/"&gt;OUGUELA BLOG&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://netescrita.blogspot.com/"&gt;NETESCRITA&lt;/a&gt; com os quais tenho criado laços. Há depois um razoável número de blogs, com grande qualidade, dedicados a reflectir a escola e a educação em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Quanto aos colegas, no meu local de trabalho, a recepção é distanciada. As TIC, e os blogs sobretudo, se conhecidos, são encarados como modismos. Repare que é fácil encontrar no professorado algum desconhecimento de software como o Word ou Excel. Seria inusitado pedir-lhes algum tipo de empatia para com a blogosfera…&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Actualmente, na escola do Pinheirinho, encontro uma disponibilidade individual muito mais promissora (ando a convencer três colegas a criarem os seus weblogs, e a professora de português iniciou o seu recentemente), apesar de outras dificuldades surgirem: uma ligação de 128kb para todos os PC’s em rede torna impossível correr o Geografismos, uma sala de informática que não funciona e um cubículo com PC’s na biblioteca cujo uso é disputado por todos…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[Quest. Geografismos: “A cada professor, a cada aluno um blog!”]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109970309496852090?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109970309496852090/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109970309496852090' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109970309496852090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109970309496852090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/11/quanto-aos-colegas-no-meu-local-de.html' title='“Quanto aos colegas, no meu local de trabalho, a recepção é distanciada.”'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109942492884690013</id><published>2004-11-02T19:43:00.000Z</published><updated>2004-11-08T10:48:46.266Z</updated><title type='text'>FRASES (2)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Os exames em si podem ser um bom indicador. Mas não dizem nada sobre o contexto das escolas, sobre a origem dos alunos e o seu passado escolar. Portanto, é incorrecto extrapolar dali que uma escola é boa ou má. O problema de muitos destes rankings não é a divulgação dos resultados, que é útil; é tentar, a partir daí, extrapolar conclusões que não são possíveis."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;António Nóvoa&lt;/strong&gt; à revista Visão, 14 Out 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;***&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"A divulgação dos resultados dos exames tem mérito; mas este tipo de rankings não me parece que tenham trazido um acréscimo de consciência por parte dos pais ou das famílias. Pelo contrário, houve situações de escolas que começaram a trabalhar para o ranking."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;António Nóvoa&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;***&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Podemos criticar uma certa pobreza na divulgação destes dados – que têm por detrás uma agenda política e ideológica muito forte -, mas a verdade é que não têm dado origem a estudos mais sofisticados por parte da comunidade científica portuguesa. É pena."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;António Nóvoa&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;***&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Vivemos numa sociedade onde a participação e a democracia são muito valorizadas. Mas parece, para certas correntes políticas, que este debate termina quando se atravessam as paredes da escola. A escola é uma instituição da sociedade, como as outras, e portanto deve reflectir todos estes debates."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;António Nóvoa&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;***&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"O ensino é das poucas profissões em que não há verdadeiramente profissionais de referência."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;António Nóvoa&lt;/strong&gt;, Ibidem&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109942492884690013?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109942492884690013/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109942492884690013' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109942492884690013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109942492884690013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/11/frases-2.html' title='FRASES (2)'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109820600509732642</id><published>2004-10-19T18:12:00.000+01:00</published><updated>2004-10-19T18:21:18.730+01:00</updated><title type='text'>FRASES (1)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"No entanto, em vez de centrar as suas preocupações na escola, em dar-lhes condições para terem lideranças fortes e corpos docentes estáveis, em ajudá-las a melhorar e a conhecer as melhores práticas, o Ministério faz exactamente o contrário ao, por exemplo, centralizar a colocação de professores e fazer das suas carreiras um rali aleatório pelo país que só acaba quando o professor chega à escola que deseja, um sistema totalmente centrado nos interesses dos professores e desfocado das necessidades das escolas."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;José Manuel Fernandes&lt;/strong&gt;, Público, 2 Out 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Não basta ser-se do partido do Governo, é preciso aparecer como porta-voz do pensamento do Governo. O que a médio prazo pode levar à esquizofrenia, dado que o Governo tem em si pensamentos diversos, e o próprio Santana Lopes pensa coisas diferentes no mesmo dia (o que mostra como é um espaço de liberdade e pluralismo)".&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eduardo Prado Coelho&lt;/strong&gt;, Público, 7 Out 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"A escola não pode ser um espaço de passagem das carreiras individuais dos professores, uma soma de horários, em que depois, numa espécie de jogo nacional, se afectam professores. Isto viola a noção de corpo docente, de uma equipa de pessoas que trabalham em conjunto, com motivação e estabilidade."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Valadares Tavares&lt;/strong&gt;, Público, 2 Out 2004&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109820600509732642?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109820600509732642/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109820600509732642' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109820600509732642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109820600509732642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/10/frases-1.html' title='FRASES (1)'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109810837434007256</id><published>2004-10-18T14:52:00.000+01:00</published><updated>2004-10-18T15:47:26.583+01:00</updated><title type='text'>Adenda a PMFs: Como alterar o nome com que "assino" os meus posts?</title><content type='html'>&lt;strong&gt;[11.] Como proceder para alterar, no meu Perfil, o nome com que assino os meus posts?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[11.1]&lt;/strong&gt; Para alterar o nome que surge no rodapé dos posts, e que efectivamente funciona como assinatura de autoria, preciso de entrar no &lt;strong&gt;Perfil&lt;/strong&gt; e alterar um dos seus items.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[11.2]&lt;/strong&gt; Começo, obviamente, por entrar no blogue &lt;strong&gt;[paixão da educação]&lt;/strong&gt; ou neste mesmo, os [Archivos da paixão].&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[11.3]&lt;/strong&gt; Procuro na coluna da direita o botão de &lt;strong&gt;I Power Blogger&lt;/strong&gt; (que se encontra no final) e clico sobre.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[11.4]&lt;/strong&gt; Abre-se a página de acesso que me pede, como habitualmente, o &lt;strong&gt;Username&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;Password&lt;/strong&gt; - depois de as escrever nos respectivos campos faço enter ou clico em &lt;strong&gt;Sign In&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[11.5]&lt;/strong&gt; Abre-se nova página; na coluna da direita, um pouco dissimulado entre diversa informação, encontra-se um link para &lt;strong&gt;Edit Profile&lt;/strong&gt; - clicar sobre.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[11.6]&lt;/strong&gt; Ao longo da página encontramos diversos dados, agrupados em categorias - procurar &lt;strong&gt;IDENTITY&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[11.7]&lt;/strong&gt; No campo de &lt;strong&gt;Display Name&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;(the name used to sign your blog)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; está um nome que aparece sempre no final dos seus post - para o alterar basta escrever novo nome.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[11.8]&lt;/strong&gt; Depois de alterar o nome descer até ao fundo e clicar em &lt;strong&gt;Save Profile&lt;/strong&gt; para que o sistema assuma o novo nome.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[11.9]&lt;/strong&gt; Posso sair do blog ou voltar ao espaço de edição de posts, clicando em &lt;strong&gt;Back to Dashboard&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[11.10]&lt;/strong&gt; A partir do momento em que fiz &lt;strong&gt;Save&lt;/strong&gt; todos os meus blogues, a que acedo no sistema do &lt;strong&gt;Blogger&lt;/strong&gt; através deste &lt;strong&gt;Username&lt;/strong&gt; e da &lt;strong&gt;Password&lt;/strong&gt;, verão a minha assinatura alterada; o processo, obviamente, é reversível.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109810837434007256?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109810837434007256/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109810837434007256' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109810837434007256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109810837434007256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/10/adenda-pmfs-como-alterar-o-nome-com.html' title='Adenda a PMFs: Como alterar o nome com que &quot;assino&quot; os meus posts?'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109784325841582794</id><published>2004-10-15T13:26:00.000+01:00</published><updated>2004-10-15T13:31:24.260+01:00</updated><title type='text'>Leituras em dia (1)</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.asa.pt/imagens/img-produtos/707452.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Novos caminhos para a liderança escolar&lt;/strong&gt;, Thomas J. Sergiovanni, Edições ASA, colecção em foco, Porto, 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Para que as escolas funcionem bem, precisamos de teorias de liderança que reconheçam a capacidade que os pais, professores, membros dos orgãos administrativos e alunos têm de sacrificar as suas necessidades em nome de causas em que acreditem. Precisamos de teorias de liderança que reconheçam que os pais, professores, membros de orgãos administrativos e alunos têm mais capacidade de tomar decisões baseadas em valores do que em decisões individuais. Em vez de agir de forma calculista e individual, baseada no interesse próprio, devemos reconhecer que as pessoas reagem a normas, valores e crenças que definem a qualidade de vida conjunta do grupo que lhes dá significado e importância."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (p. 37)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109784325841582794?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109784325841582794/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109784325841582794' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109784325841582794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109784325841582794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/10/leituras-em-dia-1.html' title='Leituras em dia (1)'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109779489653994135</id><published>2004-10-15T01:00:00.000+01:00</published><updated>2004-10-15T00:05:38.420+01:00</updated><title type='text'>Somos todos reféns...</title><content type='html'>&lt;img src="http://semanal.expresso.clix.pt/imagens/ed1667/fotos/grande/F1-PU019-CAR.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[cartoon de António; Expresso, 9 de Outubro]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109779489653994135?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109779489653994135/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109779489653994135' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109779489653994135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109779489653994135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/10/somos-todos-refns.html' title='Somos todos reféns...'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109750874215497732</id><published>2004-10-11T16:31:00.000+01:00</published><updated>2004-10-11T16:51:58.646+01:00</updated><title type='text'>Em Defesa e Contra os Rankings</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Quando se deslocou na passada quarta-feira, dia 6, à Assembleia da República,&lt;/strong&gt; a senhora ministra da educação manifestou algumas reservas relativamente ao modo como os rankings são elaborados, nomeadamente no que se refere à identificação precisa das "piores" escolas; falou, inclusive, num certo &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"exercício de sadismo"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"pretende evitar no futuro"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Afirmou também que a qualidade do ensino não depende simplesmente da natureza privada ou pública das escolas. As declarações de &lt;strong&gt;Maria do Carmo Seabra&lt;/strong&gt; são sensatas e parecem, até, engrossar o argumentário dos que contestam a validade das listas publicadas recentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem tiver lido com cuidado os suplementos dos jornais reconhecerá que as entidades responsáveis pelo tratamento da informação e os jornalistas que trabalharam os resultados procuraram atenuar alguns óbvios factores de distorção dos dados em bruto. Escolhendo considerar apenas as disciplinas com mais inscritos a nível nacional (8 no caso do &lt;strong&gt;Público&lt;/strong&gt;, 14 no caso do &lt;strong&gt;Diário de Notícias&lt;/strong&gt;), excluindo das estatísticas escolas com um baixo número de provas, não considerando para efeito de rankings parciais de disciplinas aqueles casos em que tiveram lugar, por escola, menos de 15 ou de 10 provas, relativizando os resultados em função de outros factores susceptíveis de provocarem distorção na lista final. A opção editorial de elaborar um ranking implica sempre muitas decisões técnicas e não pode iludir a natureza um pouco aleatória dos resultados. Foi o que aconteceu e ficou bem explícito nos textos publicados. Falta agora - e esse trabalho é nosso e das nossas escolas - virá-los literalmente do avesso. Apesar de ser mais tentador (e dar menos trabalho) manter sobre esta questão uma distância um pouco afectada e sobranceira, assobiando para o lado, como alguns profesores fazem, é mais racional trabalhar os resultados... porque simplesmente eles estão aí, à disposição de quem quiser utilizá-los como arma de arremesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O ranking do ministério&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás o ministério não publica rankings, apenas fornece os dados em bruto relativos aos resultados dos exames nacionais do 12º ano. E a disponibilidade destes dados é um direito que os pais, os alunos, as escolas e a sociedade em geral não podem ver negados no início de cada ano. &lt;strong&gt;José Manuel Fernandes&lt;/strong&gt;, num editorial de sábado passado, dizia mesmo que &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"impedir a publicação dos "rankings" é ilegal"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Aquilo que os jornais fazem com esses dados não nos pode ser indiferente, nem isento de críticas, mas é da sua responsabilidade e envolve decisões de ordem editorial. Podemos não apreciar os rankings, mas não podemos esperar que eles acabem apenas porque nós, professores, ou nos cremos investidos de uma autoridade particular neste capítulo ou julgamos que os seus efeitos são nefastos para a escolas. Os resultados devem ser públicos, os rankings, bons ou maus, estão aí. Mesmo que não agradem nem sequer à senhora ministra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ex-ministro da educação &lt;strong&gt;Couto dos Santos&lt;/strong&gt;, favorável à sua divulgação, defendeu, num texto publicado no caderno do &lt;strong&gt;DN&lt;/strong&gt; dedicado ao assunto a 2 de Outubro, que só o ministério deve "fazer" rankings, tal como acontece em Inglaterra e em França. Nestes países, o Ministério não fornece os dados em bruto mas define critérios rigorosos a partir dos quais elabora uma lista de escolas que distribui pela comunicação social: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Num modelo como o inglês, todos os jornais publicam a mesma avaliação das escolas e os responsáveis vão querer melhorar o seu ranking."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; O ex-ministro reconhece, no entanto, que o modelo português é susceptível de grandes "enviesamentos". Considerar apenas as notas de exames, excluindo indicadores sobre o percurso do aluno na escola, não garante rigor na avaliação. Por outro lado as escolas técnicas trabalham com alunos cujo objectivo é terminar o secundário, com vista a entrar no mercado de trabalho. Dificilmente os resultados alcançados por estes alunos poderá atingir os de outras escolas com outras condições e com objectivos bem distintos. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Elaborar rankings apenas com base nas notas de exames", &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;reconhece&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;Couto dos Santos,&lt;em&gt; "não traduz o que efectivamente se passa nas escolas"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. E o que se passa nas escolas, e em redor delas, ajuda muito substancialmente a explicar os resultados que se manisfestam na secura dos rankings.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A Avaliocracia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do outro lado, &lt;strong&gt;Manuela Terraseca&lt;/strong&gt;, professora da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade do Porto, também no caderno do &lt;strong&gt;Diário de Notícias&lt;/strong&gt; de 2 de Outubro, manifesta-se liminarmente contra a publicação de listas ou rankings. Considera que &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"avaliação de escolas e rankings de escolas são coisas completamente diferentes"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, sem qualquer ponto de contacto. As listas, como também lhes chama, são 'simplistas' e 'pouco relevantes', resultando de uma mera contabilidade. &lt;strong&gt;Manuela Terraseca&lt;/strong&gt; resume: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Eis porque considero que a publicação de listas de escolas ordenadas a partir dos resultados dos exames dos alunos é demagógica nos seus propósitos, pouco científica nos seus procedimentos e profundamente negativa nas suas consequências."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma professora considera que os propósitos da escola são desviados do que é essencial por via da 'competição desenfreada', do 'individualismo extremo' e da 'imedediaticidade' com que se passa a encarar o processo educativo. O principal efeito negativo para as escolas, da publicação dos rankings, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"consiste no risco de [estas] se sentirem "empurradas" para a valorização exclusiva dos conteúdos disciplinares, que o excessivo protagonismo concedido aos exames as remeta para estratégias defensivas, em detrimento da formação holística das pessoas, das crianças e jovens"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sãos bons argumentos e tocam em aspectos essenciais, mas esta posição também me parece, em si mesma, excessivamente defensiva. Podemos contestar a legitimidade de fazer análises sobre as avaliações dos exames, para retirar daí uma avaliação da própria escola. Até porque uma escola não se esgota na sua dimensão curricular. Mas ao mesmo tempo que fazemos essa crítica não recusamos a avaliação dos alunos na rotina dos processos avaliativos internos, onde o dramatismo apenas é suavizado. Os argumentos de que as escolas se inscrevem em meios socio-económicos distintos, que determinam resultados desiguais (ver a diferença entre, por um lado, litoral centro e norte e, por outro, interior centro e norte e sul do país), são válidos, mas também valem para os alunos individualmente considerados. E nós repetimos essa avaliação, sabendo que na situação de aula os nossos alunos também partem de situações distintas para alcançar resultados desiguais. As escolas, tal como os nossos alunos, são diferentes uns dos outros e partem de circunstâncias que lhes são peculiares e intrínsecas. A avaliação, qualquer avaliação, é sempre um processo demasiado intrusivo e aleatório para poder ser desejado. Mas recusar "ler" os rankings, neste momento, é também recusar interpretá-los. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109750874215497732?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109750874215497732/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109750874215497732' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109750874215497732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109750874215497732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/10/em-defesa-e-contra-os-rankings.html' title='Em Defesa e Contra os Rankings'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109699495857420514</id><published>2004-10-05T17:45:00.000+01:00</published><updated>2004-10-05T17:49:18.573+01:00</updated><title type='text'>Berlin Declaration on Open Access to Knowledge in the Sciences and Humanities</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Conference on Open Access to Knowledge in the Sciences and Humanities&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;20 - 22 Oct 2003, Berlin&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Berlin Declaration on Open Access to Knowledge in the Sciences and Humanities&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Preface&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Internet has fundamentally changed the practical and economic realities of distributing scientific knowledge and cultural heritage. For the first time ever, the Internet now offers the chance to constitute a global and interactive representation of human knowledge, including cultural heritage and the guarantee of worldwide access.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We, the undersigned, feel obliged to address the challenges of the Internet as an emerging functional medium for distributing knowledge. Obviously, these developments will be able to significantly modify the nature of scientific publishing as well as the existing system of quality assurance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In accordance with the spirit of the Declaration of the Budapest Open Acess Initiative, the ECHO Charter and the Bethesda Statement on Open Access Publishing, we have drafted the Berlin Declaration to promote the Internet as a functional instrument for a global scientific knowledge base and human reflection and to specify measures which research policy makers, research institutions, funding agencies, libraries, archives and museums need to consider.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Goals&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Our mission of disseminating knowledge is only half complete if the information is not made widely and readily available to society. New possibilities of knowledge dissemination not only through the classical form but also and increasingly through the open access paradigm via the Internet have to be supported. We define open access as a comprehensive source of human knowledge and cultural heritage that has been approved by the scientific community.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In order to realize the vision of a global and accessible representation of knowledge, the future Web has to be sustainable, interactive, and transparent. Content and software tools must be openly accessible and compatible.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Definition of an Open Access Contribution&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Establishing open access as a worthwhile procedure ideally requires the active commitment of each and every individual producer of scientific knowledge and holder of cultural heritage. Open access contributions include original scientific research results, raw data and metadata, source materials, digital representations of pictorial and graphical materials and scholarly multimedia material.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Open access contributions must satisfy two conditions:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) The author(s) and right holder(s) of such contributions grant(s) to all users a free, irrevocable, worldwide, right of access to, and a license to copy, use, distribute, transmit and display the work publicly and to make and distribute derivative works, in any digital medium for any responsible purpose, subject to proper attribution of authorship (community standards, will continue to provide the mechanism for enforcement of proper attribution and responsible use of the published work, as they do now), as well as the right to make small numbers of printed copies for their personal use.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2) A complete version of the work and all supplemental materials, including a copy of the permission as stated above, in an appropriate standard electronic format is deposited (and thus published) in at least one online repository using suitable technical standards (such as the Open Archive definitions) that is supported and maintained by an academic institution, scholarly society, government agency, or other well-established organization that seeks to enable open access, unrestricted distribution, inter operability, and long-term archiving.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Supporting the Transition to the Electronic Open Access Paradigm&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Our organizations are interested in the further promotion of the new open access paradigm to gain the most benefit for science and society. Therefore, we intend to make progress by&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; encouraging our researchers/grant recipients to publish their work according to the principles of the open access paradigm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- &lt;/strong&gt;encouraging the holders of cultural heritage to support open access by providing their resources on the Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; developing means and ways to evaluate open access contributions and online-journals in order to maintain the standards of quality assurance and good scientific practice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; advocating that open access publication be recognized in promotion and tenure evaluation.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt; advocating the intrinsic merit of contributions to an open access infrastructure by software tool development, content provision, metadata creation, or the publication of individual articles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We realize that the process of moving to open access changes the dissemination of knowledge with respect to legal and financial aspects. Our organizations aim to find solutions that support further development of the existing legal and financial frameworks in order to facilitate optimal use and access.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Governments, universities, research institutions, funding agencies, foundations, libraries, museums, archives, learned societies and professional associations who share the vision expressed in the Berlin Declaration on Open Access to Knowledge in the Sciences and Humanities are therefore invited to join the signatories that have already signed the Declaration.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109699495857420514?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109699495857420514/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109699495857420514' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109699495857420514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109699495857420514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/10/berlin-declaration-on-open-access-to_05.html' title='Berlin Declaration on Open Access to Knowledge in the Sciences and Humanities'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109699464258451258</id><published>2004-10-05T17:38:00.000+01:00</published><updated>2004-10-05T17:44:02.583+01:00</updated><title type='text'>Berlin Declaration on Open Access to Knowledge in the Sciences and Humanities - versão em espanhol</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Declaración de Berlín sobre acceso abierto&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[El siguiente es el texto de la versión autorizada al español* de la "Declaración de Berlín", aprobada el 22 de octubre de 2003, por representantes de varias instituciones europeas, convocados por la Sociedad Max Planck:]&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Prefacio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La Internet ha cambiado fundamentalmente las realidades prácticas y económicas relacionadas con la distribución del conocimiento científico y el patrimonio cultural. Por primera vez en todos los tiempos, la Internet nos ofrece la oportunidad de construir una representación global e interactiva del conocimiento humano, incluyendo el patrimonio cultural, y la perspectiva de acceso a escala mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quienes firmamos este documento, nos sentimos obligados a considear los retos de la Internet como medio funcional emergente para la distribución del conocimiento. Obviamente, estos desarrollos podrán modificar de manera significativa la naturaleza de hacer la publicación científica, lo mismo que el actual sistema de certificación de la calidad.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;En concordancia con el espíritu de la Declaración de la Iniciativa sobre Acceso Abierto de Budapest, la Carta de ECHO y la Declaración de Bethesda sobre Publicación para Acceso Abierto, hemos redactado la Declaración de Berlín para promover la Internet como el instrumento funcional que sirva de base global del conocimiento científico y la reflexión humana, y para especificar medidas que deben ser tomadas en cuenta por los encargados de las políticas de investigación, y por las instituciones científicas, agencias de financiamiento, bibliotecas, archivos y museos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Metas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nuestra misión de diseminar el conocimiento será incompleta si la información no es puesta a disposición de la sociedad de manera expedita y amplia. Es necesario apoyar nuevas posibilidades de diseminación del conocimiento, no solo a través de la manera clásica, sino también utilizando el paradigma del acceso abierto por medio de la Internet. Definimos el acceso abierto como una amplia fuente de conocimiento humano y patrimonio cultural aprobada por la comunidad científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que se pueda alcanzar la visión de una representación del conocimiento global y accesible, la Web del futuro tiene que ser sustentable, interactiva y transparente. El contenido y las herramientas de software deben ser libremente accesibles y compatibles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Definición de una contribución de acceso abierto&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para establecer el acceso abierto como un procedimiento meritorio, se requiere idealmente el compromiso activo de todos y cada uno de quienes producen conocimiento científico y mantienen el patrimonio cultural. Las contribuciones del acceso abierto incluyen los resultados de la investigación científica original, datos primarios y metadatos, materiales fuentes, representaciones digitales de materiales gráficos y pictóricos, y materiales eruditos en multimedia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Las contribuciones de acceso abierto deben satisfacer dos condiciones:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. El (los) autor(es) y depositario(s) de la propiedad intelectual de tales contribuciones deben garantizar a todos los usuarios por igual, el derecho gratuito, irrevocable y mundial de acceder a un trabajo erudito, lo mismo que licencia para copiarlo, usarlo, distribuirlo, transmitirlo y exhibirlo públicamente, y para hacer y distribuir trabajos derivativos, en cualquier medio digital para cualquier propósito responsable, todo sujeto al reconocimiento apropiado de autoría (los estándares de la comunidad continuarán proveyendo los mecanismos para hacer cumplir el reconocimiento apropiado y uso responsable de las obras publicadas, como ahora se hace), lo mismo que el derecho de efectuar copias impresas en pequeño número para su uso personal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Una versión completa del trabajo y todos sus materiales complementarios, que incluya una copia del permiso del que se habla arriba, en un conveniente formato electrónico estándar, se deposita (y así es publicado) en por lo menos un repositorio online, que utilice estándares técnicos aceptables (tales como las definiciones del Acceso Abierto), que sea apoyado y mantenido por una institución académica, sociedad erudita, agencia gubernamental, o una bien establecida organización que busque implementar el acceso abierto, distribución irrestricta, interoperabilidad y capacidad archivística a largo plazo.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Apoyo de la transición al paradigma del acceso abierto electrónico&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nuestras organizaciones tienen interés en la mayor promoción del nuevo paradigma del acceso abierto para obtener el máximo beneficio para la ciencia y la sociedad. En consecuencia, intentamos progresar en este empeño&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• estimulando a nuestros investigadores/beneficiarios de ayuda a publicar sus trabajos de acuerdo con los principios del paradigma del acceso abierto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;• estimulando a los depositarios del patrimonio cultural para que apoyen el acceso abierto distribuyendo sus recursos a través de la Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• desarrollando medios y maneras de evaluar las contribuciones de acceso abierto y las revistas electrónicas, para mantener estándares de garantía de calidad y práctica científica sana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• abogando porque la publicación en acceso abierto sea reconocida como factor de evaluazión para efectos de ascensos y tenencia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• reclamando el mérito intrínseco de las contribuciones a una infraestructura de acceso abierto mediante el desarrollo de herramientas de software, provisión de contenido, creación de metadatos, o la publicación de artículos individuales.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos damos cuenta de que el proceso de desplazarse al acceso abierto cambia la diseminación de conocimiento en lo que respecta a cuestiones legales y financieras. Nuestras organizaciones tienen el propósito de encontrar soluciones que ayuden a un mayor desarrollo de los marcos legales y financieros existentes, con el fin de facilitar óptimo uso y acceso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109699464258451258?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109699464258451258/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109699464258451258' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109699464258451258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109699464258451258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/10/berlin-declaration-on-open-access-to.html' title='Berlin Declaration on Open Access to Knowledge in the Sciences and Humanities - versão em espanhol'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109699405344917746</id><published>2004-10-05T17:29:00.000+01:00</published><updated>2004-10-05T17:36:13.930+01:00</updated><title type='text'>O press realese da Max Planck Society</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;MAX PLANCK SOCIETY&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Press Release&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;FP 2003 (21) October 22nd, 2&lt;/span&gt;003&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Max Planck Society for the Advancement of Science&lt;br /&gt;Press and Public Relations Department&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ISSN 0170-4656&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Science and Culture Accessible to all Internet Users&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Berlin Declaration on Open Access to Knowledge in the Sciences and Humanities" signed&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;On Wednesday 22nd October, the President of the Max Planck Society Professor Peter Gruss signed the "Berlin Declaration on Open Access to Knowledge in the Sciences and Humanities" together with representatives from other large, German and international research organizations. The signing of this declaration was preceded by a three-day conference in the Harnack House of the Max Planck Society in Berlin-Dahlem where leading, international experts discussed new ways of accessing scientificknowledge and cultural heritage via the Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For the first time ever, the Internet offers the possibility of making knowledge universally accessible. As a result, publishing practices and the system of quality assurance used thus far in the sciences and the humanities are expected to undergo considerable changes. In signing the "Berlin Declaration", the research organizations advocate consistently using the Internet for scientific communication and publishing. Their recommendations in favor of open access are directed not only at research institutions but also and to the same extent at cultural institutes such as libraries, archives, and museums.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Berlin Declaration states that, "Establishing open access as a worthwhile procedure ideally requires the active commitment of each and every individual producer of scientific knowledge and holder of cultural heritage". Open access contributions include original scientific research results, raw and metadata as well as source materials and digital representations of pictorial and graphical materials. The authors and right holders grant to all users a free, irrevocable, and universal right of access to these contributions and allow their work to be used, reproduced, or disseminated in digital form (provided correct attribution of authorship or copyright owner is given). Together with supplemental materials and the declaration of the right of use, the complete version of the work is to be made accessible in at least one electronic online archive. Such an archive can be maintained by academic institutions and federal or private organizations that subscribe to the principles of open access to and long-term archiving of publication material.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The signatories of the Berlin Declaration intend to make progress by&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• encouraging their researchers or grant recipients to publish their work according to the principles of open access&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• encouraging cultural institutions to support open access by providing their resources on the Internet&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• developing means and ways to evaluate open access contributions in order to maintain the standards of quality assurance and good scientific practice, and by&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• advocating that such publications be recognized in promotion and tenure evaluation.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The "Berlin Declaration" is in accordance with the spirit of the "Bethesda Declaration on Open AccessPublishing" and the "Budapest Open Access Initiative". Both also endorse fundamental changes to the practice of scientific publishing. The "Berlin Declaration" incorporates cultural heritage, a point stemming from the ECHO (European Cultural Heritage Online) initiative, one of the pilot projects supported by the EU Commission. The ECHO-Project involves sixteen partners from nine European countries, which develop solutions to make cultural heritage accessible via the Internet.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109699405344917746?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109699405344917746/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109699405344917746' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109699405344917746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109699405344917746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/10/o-press-realese-da-max-planck-society.html' title='O press realese da Max Planck Society'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109620831365437667</id><published>2004-09-26T15:11:00.000+01:00</published><updated>2004-09-26T15:45:14.266+01:00</updated><title type='text'>Anexo 3 - Towards the European Higher Education</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;ANEXO 3&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Towards the European Higher Education Area&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Communiqué of the meeting of European Ministers&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;in charge of Higher Education in Prague on May 19th 2001.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Two years after signing the Bologna Declaration&lt;/strong&gt; and three years after the Sorbonne Declaration, European Ministers in charge of higher education, representing 32 signatories, met in Prague in order to review the progress achieved and to set directions and priorities for the coming years of the process. Ministers reaffirmed their commitment to the objective of establishing the European Higher Education Area by 2010. The choice of Prague to hold this meeting is a symbol of their will to involve the whole of Europe in the process in the light of enlargement of the European Union. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ministers welcomed and reviewed the report "Furthering the Bologna Process"&lt;/strong&gt; commissioned by the follow-up group and found that the goals laid down in the Bologna Declaration have been widely accepted and used as a base for the development of higher education by most signatories as well as by universities and other higher education institutions. Ministers reaffirmed that efforts to promote mobility must be continued to enable students, teachers, researchers and administrative staff to benefit from the richness of the European Higher Education Area including its democratic values, diversity of cultures and languages and the diversity of the higher education systems. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ministers took note of the Convention of European higher education institutions held in Salamanca&lt;/strong&gt; on 29-30 March and the recommendations of the Convention of European Students, held in Gothenburg on 24-25 March, and appreciated the active involvement of the European University Association (EUA) and the National Unions of Students in Europe (ESIB) in the Bologna process. They further noted and appreciated the many other initiatives to take the process further. Ministers also took note of the constructive assistance of the European Commission. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ministers observed that the activities recommended in the Declaration&lt;/strong&gt; concerning degree structure have been intensely and widely dealt with in most countries. They especially appreciated how the work on quality assurance is moving forward. Ministers recognized the need to cooperate to address the challenges brought about by transnational education. They also recognized the need for a lifelong learning perspective on education.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Further actions following the six objectives of the Bologna process As the Bologna Declaration&lt;/strong&gt; sets out, Ministers asserted that building the European Higher Education Area is a condition for enhancing the attractiveness and competitiveness of higher education institutions in Europe. They supported the idea that higher education should be considered a public good and is and will remain a public responsibility (regulations etc.), and that students are full members of the higher education community. From this point of view Ministers commented on the further process as follows: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Adoption of a system of easily readable and comparable degrees&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ministers strongly encouraged universities and other higher education institutions to take full advantage of existing national legislation and European tools aimed at facilitating academic and professional recognition of course units, degrees and other awards, so that citizens can effectively use their qualifications, competencies and skills throughout the European Higher Education Area. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ministers called upon existing organizations and networks such as NARIC and ENIC to promote, at institutional, national and European level, simple, efficient and fair recognition ref1ecting the underlying diversity of qualifications. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Adoption of a system essentially based on two main cycles&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ministers noted with satisfaction that the objective of a degree structure based on two main cycles, articulating higher education in undergraduate and graduate studies, has been tackled and discussed. Some countries have already adopted this structure and several others are considering it with great interest. It is important to note that in many countries bachelor’s and master's degrees, or comparable two cycle degrees can be obtained at universities as wel1 as at other higher education institutions. Programmes leading to a degree may, and indeed should, have different orientations and various profiles in order to accommodate a diversity of individual, academic and labour market needs as concluded at the Helsinki seminar on bachelor level degrees (February 2001). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Establishment of a system of credits&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ministers emphasized that for greater flexibility in learning and qualification processes the adoption of common cornerstones of qualifications, supported by a credit system such as the ECTS or one that is ECTS-compatible, providing both transferability and accumulation functions, is necessary. Together with mutual1y recognized quality assurance systems such arrangements will facilitate students access to the European labour market and enhance the compatibility, attractiveness and competitiveness of European higher education. The generalized use of such a credit system and of the Diploma Supplement will foster progress in this direction. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Promotion of mobility&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ministers reaffirmed that the objective of improving the mobility of students, teachers, researchers and administrative staff as set out in the Bologna Declaration is of the utmost importance. Therefore, they confirmed their commitment to pursue the removal of all obstacles to the free movement of students, teachers, researchers and administrative staff and emphasized the social dimension of mobility. They took note of the possibilities for mobility offered by the European Community programmes and the progress achieved in this field, e.g. in launching the Mobility Action Plan endorsed by the European Council in Nice in 2000. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Promotion of European cooperation in quality assurance&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ministers recognized the vital role that quality assurance systems play in ensuring high quality standards and in facilitating the comparability of qualifications throughout Europe. They also encouraged closer cooperation between recognition and quality assurance networks. They emphasized the necessity of close European cooperation and mutual trust in an acceptance of national quality assurance systems. Further they encouraged universities and other higher education institutions to disseminate examples of best practice and to design scenarios for mutual acceptance of evaluation and accreditation/certification mechanisms. Ministers called upon the universities and other higher educations institutions, national agencies and the European Network of Quality Assurance in Higher Education (ENQA), in cooperation with corresponding bodies from countries, which are not members of ENQA, to collaborate in establishing a common framework of reference and to disseminate best practice. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Promotion of the European dimensions in higher education&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;In order to further strengthen the important European dimensions of higher education and graduate employability Ministers cal1ed upon the higher education sector to increase the development of modules, courses and curricula at all levels with "European" content, orientationor organization. This concerns particularly modules, courses and degree curricula offered in partnership by institutions from different countries and leading to a recognized joint degree. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Furthermore Ministers emphasized the following points:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Lifelong learning&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lifelong learning is an essential element of the European Higher Education Area. In the future Europe, built upon a knowledge-based society and economy, lifelong learning strategies are necessary to face the challenges of competitiveness and the use of new technologies and to improve social cohesion, equal opportunities and the quality of life. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Higher education institutions and students&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ministers stressed that the involvement of universities and other higher education institutions and of students as competent, active and constructive partners in the establishment and shaping of a European Higher Education Area is needed and welcomed. The institutions have demonstrated the importance they attach to the creation of a compatible and efficient, yet diversified and adaptable European Higher Education Area. Ministers also pointed out that quality is the basic underlying condition for trust, relevance, mobility, compatibility and attractiveness in the European Higher Education Area. Ministers expressed their appreciation of the contributions toward developing study programmes combining academic quality with relevance to lasting employability and called for a continued proactive role of higher education institutions. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ministers affirmed that students should participate in and influence the organization and content of education at universities and other higher education institutions. Ministers also reaffirmed the need, recalled by students, to take account of the social dimension in the Bologna process. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Promoting the attractiveness of the European Higher Education Area&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ministers agreed on the importance of enhancing attractiveness of European higher education tostudents from Europe and other parts of the world. The readability and comparability of European higher education degrees worldwide should be enhanced by the development of a common framework of qualifications, as well as by coherent quality assurance and accreditation/certification mechanisms and by increased information efforts. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ministers particularly stressed that the quality of higher education and research is and should be an important determinant of Europe's international attractiveness and competitiveness. Ministers agreed that more attention should be paid to the benefit of a European Higher Education Area with institutions and programmes with different profiles. They called for increased collaboration between the European countries concerning the possible implications and perspectives of transnational education. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Continued follow-up&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ministers committed themselves to continue their cooperation based on the objectives set out inthe Bologna Declaration, building on the similarities and benefiting from the differences between cultures, languages and national systems, and drawing on all possibilities of intergovernmental cooperation and the ongoing dialogue with European universities and other higher education institutions and student organizations as well as the Community programmes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ministers welcomed new members to join the Bologna process&lt;/strong&gt; after applications from Ministers representing countries for which the European Community programmes Socrates and Leonardoda Vinci or Tempus-Cards are open. They accepted applications from Croatia, Cyprus and Turkey. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ministers decided that a new follow-up meeting will take place in the second ha1f of 2003 in Berlin&lt;/strong&gt; to review progress and set directions and priorities for the next stages of the process towards the European Higher Education Area. They confirmed the need for a structure for the follow-up work, consisting of a follow-up group and a preparatory group. The follow-up group should be composed of representatives of all signatories, new participants and the European Commission, and should be chaired by the EU Presidency at the time. The preparatory group should be composed of representatives of the countries hosting the previous ministerial meetings and the next ministerial meeting, two EU member states and two non-EU member states; these latter four representatives will be elected by the follow-up group. The EU Presidency at the time and the European Commission wi1l also be part of the preparatory group. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;The preparatory group&lt;/strong&gt; will be chaired by the representative of the country hosting the next ministerial meeting. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The European University Association,&lt;/strong&gt; the European Association of Institutions in Higher Education (EURASHE), the National Unions of Students in Europe and the Council of Europe should be consulted in the follow-up work. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;In order to take the process further,&lt;/strong&gt; Ministers encouraged the follow-up group to arrange seminars to explore the following areas: cooperation concerning accreditation and quality assurance, recognition issues and the use of credits in the Bologna process, the development of joint degrees, the social dimension, with specific attention to obstacles to mobility, and the enlargement of the Bologna process, lifelong learning and student involvement.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109620831365437667?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109620831365437667/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109620831365437667' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109620831365437667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109620831365437667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/09/anexo-3-towards-european-higher.html' title='Anexo 3 - Towards the European Higher Education'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109620771084575699</id><published>2004-09-26T15:06:00.000+01:00</published><updated>2004-09-26T15:11:18.803+01:00</updated><title type='text'>Anexo 2 - Conclusions and Recommendations</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;ANEXO 2&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Conclusions and Recommendations of the Seminar&lt;br /&gt;to the Prague Higher Education Summit&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rapporteur: Anjta Lehikoinen &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Benefits of developing bachelor-level degrees&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;These conclusions concern first degrees or first cycle degrees commonly referred to as bachelor-&lt;br /&gt;-level degrees. For the sake of clarity, the term bachelor-level degree will be used in this document.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Most European countries have, are introducing or are planning to introduce&lt;/strong&gt; a higher education degree structure based on a sequence of bachelor, master and doctoral degrees. Reforms in this direction have been carried out in countries with unitary higher education system as well as in countries with binary or dual higher education systems.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Long first study cycles,&lt;/strong&gt; high drop-out rates and the lengthening of university studies are problems shared by many European countries. Well-planned and efficiently realised bachelor degree programmes help reduce the number of students discontinuing their studies without any&lt;br /&gt;qualification and thus facilitates their placement in the labour market while possibly contributing to shortening overall study times. There is a considerable lack of comparability in the European degree structures, which is an impediment to mobility.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The bachelor-master (two-tier) structure offers several advantages&lt;/strong&gt; in comparison with the long often rather inflexible curricula leading straight up to the master level, which have been traditional in many countries. A main benefit is that students can be offered programmes which allow more easily individual flexibility, which also promotes mobility .The two-tier structure makes room for national and international mobility by contributing to the modularisation of study programmes. In the age of life-long learning, one of the most significant factors speaking in favour of a two-tier structure is that it allows interaction between studies and working life.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Most of the professionally oriented higher education institutions&lt;/strong&gt; offer at the moment bachelor-level degrees and in many countries master-level degrees are being introduced to these institutions. This development may serve the purpose of diversification of higher education provision. It may also contribute to the efficient use of resources because students do not need to change their orientation at the transition point.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The bachelor/master structure has become a world standard.&lt;/strong&gt; Its adoption will facilitate better recognition of European degrees both within Europe and in the world and will make it more attractive for international students to consider studying in Europe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Framework for bachelor-level degrees in Europe&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;The promotion of mobility in Europe requires increased transparency and comparability of European higher education qualifications. In order to achieve this need some common criteria for the definition of bachelor degrees are needed. This framework should be flexible enough to allow national variations but at the same time clear enough to serve as a definition. These broad definitions should be achieved already in the Prague Summit of Higher Education.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The following factors could be seen as useful common denominators for a European bachelor- level degree:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Bachelor-level degree is a higher education qualification&lt;/strong&gt; the extent of which is 180 to 240 credits (ECTS). It normally takes three to four years of full-time study to complete the degree. Bachelor-level degrees play an important role in the life-long learning paradigm and learning to learn skills should be an essential part of any bachelor-level degree.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- It is important to note that the bachelor-level degrees,&lt;/strong&gt; often referred to as first degrees can be taken at either traditional universities or at professionally-oriented higher education institutions. Programmes leading to the degree may, and indeed should have different orientations and various profiles in order to accommodate a diversity of individual, academic and labour market needs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- In order to increase transparency&lt;/strong&gt; it is important that the specific orientation and profile and learning outcomes of a given qualification are included in its title and explained on the Diploma Supplement issued to the student. Information on different study programmes should be transparent to enable the students make informed choices.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Even bachelor degrees&lt;/strong&gt; which serve as an intermediate qualification preparing students for further study should be based on a proper curriculum. They should not only be seen as a part of a longer curriculum as some students may wish to change direction or to choose a graduate programme or specialisation offered at another institution.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Labour market relevance&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;In the European tradition higher education has never been an island. There is a strong need for close interaction between higher education and society at large. Labour market relevance should&lt;br /&gt;not undermine higher education's cultural value.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;There are many different ways&lt;/strong&gt; in which bachelor-type degrees can be relevant to the common European labour market. While many curricula ought to be geared towards specific professions and immediate entrance onto the labour market, others need to prepare students for further studies and a later entrance. All curricula should include transversal skills and competencies required from all active citizens in Europe. This entails long-term development of educational contents.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;In European countries labour markets expect higher education qualifications from more and more young people.&lt;/strong&gt; This is likely to be more difficult in countries offering only long one-tier qualifications. The higher education system is expected to offer independent shorter degrees of the bachelor type geared specifically for labour market needs. At the same time there are needs for updating and upgrading qualifications and skills of the present labour force.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Disciplinary issues&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Different disciplines have characters of their own and they have to be taken into consideration when developing degree structures. It should be clear that in some fields which involve professional accreditation bachelor-level degrees will not always serve as independent qualifications leading to full labour market relevant professional competence. However, in those fields to an intermediate qualification may be worth developing for the reasons mentioned above.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;In all fields, reasonable transition mechanisms between bachelor and master programmes should be established,&lt;/strong&gt; both within the same higher education sector and between different higher education sectors. These transition mechanisms should enhance also interdisciplinarity.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reforming structures only is not enough.&lt;/strong&gt; Transparency and comparability of transferable core competencies expected from graduates of bachelor and master programmes in broad subject areas are needed at the European level. Higher education institutions and their European networks involving professional bodies and other stakeholders should develop these common guidelines.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109620771084575699?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109620771084575699/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109620771084575699' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109620771084575699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109620771084575699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/09/anexo-2-conclusions-and.html' title='Anexo 2 - Conclusions and Recommendations'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109616532500503454</id><published>2004-09-26T03:21:00.000+01:00</published><updated>2004-09-26T15:05:50.513+01:00</updated><title type='text'>Anexo I - Declaração conjunta dos Ministros da Educação</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;ANEXO l&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Declaração conjunta dos Ministros da Educação europeus&lt;br /&gt;reunidos em Bolonha a 19 de Junho de 1999&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O processo europeu tem-se tornado uma realidade cada vez mais concreta e relevante para a União Europeia e para os seus cidadãos,&lt;/strong&gt; graças aos extraordinários realizações dos últimos anos. As perspectivas de alargamento assim como as estreitas relações com os outros países europeus acrescem uma maior dimensão a esta realidade. Simultaneamente, temos vindo a testemunhar uma consciencialização crescente em largas faixas da esfera política, académica e da opinião pública, da necessidade de criar uma Europa mais completa e abrangente, em especial no que respeita à construção e ao reforço das suas dimensões intelectual, cultural, social, científica e tecnológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reconhece-se hoje, amplamente, que a Europa do Conhecimento constitui factor insubstituível para o crescimento humano e social,&lt;/strong&gt; sendo componente indispensável para a consolidação e para o enriquecimento da cidadania europeia, capaz de fornecer aos seus cidadãos as necessárias competências para encarar os desafios do novo milénio, bem como desenvolver a consciência de valores partilhados e relativos a um espaço comum, social e cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A importância tanto da educação como da cooperação no desenvolvimento&lt;/strong&gt; e no reforço de sociedades estáveis, pacíficas e democráticas é universalmente reconhecida como da maior importância, sobretudo em vista da situação do sudeste europeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A declaração da Sorbonne, a 25 de Maio de que foi sustentada por estas considerações,&lt;/strong&gt; sublinhou o papel fundamental das universidades no desenvolvimento das dimensões culturais europeias. Acentuou a criação do espaço europeu do Ensino Superior como a chave para promover a mobilidade e a empregabilidade dos cidadãos, para além do desenvolvimento geral de todo o continente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vários países europeus têm aceite o convite para se empenharem na concretização dos objectivos propostos na declaração,&lt;/strong&gt; quer assinando-a, quer expressando, em princípio, o seu assentimento. O rumo de várias reformas no Ensino Superior, entretanto em curso na Europa, provou, da parte de muitos governos, a sua determinação de actuar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As instituições europeias do Ensino Superior, por sua vez, aceitaram o desafio,&lt;/strong&gt; assumindo o principal papel na construção do espaço europeu do Ensino Superior, também na esteira dos princípios fundamentais lançados no documento Magna Charta Universitatum de Bolonha de 1988. Este facto reveste-se da maior importância, dado que tanto a independência como a autonomia das universidades asseguram que os sistemas do Ensino Superior e da investigação se continuem a adaptar às necessidades de mudança, às exigências da sociedade e aos avanços do conhecimento científico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O rumo foi colocado na direcção certa, dentro dos objectivos apropriados.&lt;/strong&gt; A obtenção de maior compatibilidade e de maior comparabilidade dos sistemas do Ensino Superior requer, no entanto, uma contínua energia para se cumprir plenamente. É preciso apoiá-la mediante a promoção de medidas concretas para progredir com evidentes passos. O encontro de 18 de Junho reuniu reconhecidos especialistas e estudiosos de todos os nossos países que nos deram sugestões muito úteis para futuras iniciativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em especial, deve-se ter em conta o objectivo de elevar a competitividade internacional do sistema europeu do Ensino Superior.&lt;/strong&gt; A vitalidade e a eficiência de qualquer civilização pode medir-se pela, atracção que a sua cultura exerce sobre os outros países. Precisamos de assegurar que o sistema europeu do Ensino Superior consiga adquirir um grau de atracção mundial semelhante ao das nossas extraordinárias tradições cultural e cientifica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ao mesmo tempo que se afirma o nosso apoio aos princípios gerais estabelecidos pela Declaração da Sorbonne,&lt;/strong&gt; comprometemo-nos a coordenar as nossas políticas de modo a conseguir, a breve trecho, e, em todo o caso, na primeira década do terceiro milénio, os objectivos que se seguem, e que estimamos ser de primordial relevância, de forma a estabelecer-se o espaço europeu do Ensino Superior e a promover o sistema europeu do Ensino Superior em todo o mundo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Adopção de um sistema de graus de acessível leitura e comparação,&lt;/strong&gt; também pela implementação do Suplemento ao Diploma, para promover entre os cidadãos europeus a empregabilidade e a competitividade internacional do sistema europeu do Ensino Superior;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Adopção de um sistema essencialmente baseado em dois ciclos principais, o graduado e o pós-graduado.&lt;/strong&gt; O acesso ao segundo ciclo vai requerer o termo com êxito dos estudos do primeiro ciclo, com a duração mínima de três anos. O grau conferido, após o primeiro ciclo, será também relevante para o mercado europeu do trabalho como nível apropriado de qualificação O segundo ciclo deverá conduzir aos graus de mestre e/ou doutor como acontece em muitos países europeus;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Estabelecimento de um sistema de créditos&lt;/strong&gt; - como, por exemplo, no sistema ECTS - como um correcto meio para promover a mobilidade mais alargada dos estudantes. Os créditos podem também ser adquiridos em contextos de ensino não superior, incluindo a aprendizagem ao longo da vida, desde que sejam reconhecidos pelas respectivas Universidades de acolhimento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Promoção da mobilidade,&lt;/strong&gt; ultrapassando obstáculos ao efectivo exercício da livre mobilidade, com particular atenção:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;--&lt;/strong&gt; aos estudantes, no acesso às oportunidades de estudo e formação, bem como a serviços correlativos;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;--&lt;/strong&gt; aos professores, investigadores e pessoal administrativo, no reconhecimento e na valorização dos períodos passados num contexto europeu de investigação, de ensino e de formação, sem prejuízo dos seus direitos estatutários;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Promoção da cooperação europeia na avaliação da qualidade, &lt;/strong&gt;com vista a desenvolver critérios e metodologias comparáveis;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Promoção das necessárias dimensões europeias do Ensino Superior,&lt;/strong&gt; especialmente no que respeita ao desenvolvimento curricular, à cooperação interinstitucional, aos esquemas da mobilidade e aos programas integrados de estudo, de formação e de investigação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comprometemo-nos, por este meio, a alcançar estes objectivos&lt;/strong&gt; - no quadro das nossas competências institucionais, guardando um completo respeito pela diversidade de culturas, línguas, sistemas nacionais de educação e da autonomia universitária - para consolidar o espaço europeu do Ensino Superior. Com esse fim, prosseguiremos o rumo da cooperação intergovernamental, em conjunto com o das organizações europeias não governamentais com competência no Ensino Superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Espera-se que as universidades,&lt;/strong&gt; mais uma vez, respondam pronta e positivamente e que contribuam activamente para o êxito das nossas diligências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na convicção de que o estabelecimento do espaço europeu do Ensino Superior requer constante apoio,&lt;/strong&gt; vigilância e adaptação às necessidades contínuas que se vão desenvolvendo, decidimos voltar a reunir dentro de dois anos para avaliar a progressão conseguida bem como os novos passos a dar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Assinada por 29 países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Dinamarca, Espanha, Eslováquia, Eslovénia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Noruega, Polónia, Portugal, Reino Unido, Roménia, República Checa, Suécia, Suíça.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109616532500503454?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109616532500503454/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109616532500503454' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109616532500503454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109616532500503454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/09/anexo-i-declarao-conjunta-dos.html' title='Anexo I - Declaração conjunta dos Ministros da Educação'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109616185317687046</id><published>2004-09-26T02:08:00.000+01:00</published><updated>2004-09-26T15:01:15.493+01:00</updated><title type='text'>Declaração de Bolonha</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A Declaração de Bolonha e o sistema de graus do ensino superior&lt;br /&gt;Bases para uma discussão &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Subscrita em Junho de 1999 pelos ministros responsáveis pelo ensino superior de 29 países europeus&lt;/strong&gt;, a Declaração de Bolonha &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; tem como objectivo central a construção da Área Europeia de Ensino Superior. Partindo dos objectivos gerais de mobilidade, de empregabilidade dos diplomados e de competitividade dos sistemas europeus de ensino superior, esta declaração define seis objectivos específicos, dos quais consta a inteligibilidade e comparabilidade dos graus conferidos nos sistemas europeus de ensino superior. Além disso avança alguns elementos de estruturação dos graus académicos em dois ciclos, de graduação e pós-graduação, sendo que o acesso ao 2° ciclo pressupõe completar um primeiro ciclo com a duração mínima de três anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Seja em consequência da própria declaração, seja porque havia previamente essa intenção,&lt;/strong&gt; têm vindo a ser introduzidas reformas em diversos países que apontam para um primeiro grau de graduação com uma duração típica de três ou quatro anos, isto é, com 180 a 240 unidades de crédito ECTS. Foi também este um dos resultados do seminário realizado em Helsínquia em Fevereiro de 2001 &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. As tendências verificadas nos diferentes países signatários da declaração constam de dois relatórios, o primeiro &lt;strong&gt;[&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3] &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;preparado para a Conferência de Bolonha e o segundo &lt;strong&gt;[&lt;span style="font-size:85%;"&gt;4]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; para a Convenção das Instituições de Ensino Superior, realizada em Salamanca em Março de 2001, e também para a Conferência de Praga, realizada em Maio deste ano. Nesta conferência foi apresentado um relatório sobre o Processo de Bolonha &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, tendo sido aprovado um comunicado &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; em que se reafirmam os objectivos da Declaração de Bolonha e se apontam vias de desenvolvimento do processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No entanto, no decurso dos trabalhos realizados entre Bolonha e Praga,&lt;/strong&gt; por diversas vezes se levantou a questão de saber se estes limites, 3 a 4 anos, são ou não compatíveis com as exigências de formação para efeitos profissionais em algumas áreas do conhecimento como a Medicina ou a Engenharia. Assim como se verificou que a discussão dos objectivos de formação é mais fácil quando realizada por área de conhecimento a nível europeu do que quando envolve todas as áreas de conhecimento, mesmo que no âmbito de cada sistema nacional.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A situação portuguesa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O sistema de ensino superior português prevê a existência de dois níveis diferentes de graduação,&lt;/strong&gt; ou seja, do primeiro ciclo: Bacharelato e Licenciatura. O Conselho Nacional de Educação aprovou, em 1993 e em 1995, pareceres &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; que apontam para o desaparecimento destes graus, substituindo-os por um "Diploma de Estudos Superiores", o que significa que a discussão sobre os graus de ensino superior que hoje é suscitada pela avaliação das implicações a nível nacional pela Declaração de Bolonha, não é nova e é, de facto, ressuscitada num novo contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O CRUP apresentou publicamente a proposta de acabar com o Bacharelato,&lt;/strong&gt; como grau nacional, e de manutenção da Licenciatura, com uma duração de 4 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As questões da supressão de um dos graus e da sua designação são questões autónomas.&lt;/strong&gt; A primeira tem relevância no quadro internacional e a segunda é apenas relevante a nível interno. De facto, as designações nos diferentes países para o primeiro grau são diversas, desde o "Bachelor" anglo-saxónico, à "Licence" francesa, passando pela "Laurea" italiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para além do sistema estruturante de graus, os vários países signatários têm outros diplomas com durações diversas,&lt;/strong&gt; por exemplo, formações curtas que, em inglês, são usualmente designadas por "associate degrees". Em França, na linha do 3-5-8 do relatório Attali, o sistema de graus "Licence-Mastere-Doctorat" é uma superestrutura, sem que tivessem deixado de existir DEUG ou DUT, Maltrise, DEA ou DESS, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A estrutura de graus do tipo "Bachelor"/ "Master",&lt;/strong&gt; em que o primeiro grau tem uma duração entre 3 e 4 anos e o segundo entre 1 e 2 anos, é tradicional em países como o Reino Unido, a Irlanda ou Malta, e está bem estabelecido nos países nórdicos, Islândia, Suécia, Noruega e Dinamarca, embora nestes países persistam formações longas em algumas áreas de formação, estando prevista a sua introdução na Noruega. Este tipo de estrutura foi introduzido em países como a Estónia, Letónia e Lituânia, bem como em Itália, no quadro de uma extensa reforma do sistema, ou na Alemanha, onde coexiste a nova estrutura com os graus tradicionais. Verificou-se também que em alguns países se reforçou, alargou o âmbito de aplicação ou se abriu a possibilidade desta estrutura de graus, como a República Checa, a Eslováquia, a Holanda, a Áustria e a Finlândia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A discussão sobre a alteração do sistema nacional de graus pressupõe que sejam claros os objectivos que se pretendem atingir.&lt;/strong&gt; Como foi referido acima, o objectivo essencial é desenvolver a Área Europeia de Ensino Superior, onde seja mais fácil a mobilidade de estudantes e o reconhecimento mútuo de qualificações. A alteração do sistema de graus não é o único instrumento para atingir esse objectivo. A existência de sistemas de créditos compatíveis, baseados nas unidades do ECTS, a aplicação de metodologias de reconhecimento de qualificações como as previstas na Convenção de Lisboa sobre Reconhecimentos, assinada em 1997 e ratificada por Portugal em 2000, a generalização do Suplemento ao Diploma, são outros instrumentos que contribuem para o mesmo objectivo, promovendo a mobilidade internacional, mas também a nível interno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No entanto, a existência de sistemas nacionais de graus com major nível de semelhança,&lt;/strong&gt; favorece a possibilidade de prosseguimento de estudos em país diferente, após a obtenção do primeiro grau. Se for feito um trabalho por área disciplinar a nível europeu, no sentido de se procurar um entendimento quanto a um conjunto essencial de objectivos de forn1ação, mais fácil será o reconhecimento das qualificações obtidas em diferentes países e instituições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por outro lado, uma major semelhança entre os sistemas nacionais de graus melhora a inteligibilidade desses mesmos graus&lt;/strong&gt; por parte de eventuais interessados exteriores à Área Europeia de Ensino Superior e o potencial de os atrair, relativamente aos concorrentes mais directos, nomeadamente os Estados Unidos. É desta questão que se trata quando se refere a competitividade dos sistemas de ensino superior europeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A redução da duração da formação não é nem um objectivo em si, nem um resultado imediato da Declaração de Bolonha.&lt;/strong&gt; No entanto, não se poderá deixar de questionar a duração dos estudos em Portugal, em confronto com o que se passa noutros países. Se a duração dos estudos, para obter um determinado nível de formação, for maior em Portugal do que noutros países, está comprometida a capacidade de atrair estudantes de outros países e os estudantes portugueses poderão ser levados a optar por estudar noutro país. Para além disso, está por provar que os sistemas que contemplam uma menor duração dos respectivos planos de estudos tenham uma qualidade inferior de formação dos seus graduados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Já hoje se verificam situações que põem em causa o nosso sistema de dois níveis de graus.&lt;/strong&gt; Há estudantes portugueses que obtiveram um Bacharelato em Portugal e que foram aceites em cursos de Master no Reino Unido. Ou seja, ao fim de um tempo equivalente à Licenciatura, obtêm um grau que dá acesso ao Ph.D. que, se o fizerem, terá equivalência ao Doutoramento em Portugal. Acresce que quem consegue seguir esta via são os que têm maior capacidade económica, criando uma situação de injustiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para além da duração curricular dos cursos, há que ter em conta a duração efectiva, ou seja, a questão do insucesso.&lt;/strong&gt; Esta questão tem de ser objecto de um esforço no sentido de aumentar o sucesso, sem obviamente pôr em causa a qualidade da formação, mas esta é uma questão autónoma da que se propõe discutir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A discussão que se propõe&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propõe-se a discussão do sistema de graus nacionais, nomeadamente considerando as seguintes questões:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a)&lt;/strong&gt; Supressão de um dos graus de graduação (Bacharelato e/ou Licenciatura);&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;b)&lt;/strong&gt; Duração padrão para o grau único de graduação (processo de Bolonha: 3 a 4 anos ou 180 a 240 unidades ECTS);&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c)&lt;/strong&gt; Identificação das formações dirigidas ao exercício de profissões que não se enquadram no padrão devido a constrangimentos legais, nacionais ou directivas comunitárias, e definição da forma de organizar essas formações e d grau ou diploma a atribuir na sua conclusão (Por exemplo, diploma de pós-graduação profissional ou grau de mestre);&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;d)&lt;/strong&gt; Reflexão sobre o grau de Mestre e o. respectivo conteúdo de formação, considerando ou não a possibilidade de mestrados de perfil "profissional" (nomeadamente nas situações previstas em c) para além do actual perfil "científico", bem como as condições de acesso a este nível de formação;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;e)&lt;/strong&gt; Implicações para os estudos de doutoramento, nomeadamente das questões colocadas em c) e d), quanto à sua organização, incluindo a eventual generalização de cursos de doutoramento, e às condições de acesso a este grau;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;f)&lt;/strong&gt; Designação do grau único de graduação (Proposta do CRUP: Licenciatura; Proposta do CNE de 1993: Diploma de Estudos Superiores).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nesta discussão é essencial ter em conta alguns aspectos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- a realidade dos nossos parceiros no Processo de Bolonha:&lt;/strong&gt; na medida em que o objectivo é atingir um sistema de graus que seja inteligível e comparável, é importante perceber as reformas que estão a ser introduzidas e perspectivadas pelos nossos parceiros, tendo em vista a aproximação entre os sistemas de ensino superior, mas também as questões essenciais que deverão ser defendidas por Portugal no quadro do Processo de Bolonha;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- os pareceres do Conselho Nacional de Educação sobre o ensino superior:&lt;/strong&gt; nomeadamente os pareceres 1/93 e 1/95;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- a identificação dos objectivos de formação correspondentes a cada grau,&lt;/strong&gt; por área do conhecimento: esta questão é importante para que a aproximação entre sistemas não seja apenas formal, mas igualmente de conteúdo; tendo em conta que esta questão deve ser tratada por área de conhecimento, é da maior relevância a exploração dos contactos internacionais que as instituições de ensino superior têm nas diferentes áreas de conhecimento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- a generalização de um sistema de créditos baseado nas unidades ECTS:&lt;/strong&gt; o qual foi objecto de propostas por parte do CRUP e do CCISP e que estão a ser trabalhadas para a sua consagração legal;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- o reforço da oferta de formações pós-secundárias profissionalizantes de curta duração:&lt;/strong&gt; a legislação de suporte aos Cursos de Especialização Tecnológica prevê actualmente a possibilidade de creditar parte da formação para efeitos de prosseguimento de estudos e a intervenção das instituições de ensino superior, oferecendo ou participando na oferta destas formações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outubro de 2001&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Anexo 1&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Anexo 2.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;[3]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Knudsen, Inge; Haug, Guy: Kirstein, Jette; Trends in Learning Structures in Higher Education, Junho de 1999.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;[4]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Haug, Guy; Tauch. Christian; Trends in Learning Structures in Higher Edllcatiol1 (II), Abril de 2001.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;[5]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Lourtie, Pedro; Furthering the Bologna Process, Maio de 2001.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Anexo 3&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;[7]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; CNE, Pareceres 1/93 e 1/95&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109616185317687046?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109616185317687046/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109616185317687046' title='57 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109616185317687046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109616185317687046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/09/declarao-de-bolonha.html' title='Declaração de Bolonha'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>57</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109501263481476104</id><published>2004-09-12T18:58:00.000+01:00</published><updated>2004-09-12T19:10:34.813+01:00</updated><title type='text'>Não nos deixam apaixonar</title><content type='html'>Encontro-me a coordenar o processo de auto-avaliação do Curso de Engenharia dos Recursos Florestais da ESAC/IPC. Trata-se de mais uma formalidade do Ministério que me dá a mim e aos meus colegas uma trabalheira enorme. Para que serve? Supostamente para permitir que através das críticas apontadas e das deficiencias detectadas se possa melhorar a performance do curso e consequentemente, a formação que é dada aos alunos. O que é que acontece na realidade? O costume, ou seja nada... Esta é mais uma das medidas avulsas em que a nossa Administração é fertil e que fazem com que o País e todos nós percamos tempo, energias e... motivação. A avaliação de uma escola ou de um curso deveria ser algo corrente, quotidiano, mecanizado e rotineiro. Mas para isso é necessária alguma organização e algum planeamento, coisa que não abunda por estas bandas da Europa.&lt;br /&gt;Enfim desculpem o desabafo e minha visão um pouco desapaixonada do universo em que trabalho. Pode ser que um dia destes saia alguma nota um pouco mais optimista.&lt;br /&gt;Quim&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109501263481476104?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109501263481476104/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109501263481476104' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109501263481476104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109501263481476104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/09/no-nos-deixam-apaixonar.html' title='Não nos deixam apaixonar'/><author><name>Quim</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109486101234799092</id><published>2004-09-11T01:00:00.000+01:00</published><updated>2004-09-11T17:07:48.253+01:00</updated><title type='text'>Normas e Práticas</title><content type='html'>&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; Os ciclos editoriais de &lt;strong&gt;[paixão da educação]&lt;/strong&gt; são ordinariamente definidos no quadro do calendário escolar português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; Cada ciclo editorial do weblog tem a duração de uma quinzena; cada membro terá um dia fixo, nesse período de tempo, para publicar o seu texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Durante os fins-de-semana a publicação de textos é inteiramente livre e voluntária, não ficando sujeita a qualquer outra orientação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; A rotina de publicação mantém-se mesmo na ocorrência de algum dia feriado, nacional ou local, durante o ciclo editorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.&lt;/strong&gt; Caso não seja possível a publicação no dia estabelecido, o membro do weblog pode (1) proceder à sua publicação em data posterior, (2) publicá-lo no primeiro fim-de-semana seguinte ou (3) datá-lo do dia em que deveria ter saído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.&lt;/strong&gt; Os membros do weblog, no quadro de uma iniciativa de características informais, como é o caso, deverão, tanto quanto possível, procurar seguir a rotina de publicação estabelecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7.&lt;/strong&gt; Com o início das interrupções lectivas por ocasião das férias escolares, ou outras paragens antecipadamente previstas no calendário escolar, entra em vigor o regime de publicação dos fins-de-semana descrito no &lt;strong&gt;ponto 2&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8.&lt;/strong&gt; Os administradores estabelecerão um calendário para cada ciclo editorial, de modo a evitar equívocos ou esquecimentos fortuitos por parte dos membros do weblog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9.&lt;/strong&gt; O blogue &lt;strong&gt;[paixão da educação]&lt;/strong&gt; manter-se-á activo entre as datas de 30 de Setembro de 2004 e 15 de Julho de 2005 – cobrindo assim, aproximadamente, todo o arco da duração de um ano lectivo pelo calendário do sistema educativo português – findo o qual deve cessar a actividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Os membros do weblog poderão solicitar a colaboração pontual de outros elementos, que participarão ocasionalmente nos ciclos editorais com os seus textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. O sistema é composto pelo blog principal – &lt;strong&gt;[paixão da educação]&lt;/strong&gt; -, pelo blog secundário de apoio – &lt;strong&gt;[Archivos da paixão]&lt;/strong&gt; – e pelo endereço de correio electrónico propositadamente criado para os contactos – &lt;strong&gt;[paixaodaeducacao@hotmail.com]&lt;/strong&gt; - que é gerido pelos administradores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Para qualquer situação não prevista nestas normas, recorra-se, nos termos da &lt;strong&gt;CARTA&lt;/strong&gt;, ao bom senso e à prudência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Setembro de 2004 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109486101234799092?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109486101234799092/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109486101234799092' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109486101234799092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109486101234799092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/09/normas-e-prticas.html' title='Normas e Práticas'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109485684897372186</id><published>2004-09-10T23:50:00.000+01:00</published><updated>2004-10-18T15:54:04.780+01:00</updated><title type='text'>PMFs (Perguntas Mais Frequentes)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Este elenco de PMF foi organizado tendo em vista simplificar a entrada na blogosfera aos elementos da equipa de [paixão da educação] . As perguntas e as respostas procuram detalhar todos os pormenores de cada processo, pensando nas dificuldades de um utilizador pouco frequente da internet. As indicações podem, no entanto, não ser exaustivas e não elucidam certamente todas as dúvidas. Qualquer erro detectado, qualquer sugestão no sentido de simplificar os esclarecimentos prestados, qualquer dúvida não prevista, são um bom contributo para enriquecer este documento. Se necessitar de uma cábula para se iniciar na blogosfera, copie e imprima o que precisar.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;1. Que fazer para aceder rapidamente ao blogue que me foi indicado?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para aceder rapidamente ao blogue sem necessitar de perder tempo a escrever o endereço basta colocá-lo na sua lista de endereços &lt;strong&gt;Favoritos&lt;/strong&gt; ou de criar um atalho para o &lt;strong&gt;Ambiente de Trabalho&lt;/strong&gt;. Qualquer das situações é facilmente reversível pelo que mais tarde poderá removê-los com rapidez.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.1.&lt;/strong&gt; Para colocar o endereço nos &lt;strong&gt;Favoritos&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.1.1.&lt;/strong&gt; Para colocar o endereço do blogue (ou de qualquer outro sítio que pretenda) na sua lista de &lt;strong&gt;Favoritos&lt;/strong&gt; terá de começar por aceder à página pretendida.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.1.2.&lt;/strong&gt; Depois coloque o cursor na barra superior do ecrã onde poderá encontrar o ícone dos &lt;strong&gt;Favoritos&lt;/strong&gt; (o mais certo é encontrar aí dois distintos, mas com a mesmíssima função) e clique com o botão do rato.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.1.3.&lt;/strong&gt; Procure &lt;strong&gt;Adicionar&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;Adicionar aos Favoritos&lt;/strong&gt; e clique aí mesmo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.1.4.&lt;/strong&gt; Pode clicar logo no botão &lt;strong&gt;OK&lt;/strong&gt; ou caso pretenda alterar a denominação do sítio para uma palavra ou expressão mais clara é só colocar o cursor no campo &lt;strong&gt;Nome&lt;/strong&gt;, apagar e escrever o texto (sugiro texto breve).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.1.5.&lt;/strong&gt; Depois do &lt;strong&gt;OK&lt;/strong&gt; pode confirmar que o sítio foi acrescentado aos &lt;strong&gt;Favoritos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.1.6.&lt;/strong&gt; A partir desse momento bastará ligar-se à net, clicar nos &lt;strong&gt;Favoritos&lt;/strong&gt;, procurar o nome do sítio guardado, clicar sobre... e aceder em poucos instantes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.2.&lt;/strong&gt; Para colocar o endereço no &lt;strong&gt;Ambiente de Trabalho&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.2.1.&lt;/strong&gt; Aceda à página de que quer criar um atalho.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.2.2.&lt;/strong&gt; Coloque o cursor em qualquer região da página e clique no botão direito do rato (o contrário do habitual).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.2.3.&lt;/strong&gt; Aparecerá um menu com várias possibilidades – procure &lt;strong&gt;Criar Atalho&lt;/strong&gt; e clique aí com o botão esquerdo do rato.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.2.4.&lt;/strong&gt; Aparecerá então, provavelmente, um pequeno quadro que lhe diz que o atalho da página actual será colocado no &lt;strong&gt;Ambiente de Trabalho.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.2.5.&lt;/strong&gt; Clique em &lt;strong&gt;OK&lt;/strong&gt; e já está – se quiser pode sair do sítio e confirmar que o atalho se encontra a partir daí disponível sempre que ligar o computador e entrar no seu espaço.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.2.6.&lt;/strong&gt; O atalho assumirá o nome do sítio mas poderá, se quiser, alterá-lo, clicando com o botão direito do rato no ícone, depois clicando em &lt;strong&gt;Mudar o nome&lt;/strong&gt; e escrevendo de seguida no campo escurecido sob o símbolo do atalho a nova designação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;2. Que funções me são permitidas quando acedo apenas enquanto simples leitor do blogue?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Qualquer escritor de blogues é, antes de mais, um leitor de blogues.&lt;br /&gt;Um leitor – mesmo que se trate do seu próprio blogue – pode realizar as seguintes tarefas:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.1.&lt;/strong&gt; Acedendo ao sítio entra apenas e primeiramente como leitor, podendo ler ou reler os seus últimos posts.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.2.&lt;/strong&gt; Pode consultar os posts de meses anteriores guardados em &lt;strong&gt;Arquivo&lt;/strong&gt; – basta procurar a coluna da direita (noutros casos da esquerda), procurar o &lt;strong&gt;Arquivo&lt;/strong&gt; e clicar no mês ou no período de tempo que pretenda rever.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.3.&lt;/strong&gt; No caso do blogue ter os seus Arquivos organizados por meses terá assim acesso à totalidade dos posts publicados durante um determinado mês.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.4.&lt;/strong&gt; Pode consultar o perfil do autor ou autores do blogue, caso estejam disponíveis, clicando no link correspondente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.5.&lt;/strong&gt; Pode consultar o volume de tráfego do blogue, para se informar das estatísticas, clicando para isso no ícone disponível na coluna da direita.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.6.&lt;/strong&gt; Pode consultar os links que sejam sugeridos pelo autor do blogue, clicando sobre eles.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.7.&lt;/strong&gt; Pode ler os comentários a cada post clicando sobre &lt;comments&gt;que pode ser encontrado no final de cada artigo, do lado direito.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.8.&lt;/strong&gt; Caso queira poderá também afixar um comentário, ainda que seja num texto da sua autoria, nomeadamente para responder &lt;em&gt;in loco&lt;/em&gt; a outro comentário de um leitor.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.9.&lt;/strong&gt; Nesse caso clique em &lt;post&gt;, depois escreva o seu &lt;strong&gt;user name&lt;/strong&gt; (o nome com que acede ao sistema do blogue), digite a &lt;strong&gt;Password&lt;/strong&gt; no campo respectivo e clique finalmente no botão que indica &lt;strong&gt;Sign in.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.10.&lt;/strong&gt; Vai aparecer-lhe um campo para escrever o seu comentário – escreva-o e quando terminar pode ainda verificar o seu aspecto uma vez publicado (aproveite para corrigir os erros que são frequentes mesmo para utilizadores exímios da língua portuguesa).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.11.&lt;/strong&gt; Antes de publicar pode ainda decidir publicá-lo com o seu &lt;strong&gt;user name&lt;/strong&gt; ou anonimamente (não aconselho, por princípio, mas...).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.12.&lt;/strong&gt; Depois, se já decidiu que está bem, clique em &lt;strong&gt;Publish Your Comment&lt;/strong&gt; e prepare-se para comentários ao seu comentário.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.13.&lt;/strong&gt; Se considerar que o seu comentário merece outro destaque e decidir reformulá-lo para um post ou outro texto pessoal proceda do seguinte modo - seleccione todo o texto do comentário, clique sobre o texto com a tecla da direita do rato e escolha &lt;strong&gt;Copiar&lt;/strong&gt;, depois abra um documento &lt;strong&gt;word&lt;/strong&gt;, cole o texto na página em branco e guarde o novo documento para futuras utilizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;3. Como devo proceder para aceitar o convite que me foi dirigido para participar no edublog?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A participação num weblog colectivo pressupõe a aceitação explícita de um convite que lhe é dirigido pelo seu administrador. O processo é simples e desenrola-se do seguinte modo:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.1.&lt;/strong&gt; Uma vez aceite o convite verbal que lhe foi feito por um dos administradores forneça-lhe o seu endereço de email - certifique-se previamente de que o seu endereço está activo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.2.&lt;/strong&gt; A partir desse momento todos os contactos serão enviados para o endereço que tiver fornecido – decida se esse endereço está realmente disponível para este tipo de função.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.3.&lt;/strong&gt; Caso não tenha endereço de email deve criar uma conta rapidamente – se o seu endereço foi desactivado tente reactivá-lo de novo (a maioria dos fornecedores permite essa função).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.4.&lt;/strong&gt; O administrador vai enviar-lhe uma mensagem configurada pelo serviço que disponibiliza o sítio do blogue.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.5.&lt;/strong&gt; Abre essa mensagem cujo &lt;strong&gt;Assunto&lt;/strong&gt; será algo como &lt;strong&gt;&lt;blogger&gt;.&lt;blogger&gt;&lt;br /&gt;3.6.&lt;/strong&gt; Após um breve texto de convite, escrito em português pelo administrador, surgirá a indicação de &lt;strong&gt;NEXT STEPS&lt;/strong&gt; – siga a indicação do primeiro passo e clique sobre o endereço que aparece depois (a forma poderá ser algo como &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/etc...etc..."&gt;http://www.blogger.com/etc...etc...&lt;/a&gt; .&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;http:&gt;&lt;strong&gt;3.7.&lt;/strong&gt; No caso de não ter uma conta em &lt;strong&gt;Blogger&lt;/strong&gt; (o fornecedor do sítio do weblog) terá de seguir as instruções e criar uma conta gratuita – escolha um &lt;strong&gt;username&lt;/strong&gt; que pode ser o seu nome (exemplo: jota_gustavo ou jose_gustavo) e uma &lt;strong&gt;password&lt;/strong&gt; da qual não se esqueça facilmente e que não deve fornecer a ninguém.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.8.&lt;/strong&gt; A partir deste momento o &lt;strong&gt;username&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;password&lt;/strong&gt;, que devem permanecer em sigilo, são o único meio de entrar no blog – por isso, escolha bem as suas senhas e memorize-as.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.9.&lt;/strong&gt; Siga rigorosamente os passos muito simples que são sucessivamente indicados para criar a conta.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.10.&lt;/strong&gt; Não se esqueça de que o &lt;strong&gt;username&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;password&lt;/strong&gt; passarão a ser a sua senha de acesso privativa ao fornecedor do espaço do weblog.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.11.&lt;/strong&gt; No caso de já ter conta em &lt;strong&gt;Blogger&lt;/strong&gt; deve clicar no endereço referido em &lt;strong&gt;1.6..&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.12.&lt;/strong&gt; Verá aparecer um botão &lt;strong&gt;SIGN IN&lt;/strong&gt; - clique imediatamente sobre ele.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.13.&lt;/strong&gt; Verá então uma caixa com o nome do blogue &lt;paixão&gt;- clique sobre o nome e entrará imediatamente no espaço de edição acessível a todos os membros da equipa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.14.&lt;/strong&gt; Está em condições de escrever o primeiro post de experiência – clique em &lt;strong&gt;Creat a new post.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.15.&lt;/strong&gt; Na caixa de edição que se vai abrir escreva o que lhe vier à cabeça (sem esquecer o título no campo superior) e siga as indicações clicando no botão vermelho que indica &lt;strong&gt;Publish post.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.16.&lt;/strong&gt; Depois da publicação terminar, se clicar de seguida em &lt;strong&gt;View Blog&lt;/strong&gt; poderá ver a sua primeira entrada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.17.&lt;/strong&gt; Não se preocupe porque tudo o que escrever agora poderá ser apagado depois.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.18.&lt;/strong&gt; Se o processo não resultar, e a aceitação não produzir os efeitos desejados, basta enviar um correio electrónico para o endereço do blog, explicando o sucedido, e os administradores remeterão nova mensagem de aceitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;4. Quero aceder ao blogue para editar e publicar um texto; como devo proceder?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.1.&lt;/strong&gt; Se tiver um atalho para o blog a partir do ambiente de trabalho clique sobre; quando a página de entrada aparecer estará em condições de ler as últimas entradas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.2.&lt;/strong&gt; Se tiver guardado o endereço do blog em &lt;strong&gt;Favoritos&lt;/strong&gt; ligue-se à rede e procure o nome do sítio; depois de clicar sobre estará em condições de ler as entregas mais recentes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.3.&lt;/strong&gt; Como vai pretender editar e publicar um post procure o ícone &lt;strong&gt;[I Power Blogger] &lt;/strong&gt;na barra da direita (em baixo).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.4.&lt;/strong&gt; Clique sobre ele e espere até aparecer a página do &lt;strong&gt;Blogger&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.5.&lt;/strong&gt; No topo, sobre o lado direito, escreva no campo específico o seu &lt;strong&gt;username&lt;/strong&gt; (sem erros) e depois a &lt;strong&gt;password&lt;/strong&gt; (sem erros), após o que deve clicar en &lt;strong&gt;Sign In&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.6.&lt;/strong&gt; Verá surgir uma página denominada &lt;strong&gt;Dashboard&lt;/strong&gt; com o nome dos blogues a que tiver acesso (no caso o &lt;strong&gt;[paixão da educação]&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;[Archivos da paixão]&lt;/strong&gt;, pelo menos) – pode clicar directamente em &lt;strong&gt;new post&lt;/strong&gt;, assinalado por uma cruz verde, ou no nome do blog.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.6.1.&lt;/strong&gt; Se optar por clicar em &lt;strong&gt;new post&lt;/strong&gt; surgirá directamente uma caixa de edição onde poderá escrever o seu texto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.6.2.&lt;/strong&gt; Se optar por clicar no nome do blog – de entre os que se encontram à sua disposição – terá acesso a uma página onde poderá consultar os títulos dos últimos posts.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.6.2.1.&lt;/strong&gt; Se pretender retomar um post guardado como rascunho, com o objectivo de o melhorar, ou de o corrigir e publicar, clique em &lt;strong&gt;Edit&lt;/strong&gt; e trabalhe o seu texto (ler mais sobre guardar rascunho no &lt;strong&gt;ponto 5&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.6.2.2.&lt;/strong&gt; Para escrever um novo post clique então em &lt;strong&gt;Create a new post&lt;/strong&gt;, num botão a negro ao cimo à esquerda da página.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.6.2.3.&lt;/strong&gt; Abrirá então a caixa de edição tal como é indicado em &lt;strong&gt;[4.6.1.]&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.7.&lt;/strong&gt; Terá à sua disposição o campo do título e o campo do texto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.8.&lt;/strong&gt; Comece por onde entender, mas não se esqueça de escrever um título que identifique o seu post e o torne sedutor aos outros leitores.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.9.&lt;/strong&gt; Pode escrever directamente o seu texto no campo disponível (e guardá-lo, quando entender, como rascunho), após o que poderá publicá-lo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.10.&lt;/strong&gt; Pode, em alternativa, ir buscar um texto ao disco rígido do seu computador e copiá-lo para esse campo; pode copiar o documento de uma disquete ou até de uma página da net – proceda como se copiasse um documento de uma pasta para outra.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.10.1.&lt;/strong&gt; Seleccione o texto que quer copiar com o botão da esquerda do rato e clique no comando para copiar; depois transporte o cursor para o campo onde vai editá-lo e accione o comando colar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.10.2.&lt;/strong&gt; Edite o seu texto, tratando de corrigir as imperfeições – por vezes os sinais gráficos auxiliares &lt;strong&gt;[“ ”, ?, !, _ ou -]&lt;/strong&gt; aparecem “desconfigurados”; se for o caso, apague as aspas, e repita-as na caixa de edição, apague os pontos de interrogação e volte a escrevê-los, etc.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.11.&lt;/strong&gt; Enquanto escreve e trabalha o seu texto pode ver em &lt;strong&gt;Preview&lt;/strong&gt; (no cimo, à direita) que aspecto terá o seu post depois de publicado – para voltar à caixa de texto clique em &lt;strong&gt;Hide preview&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.12.&lt;/strong&gt; Se clicar em &lt;strong&gt;Compose&lt;/strong&gt; poderá trabalhar o seu texto praticamente nos termos em que ele será visto depois de publicado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.13.&lt;/strong&gt; Para voltar à caixa de texto com que começou o seu trabalho clique em &lt;strong&gt;Edit HTML&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.14.&lt;/strong&gt; Se o texto está pronto para publicação e sente alguma insegurança no processo, dou-lhe um conselho para evitar ter trabalhado em vão: seleccione o texto do post que acabou de escrever e guarde-o bem guardado num documento &lt;strong&gt;Word&lt;/strong&gt;, onde poderá ir buscá-lo no caso de, inadvertidamente, o perder durante a ordem de publicação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.15.&lt;/strong&gt; Se considerar que o seu texto está pronto para publicação, e não corre o risco (em todo o caso relativamente baixo) de o perder no processo, confirme que não há espaços vazios abertos depois das últimas palavras escritas, para evitar uma separação excessiva entre o texto e a data de publicação e clique no botão vermelho que diz &lt;strong&gt;Publish Post&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.16.&lt;/strong&gt; Espere que o sistema proceda à publicação do ficheiro, o que terá acontecido depois de lhe aparecer a informação &lt;strong&gt;[Files published... 100%].&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.17.&lt;/strong&gt; Se pretender continuar o trabalho de edição e não quiser sair do &lt;strong&gt;Dashboard&lt;/strong&gt;, poderá, em todo o caso, ver o resultado do post que acabou de publicar clicando em &lt;strong&gt;View Blog&lt;/strong&gt; .&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.18.&lt;/strong&gt; A caixa de edição permite-lhe compor o seu texto; comece por clicar em &lt;strong&gt;Compose&lt;/strong&gt; – pode alterar a fonte (tipo de letra) do texto, alterar a dimensão da letra do todo ou de uma frase do post, justificar à direita, à esquerda, etc. Faça uma experiência, clique em todos os ícones para ver como funcionam.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.19.&lt;/strong&gt; Para voltar à edição, e eventualmente para escrever outros posts, saia da página do Blog e recomece o trabalho nos termos em que aqui o descrevemos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.20.&lt;/strong&gt; Para abrir uma nova caixa de edição clique em &lt;strong&gt;Create&lt;/strong&gt; ou em &lt;strong&gt;Edit Posts&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.21.&lt;/strong&gt; Se pretender apagar definitivamente um post (pondere bem e não se precipite) clique em &lt;strong&gt;Edit Posts&lt;/strong&gt; e depois em &lt;strong&gt;Delete&lt;/strong&gt;, à direita, no alinhamento do texto que quiser eliminar; o sistema vai permitir-lhe a visualização do texto para evitar equívocos e pedir-lhe-á uma confirmação da ordem. Se não tiver dúvidas clique em &lt;strong&gt;Delete it&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.22.&lt;/strong&gt; Se tiver dúvidas sobre a pertinência de um determinado texto que acabou de escrever sugiro que o guarde como rascunho; ele não será visível no blog nem poderá ser lido por nenhum outro membro, à excepção dos administradores que se comprometem pessoalmente a não o fazer.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.23.&lt;/strong&gt; Se finalmente quer sair do espaço de edição clique em &lt;strong&gt;Republish Entire Blog&lt;/strong&gt;, espere que o sistema termine a tarefa e saia. Pode então, para ver como resultou o seu trabalho, entrar no blog como leitor.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.24.&lt;/strong&gt; A partir daí o seu texto poderá ser lido... em qualquer parte do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;5. Como devo guardar o meu texto no sistema, como rascunho, mas sem o publicar ainda?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O sistema permite-lhe que guarde no blog, como rascunho, os textos em que estiver a trabalhar; nenhum deles será visível no blog publicado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.1.&lt;/strong&gt; Se quiser começar a trabalhar num texto com antecedência e regressar para corrigi-lo as vezes que entender, sugiro que guarde o post como rascunho.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.2.&lt;/strong&gt; Se não tiver tempo para trabalhar o seu texto no blog no dia que tiver sido estabelecido para a sua publicação então sugiro que o escreva antes dessa data e o deixe guardado em rascunho; depois, no dia da publicação bastará entrar por minutos e dar ordem de publicação (gastará no processo até 3 minutos, senão menos, pelas minhas contas).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.3.&lt;/strong&gt; Para guardar um texto como rascunho basta proceder para aceder à caixa de edição, de acordo com as indicações que demos no ponto anterior.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.4.&lt;/strong&gt; Uma vez escrito o seu texto bastará clicar no botão preto da esquerda &lt;strong&gt;Save as Draft&lt;/strong&gt;; poderá verificar que no alinhamento dos posts mais recentes aparece &lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Draft&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; em itálico verde, enquanto que nos textos publicados aparecerá &lt;strong&gt;View&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.5.&lt;/strong&gt; Para aceder ao seu texto guardado, a partir de agora, bastará entrar na página de edição e clicar em &lt;strong&gt;Edit&lt;/strong&gt; e proceder a partir daí como entender.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.6.&lt;/strong&gt; Poderá continuar a trabalhar o texto e a guardá-lo sucessivamente como rascunho, poderá apagá-lo ou publicá-lo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.7.&lt;/strong&gt; Quando tiver a certeza de que quer publicar o seu texto guardado como rascunho pode alterar a sua data de publicação; basta ir ao bordo inferior da caixa de edição e alterar o dia, o mês, inclusive a hora.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.8.&lt;/strong&gt; A alteração da data de publicação justifica-se em pelo menos uma situação: se guardou o seu texto com antecedência no sistema, ele ficará datado do dia em que o guardou. Quando o publicar definitivamente, seja quando for, ele aparecerá no blog entre os posts imediatamente anteriores e imediatamente posteriores em data de publicação. O que pode significar que ele aparece muito longe da cabeça do blog e fora da data que se estabelecera para a sua publicação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.9.&lt;/strong&gt; Exemplo: se eu tivesse escrito um post no meu blog há uma semana atrás e tivesse optado por guardá-lo como rascunho, poderia voltar ao texto e publicá-lo hoje, devendo então alterar a data para 5 de Agosto. O texto, datado de novo, apareceria no topo da página do blog, enquanto não fosse publicado novo texto com a mesma data, e não perdida entre outros textos, numa data já recuada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.10.&lt;/strong&gt; Esta operação de datar de novo um texto tem a ver com a visibilidade que lhe quero dar, e no caso de &lt;strong&gt;[paixão da educação]&lt;/strong&gt;, com a conveniência de cumprir tanto quanto possível o calendário de edição.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.11.&lt;/strong&gt; Qualquer texto depois de publicado pode voltar à situação de rascunho; no caso deste blog essa situação deverá ser evitada, a não ser que o texto reclame alguma alteração urgente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;6. Como editar uma foto com o meu texto?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por vezes o nosso texto pode ganhar com a publicação de uma foto. Poderemos optar por uma foto copiada de um sítio da net ou por uma foto guardada no disco rígido do nosso computador. Aqui apenas abordarei os procedimentos relativos à inserção de uma imagem a partir de um sítio activo da net.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.1.&lt;/strong&gt; Para começar deve abrir o sítio onde se encontra a imagem que pretende copiar; também pode recorrer ao &lt;strong&gt;Google&lt;/strong&gt; ou a outro motor de busca, buscando em &lt;strong&gt;Imagens&lt;/strong&gt; por meio de palavras chave (ex.: para uma imagem de uma sala de aula procuro a partir de “sala de aula”, “aula”, “escola”, etc. ).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.2.&lt;/strong&gt; Clique primeiro sobre a foto com o botão esquerdo do rato para ter a certeza de que a imagem aparece na sua dimensão real.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.3.&lt;/strong&gt; De seguida clique sobre a foto com o botão direito do rato, de modo a abrir uma janela com informações sobre a foto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.4.&lt;/strong&gt; Volte a clicar uma segunda vez, mas agora sobre o último item, &lt;strong&gt;Propriedades&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.5.&lt;/strong&gt; Esta nova janela informa-o de todas as características da imagem que escolheu; só nos interessa a informação relativa ao &lt;strong&gt;URL&lt;/strong&gt; (que é o endereço da imagem) que se encontra mais ou menos a meio do quadro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.6.&lt;/strong&gt; Coloque o cursor sobre o endereço da imagem e seleccione-o, arrastando-o até ao final enquanto clica com o botão esquerdo do rato.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.7.&lt;/strong&gt; Não pode esquecer nenhuma partícula do endereço, sob risco do processo não resultar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.8.&lt;/strong&gt; Uma vez seleccionado o endereço clique sobre ele com o botão direito do rato; aparecerá uma pequena janela com a opção &lt;strong&gt;copiar&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.9.&lt;/strong&gt; Clique então em &lt;strong&gt;copiar&lt;/strong&gt; com o botão direito; a partir deste momento o endereço da imagem está guardado e pode inseri-lo no seu post.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.10.&lt;/strong&gt; Pode sair da página onde encontrou a imagem, não sem buscar primeiro alguma referência de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;copyright&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; ou outra afim (no caso de uma reprodução de uma pintura indicar o autor).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.11.&lt;/strong&gt; Entre no blog, nomeadamente na página de edição, de acordo com o que explicámos no &lt;strong&gt;ponto 4&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.12.&lt;/strong&gt; Tem diante de si a caixa de edição onde quer colocar a imagem cujo endereço copiou; coloque o cursor onde deseja colar o endereço, clique com o botão da direita do rato, escolha &lt;strong&gt;colar&lt;/strong&gt; e clique uma vez mais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.13.&lt;/strong&gt; O endereço já está na caixa de edição; escreva antes do seu início (que será http...) o seguinte: &lt;img src="”" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.14.&lt;/strong&gt; Como exemplo, será algo do género:&lt;br /&gt;&lt;img src="”http://exemplo.gif”" /&gt; - (sem esquecer que entre &lt;img src="http://www.blogger.com/app/" align="”left”" /&gt; a encerrar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.19.3.&lt;/strong&gt; O resultado será algo como isto:&lt;br /&gt;&lt;img src="”http://exemplo.gif”" align="”left”" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.19.4.&lt;/strong&gt; Depois desta operação pode colocar o cursor ao lado da foto e escrever o seu texto, que seguirá contornando-a pela direita – pode ajustar a altura da imagem em que o texto começa a aparecer (no topo, a meio, mais abaixo, etc) e verificar se gosta de ver o texto colado ao bordo esquerdo da imagem, sem qualquer margem (o que acontece frequentemente, criando uma mancha muito pesada).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.20.&lt;/strong&gt; Para colocar a imagem encostada à direita com a possibilidade de dispor o seu texto do lado esquerdo da coluna, contornando a imagem, basta proceder como em &lt;strong&gt;6.19&lt;/strong&gt;, substituindo a palavra &lt;strong&gt;left&lt;/strong&gt; por &lt;strong&gt;right&lt;/strong&gt; e mantendo tudo o resto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.21.&lt;/strong&gt; Repete-se o mesmo para centrar a imagem, desta vez com &lt;strong&gt;center&lt;/strong&gt; substituindo o comando.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.22.&lt;/strong&gt; Depois de copiada a imagem para a caixa de texto resolve que ela é demasiado grande e que pretende literalmente encolhê-la; muito bem, a edição de um blog permite algum trabalho semelhante à paginação de um jornal ou revista em formato de papel – a imagem disposta ao centro da coluna, à esquerda ou à direita, o texto contornando-a por um lado ou pelo outro, implicam decisões de natureza estética, procedimentos de natureza editorial à escala do blog.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.22.1.&lt;/strong&gt; É possível alterar a dimensão real de uma imagem, depois de copiado o seu endereço para a caixa de texto; se clicar em &lt;strong&gt;Preview&lt;/strong&gt; ou em &lt;strong&gt;Compose&lt;/strong&gt; ficará com uma ideia aproximada do aspecto e das dimensões que terá no post.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.22.2.&lt;/strong&gt; Há um processo manual, mais simples, que consiste em fazer o seguinte: clique em &lt;strong&gt;Compose&lt;/strong&gt;, após o que terá a imagem à vista em condições de ser alterada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.22.3.&lt;/strong&gt; Coloque o cursor sobre a imagem e clique, de modo a visualizar o seu contorno ou moldura.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.22.4.&lt;/strong&gt; Para aumentar a dimensão da imagem, conservando os valores relativos da altura e largura, sem a deformar, portanto, coloque o cursor no canto inferior direito ou no canto inferior esquerdo e arraste a imagem, clicando no botão do rato, para fora, na diagonal.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.22.5.&lt;/strong&gt; Se esse movimento de arrastamento e alargamento da imagem não for realizado na diagonal, aquela poderá aparecer deformada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.22.6.&lt;/strong&gt; A diminuição da dimensão da imagem resulta do processo inverso – o arrastamento da imagem para o seu interior, também em diagonal (deste modo a imagem será comprimida).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.22.7.&lt;/strong&gt; A alteração da dimensão de uma imagem alterará provavelmente a disposição do seu texto no post.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.22.8.&lt;/strong&gt; A alteração da dimensão de uma imagem implica seguramente com a sua definição e qualidade; uma imagem de pequena dimensão poderá perder qualidade e legibilidade se for muito aumentada pelo processo que descrevemos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.23.&lt;/strong&gt; Para continuar a escrever o seu texto clique em &lt;strong&gt;Edit HTML&lt;/strong&gt; e prossiga até considerar que deve dar ordem de publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;7. Como incluir um link para outra página no corpo do texto?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Um post vale também pela qualidade dos links (ligações) que sugere para outros sítios. Estabelecer essas ligações no corpo do texto é um processo simples.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7.1.&lt;/strong&gt; Aceda ao sítio para o qual quer estabelecer um link.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7.2.&lt;/strong&gt; Depois de aceder à página coloque o cursor no campo do &lt;strong&gt;endereço&lt;/strong&gt;, que encontrará no topo, sobre o lado esquerdo e clique; a totalidade do endereço ficará seleccionada (assegure-se de que se trata mesmo de todas as suas partículas).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7.3.&lt;/strong&gt; Depois coloque de novo o cursor sobre o endereço seleccionado e clique com o botão direito do rato; abre-se uma janela com várias opções – escolha a opção &lt;strong&gt;Copiar&lt;/strong&gt; e clique.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7.4.&lt;/strong&gt; Pode sair do sítio ou minimizá-lo; abra a caixa de edição do blog e seleccione a partícula de texto que vai servir de ligação – por exemplo, pode ser o nome do sítio ou expressões eloquentes como &lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;clique aqui&lt;/strong&gt; ou outras mais explícitas acerca do conteúdo da ligação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7.5.&lt;/strong&gt; Uma vez seleccionada a partícula, a palavra ou a frase, clique no terceiro ícone do menu de edição &lt;strong&gt;(insert link)&lt;/strong&gt; que se encontra no topo da caixa e que representa dois elos ligados – aparecerá uma caixa no canto superior esquerdo do ecrã do seu computador.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7.6.&lt;/strong&gt; Coloque o cursor no campo, sob a expressão &lt;strong&gt;Enter URL&lt;/strong&gt;, clique no botão direito do rato, escolha a opção &lt;strong&gt;colar&lt;/strong&gt;, após o que surgirá escrito o endereço copiado anteriormente – clique em &lt;strong&gt;OK&lt;/strong&gt;, na mesma caixa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7.7.&lt;/strong&gt; O sistema gera na caixa de texto um código que funciona como ligação – confira indo a &lt;strong&gt;Preview&lt;/strong&gt;; verá que a palavra que escolheu para fazer a ligação aparecerá em cor azul e sublinhada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7.8.&lt;/strong&gt; O link está terminado; para continuar a escrever o seu texto clique em &lt;strong&gt;Hide Preview&lt;/strong&gt; e siga; pode colocar os links que quiser em cada post mas certifique-se de que o consegue fazer sem perder entretanto o seu texto em virtude de alguma ordem não adequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;8. Como fazer um link para o nosso blog de apoio, remetendo os leitores para um texto determinado?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O blog de apoio, &lt;strong&gt;[Archivos da paixão],&lt;/strong&gt; funciona como uma retaguarda para publicação de textos, que pelas suas características não poderiam sair no blog principal. Textos excessivamente longos, disponibilizados para cópia, terão aí o seu lugar adequado. Por exemplo: se eu quiser comentar os princípios fundadores do Projecto Educativo da minha escola, que é extenso e não se encontra disponível num sítio para que pudesse simplesmente fazer um link, posso publicar todo o documento do PE no blog secundário e remeter os leitores do meu post para lá. Como? É o que vem a seguir.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8.1.&lt;/strong&gt; Primeiro que tudo convém publicar o texto no &lt;strong&gt;[Archivos da paixão];&lt;/strong&gt; assegure-se de que o texto sai em boas condições no que concerne aos signos gráficos &lt;strong&gt;(“”, -, ?, !...),&lt;/strong&gt; à organização dos parágrafos, etc.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8.2.&lt;/strong&gt; Na coluna da direita, sob o título &lt;strong&gt;“Últimas”,&lt;/strong&gt; pode encontrar o nome dos posts mais recentes, para os quais o sistema concebe um endereço particular.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8.3.&lt;/strong&gt; Clique no post para o qual quer fazer um link do seu texto; repare que no campo do &lt;strong&gt;URL&lt;/strong&gt; do blog (endereço) aparece um endereço mais extenso que corresponde à localização do texto que acabou de publicar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8.4.&lt;/strong&gt; Faça como indicámos no ponto anterior para linkar qualquer página; seleccione o endereço, copie e transporte o cursor para a caixa de edição do texto que está a escrever no blog principal.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8.5.&lt;/strong&gt; Seleccione uma partícula ou segmento de texto (uma palavra) com o cursor e faça o link como explicámos já em &lt;strong&gt;7&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8.6.&lt;/strong&gt; Quando publicar o seu texto ele remeterá, através do link, o leitor para o texto do outro blog.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8.7.&lt;/strong&gt; Uma vez que os blogs são organizados de acordo com uma ordem cronológica inversa (primeiro o mais recente, depois o mais remoto) um link para a página, pura e simplesmente, correria o risco de deixar o leitor no topo, num outro post que não o pretendido por si no momento da edição; para evitar essa situação, o sistema cria uma página com endereço autónomo para cada post, de tal modo que o link será sempre para um determinado texto, independentemente da posição em que ele se encontrar na coluna principal.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8.8.&lt;/strong&gt; Se o post para o qual pretende fazer o link já não estiver nos últimos 10, mas for já um texto de arquivo, clique sobre a última linha que contém geralmente a data de publicação – proceda depois do modo que indicámos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8.9.&lt;/strong&gt; Se se trata de um link simplesmente para um blog, sem especificar nenhum post em particular, bastará fazer a ligação a partir do endereço da página.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;9. Quero que a imagem que coloquei funcione como link para outro sítio da net; como devo proceder?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Um link funciona geralmente a partir de uma partícula de texto no post; mas é possível estabelecer um link a partir de uma imagem copiada para o meio do nosso texto. Pode ser divertido ou irónico, pode inclusive dar um sentido inesperado ao texto que queremos publicar. E para o conseguir basta proceder do seguinte modo:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9.1.&lt;/strong&gt; Comece por capturar uma imagem e por &lt;strong&gt;colar&lt;/strong&gt; o seu endereço no post, de acordo com o que explicámos no &lt;strong&gt;ponto 6&lt;/strong&gt; relativamente aos tags.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9.2.&lt;/strong&gt; Abra a página para que pretende fazer a ligação e &lt;strong&gt;copie&lt;/strong&gt; o endereço, tal como referimos no &lt;strong&gt;ponto 7&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9.3.&lt;/strong&gt; Regresse ao blog e à caixa de edição onde quer fazer a ligação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9.4.&lt;/strong&gt; Procure a linha de código da sua imagem que começa obrigatoriamente com &lt;img src="”" /&gt; .&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9.5.&lt;/strong&gt; Seleccione toda a linha de código da imagem, como faria com uma partícula do texto para realizar o link.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9.6.&lt;/strong&gt; Clique no ícone para fazer o link, que se encontra no topo da caixa de texto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9.7.&lt;/strong&gt; Verá aparecer outra caixa no canto superior esquerdo; coloque o cursor no campo do &lt;strong&gt;Endereço (URL),&lt;/strong&gt; cole o endereço guardado e clique em &lt;strong&gt;OK&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9.8.&lt;/strong&gt; Na caixa de texto o código da imagem ficará enquadrado pelo tag que fará dela um link.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9.9.&lt;/strong&gt; Clique em &lt;strong&gt;Preview&lt;/strong&gt; para ver o efeito e confirmar a ligação; se passar o cursor sobre a imagem verá que ele assume a forma de uma pequena mão com o indicador esticado a sugerir um clic e uma ligção.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9.10.&lt;/strong&gt; A ligação poderá criar uma moldura em torno do limite da imagem, para identificar a posição do link – considere esse detalhe se pretender fazer um trabalho de edição mais apurado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9.11.&lt;/strong&gt; Já está. Depois de dar ordem para publicar o seu post poderá testar o link, para averiguar se a ligação à página de facto resulta (pode dar-se o caso de algo ter corrido mal).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9.12.&lt;/strong&gt; Sugiro que explicite no seu texto que a imagem funciona como link para uma página determinada; pode optar por colocar uma breve legenda entre parêntesis anunciando isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;10. Quero afixar na coluna da direita uma sugestão de leitura, indicar um endereço de uma escola, de uma instituição ou outra entidade; como devo proceder?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para escrever na coluna da direita, dedicada tradicionalmente a endereços de outros blogs, de outros sítios ou para as sugestões mais diversas, é preciso estar registado como administrador. Para evitar um bloqueamento involuntário do blog em virtude de uma acção involuntária no Template, sugerimos que proceda do seguinte modo:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10.1.&lt;/strong&gt; Envie uma mensagem de correio electrónico para o endereço do blog fazendo a sugestão: de um livro, de uma escola, de uma página relativa a uma experiência pedagógica a que pretende colocar em evidência, etc.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10.2.&lt;/strong&gt; Os administradores tratarão de a publicar no apartado respectivo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10.3.&lt;/strong&gt; Poderá sempre optar por dar destaque ao endereço num dos seus posts.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10.4.&lt;/strong&gt; Todos os contactos, pedidos de informação de carácter técnico, sugestões, etc., deverão ser remetidas para o nosso endereço de correio electrónico:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;paixaodaeducacao@hotmail.com&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;11. Como proceder para alterar, no meu Perfil, o nome com que assino os meus posts?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11.1.&lt;/strong&gt; Para alterar o nome que surge no rodapé dos posts, e que efectivamente funciona como assinatura de autoria, preciso de entrar no &lt;strong&gt;Perfil&lt;/strong&gt; e alterar um dos seus items.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11.2.&lt;/strong&gt; Começo, obviamente, por entrar no blogue &lt;strong&gt;[paixão da educação]&lt;/strong&gt; ou neste mesmo, os &lt;strong&gt;[Archivos da paixão]&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11.3.&lt;/strong&gt; Procuro na coluna da direita o botão de &lt;strong&gt;I Power Blogger&lt;/strong&gt; (que se encontra no final) e clico sobre.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11.4.&lt;/strong&gt; Abre-se a página de acesso que me pede, como habitualmente, o &lt;strong&gt;Username&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;Password&lt;/strong&gt; - depois de as escrever nos respectivos campos faço enter ou clico em &lt;strong&gt;Sign In&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11.5.&lt;/strong&gt; Abre-se nova página; na coluna da direita, um pouco dissimulado entre diversa informação, encontra-se um link para &lt;strong&gt;Edit Profile&lt;/strong&gt; - clicar sobre.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11.6.&lt;/strong&gt; Ao longo da página encontramos diversos dados, agrupados em categorias - procurar &lt;strong&gt;IDENTITY&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11.7.&lt;/strong&gt; No campo de &lt;strong&gt;Display Name&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;(the name used to sign your blog)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; está um nome que aparece sempre no final dos seus post - para o alterar basta escrever novo nome.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11.8.&lt;/strong&gt; Depois de alterar o nome descer até ao fundo e clicar em &lt;strong&gt;Save Profile&lt;/strong&gt; para que o sistema assuma o novo nome.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11.9.&lt;/strong&gt; Posso sair do blog ou voltar ao espaço de edição de posts, clicando em &lt;strong&gt;Back to Dashboard&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11.10.&lt;/strong&gt; A partir do momento em que fiz &lt;strong&gt;Save&lt;/strong&gt; todos os meus blogues, a que acedo no sistema do &lt;strong&gt;Blogger&lt;/strong&gt; através deste &lt;strong&gt;Username&lt;/strong&gt; e da &lt;strong&gt;Password&lt;/strong&gt;, verão a minha assinatura alterada; o processo, obviamente, é reversível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(ultima actualização: 18 Outubro 2004) &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109485684897372186?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109485684897372186/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109485684897372186' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109485684897372186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109485684897372186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/09/pmfs-perguntas-mais-frequentes.html' title='PMFs (Perguntas Mais Frequentes)'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109406131644925966</id><published>2004-09-01T18:52:00.000+01:00</published><updated>2004-09-05T00:35:03.426+01:00</updated><title type='text'>Âmbito e Pressupostos</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O ensaio de Kant em que o filósofo&lt;/strong&gt; pretende responder &lt;br /&gt;à pergunta &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“O que são as Luzes?”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; – tradução do termo alemão Aufklarung – é a grande inspiração deste blogue sobre temas da educação e problemas da escola. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A impressionante defesa da liberdade de expressão&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;e o seu papel na saída definitiva do homem da sua menoridade (de que ele próprio é responsável, como o autor diz numa passagem conhecida do ensaio) são a grande referência deste projecto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reflectir com rigor e com liberdade,&lt;/strong&gt; avaliar com precisão e com independência, pensar a educação e a escola com imaginação e abertura ao contraditório são algumas das referências que nos podem congregar num exercício de escrita informal e de opinião regular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O apelo de Kant ao exercício da liberdade –&lt;/strong&gt; que nos é apresentado na dicotomia do uso público e uso privado da razão – deve constituir um desafio suficiente que nos motive à prática da reflexão partilhada e pública acerca do trabalho que realizamos na escola e na sala de aula, na universidade, na biblioteca ou na investigação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O formato popularizado nestes últimos anos, de que resulta o weblog,&lt;/strong&gt; basicamente permite a edição na net com o mínimo de mediações – poderemos até dizer que sem qualquer mediação. A simplicidade de procedimentos e a rapidez com que se passou a editar, a gratuitidade de todo o sistema, constituem fortes incentivos à criação de blogues individuais e colectivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A minha proposta de publicar um weblog colectivo &lt;br /&gt;sobre a educação&lt;/strong&gt; e os problemas da escola, resulta da experiência pessoal de edição na net e da forte convicção de que um projecto informal como este - ainda não tentado na blogosfera -, pode constituir uma boa experiência de discussão e um proveitoso balanço do trabalho realizado na escola ou em contexto educativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aberto um espaço de reflexão&lt;/strong&gt; como este, &lt;br /&gt;todas as contribuições que venham directamente da prática educativa e da promoção dos saberes, da investigação e do trabalho de projecto, são naturalmente importantes. Da reflexão e do balanço pessoal sobre os procedimentos em contexto de aula – e que reclamam, por direito, a devida publicidade – até à mais especializada crítica acerca da Lei de Bases vai um arco riquíssimo de temas e problemas que definem o trabalho em educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É sobre as variadas dimensões desse trabalho&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;e dessa busca diária de soluções – que constitui o essencial do ofício de ensinar – que proponho realizemos um exercício tão regular quanto informal de escrita e de edição (entre amigos que se conhecem ou que apenas se lêem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O modelo do weblog colectivo estabelece&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;apenas uma diferença entre o administrador e os colaboradores ou convidados. O primeiro é responsável pela manutenção e pela estabilidade do formato adoptado, podendo alterar, se necessário, as configurações do sítio. Os segundos apenas acedem aos recursos da edição, tendo no entanto completa autonomia para a publicação dos seus textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agosto de 2004&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109406131644925966?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109406131644925966/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109406131644925966' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109406131644925966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109406131644925966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/09/mbito-e-pressupostos.html' title='Âmbito e Pressupostos'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109406083680532545</id><published>2004-09-01T18:45:00.000+01:00</published><updated>2004-09-02T01:56:47.150+01:00</updated><title type='text'>Política de Privacidade</title><content type='html'>&lt;strong&gt;1. a decisão sobre a publicação de dados pessoais no weblog é da estrita responsabilidade e critério de cada membro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. os administradores comprometem-se a não fornecer a terceiros quaisquer dados relativos aos participantes no weblog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. a participação neste projecto pressupõe a aceitação da reserva da intimidade dos membros da equipa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. os limites concretos à reserva da intimidade são definidos por cada membro do weblog nos termos da sua participação e da sua contribuição regular.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109406083680532545?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109406083680532545/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109406083680532545' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109406083680532545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109406083680532545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/09/poltica-de-privacidade.html' title='Política de Privacidade'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109406065205659466</id><published>2004-09-01T18:37:00.000+01:00</published><updated>2004-09-03T13:00:59.466+01:00</updated><title type='text'>CARTA - Princípios e Linha Editorial</title><content type='html'>&lt;strong&gt;um. [paixão da educação]&lt;/strong&gt; é um weblog colectivo dedicado à publicação de textos preferencialmente inéditos sobre a educação, sobre o ensino e a aprendizagem e sobre a escola, em sentido amplo, numa perspectiva de valorização do exercício público da razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;dois. [paixão da educação]&lt;/strong&gt; é uma iniciativa estritamente independente de qualquer entidade e resulta do trabalho desinteressado de quantos nele participam como membros enquanto decidirem levá-lo a cabo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;três.&lt;/strong&gt; os membros deste weblog não participam nele em representação de qualquer entidade ou instituição a que eventualmente pertençam mas a título absolutamente individual – reservando-se o exercício da mais completa liberdade de expressão no acto da publicação das suas ideias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;quatro.&lt;/strong&gt; a responsabilidade pelos textos publicados no weblog cabe unicamente aos seus autores, pertencendo-lhes inteiramente a sua propriedade intelectual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;cinco.&lt;/strong&gt; a participação enquanto membro neste weblog supõe o acordo com o princípio da responsabilização individual, o apreço pela liberdade de expressão e pela democracia política, o gosto do debate do contraditório, pressupõe a abstenção do uso de uma linguagem socialmente condenável e ofensiva de pessoas particulares e de grupos, entre outras prorrogativas estabelecidas no quadro de uma sociedade livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;seis.&lt;/strong&gt; a participação neste weblog, assim como o termo da colaboração, resultam da decisão particular de cada membro e podem ocorrer a qualquer momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;sete.&lt;/strong&gt; cada colaborador deve, tanto quanto possível, procurar corresponder ao plano de edição estabelecido, publicando os seus textos nos dias e nos termos indicados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;oito.&lt;/strong&gt; os membros administradores do weblog são responsáveis pela sua manutenção e pelo cumprimento estrito do estabelecido nesta carta de princípios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;nove. [paixão da educação]&lt;/strong&gt; é um projecto de edição na net com início de publicação regular previsto para 30 de Setembro de 2004 e termo de publicação previsto para 15 de Julho de 2005 – cobrindo assim, aproximadamente, todo o arco da duração de um ano lectivo pelo calendário do sistema educativo português – findo o qual deve cessar a actividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;dez.&lt;/strong&gt; O weblog &lt;strong&gt;[paixão da educação]&lt;/strong&gt; constitui o sítio principal de edição e publicação no âmbito deste projecto; &lt;strong&gt;[Archivos da paixão]&lt;/strong&gt; é um sítio de apoio ao weblog principal, acessível a todos os membros, e reservado à publicação de textos longos e de importância secundária, aplicando-se também a este a totalidade dos princípios anteriormente enunciados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;onze.&lt;/strong&gt; após o termo do projecto e respectiva avaliação só depende dos seus membros a sua eventual reformulação e a evolução para outro formato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;doze.&lt;/strong&gt; todas as questões não previstas nesta carta devem ser resolvidas de acordo com o bom senso que é a coisa mais bem distribuída do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agosto de 2004&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109406065205659466?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109406065205659466/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109406065205659466' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109406065205659466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109406065205659466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/09/carta-princpios-e-linha-editorial.html' title='CARTA - Princípios e Linha Editorial'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8051974.post-109329037169183688</id><published>2004-08-23T20:45:00.000+01:00</published><updated>2004-09-02T01:57:03.723+01:00</updated><title type='text'>Primeiro post</title><content type='html'>O primeiro post de archivos da paixão. Suporte a paixão da educação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8051974-109329037169183688?l=archivosdapaixao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/feeds/109329037169183688/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8051974&amp;postID=109329037169183688' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109329037169183688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8051974/posts/default/109329037169183688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://archivosdapaixao.blogspot.com/2004/08/primeiro-post.html' title='Primeiro post'/><author><name>José Gustavo Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00982170476265426366</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
